O amor é
É o amor que nos mantém vivos, mesmo depois de havermos partido; é o
amor que dá real significado àquilo que realmente somos, àquilo que fazemos e à
maneira como fazemos.
A única coisa que limita nossa capacidade de amar são as
condições que impomos ao amor.
Quando o
amor é baseado naquilo que desejamos conseguir, então a nossa habilidade de
amar simplesmente se desmorona.
Quando amamos baseados em circunstâncias, em
lugar de a despeito de, nosso amor se torna ineficaz e extremamente
limitado.
Quando no entanto amamos
apenas por amar, dando-nos de nós mesmos sem nenhuma outra agenda, sem pensar
em receber absolutamente nada em troca, aí ele estará se assemelhando ao amor
de Deus, e estaremos demonstrando um tipo de amor que tem o poder de quebrar as
mais intransponíveis barreiras.
O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana,
não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus
interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a
injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera,
tudo suporta. I Coríntios 13,4-7
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