- Você crê que Jesus Cristo é a Palavra do Pai para nós?
- Você tem levado a sério o Evangelho?
- Ele tem sido bússola para o seu caminhar?
- As suas ações, os seus gestos, os seus pensamentos têm demonstrado isso?
- Você ainda tem muitos questionamentos?
Ani Ledodi Vedodi Li
Mais do que qualquer outro motivo, esta é a razão pela qual quero fazer deste blog um caminho para amarmos mais a Deus, por isso seu nome: “Ani Ledodi Vedodi Li”
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Deus o Abençõe !
E que possas crescer com nossas postagens.
É algo louvável esconder o segredo dos Reis; mas há glória em publicar as obras de Deus!
A Igreja não tem pressa, porque ela possui a Eternidade. E se todas as outras instituições morrem nesta Terra, a Santa Igreja continua no Céu.
Não existem nem tempos nem lugares sem escolhas.
E eu sei quanto resisto a escolher-te.
"Quando sacralizamos alguém essa pessoa permanece viva para sempre!"
Sacralize cada instante de tua vida amando o Amado e no Amado os amados de Deus !
Pe.Emílio Carlos†
Quem sou eu
quarta-feira, 2 de maio de 2012

O Senhor Deus quer derramar a sua graça e a sua bênção sobre todos os povos, sem exceção nenhuma. “Exulte de alegria a terra inteira”; “Que na terra se conheça o seu caminho e a sua salvação por entre os povos.”
Portanto, o desejo do Pai se realiza na vida de cada pessoa que assume a missão de filho de Deus e na terra conhece o Seu caminho e a Sua salvação.
- Por que não fazermos isso?
- Por que nos angustiamos, nos ralamos, no perdemos no emaranhado das nossas dificuldades?
- Por que não exercitamos em casa a prática dos apóstolos?
- Você já a tem exercitado?
terça-feira, 1 de maio de 2012
A Proteção e o exemplo de São José
Existem muitos motivos para que as pessoas de todas as condições e de
todos os países recorram ao bem-aventurado São José e se entreguem,
confiantes, à sua fé e à sua proteção. José é o nosso legítimo e natural
guardião, pois é chefe e defensor da divina Família. Nele, os pais de
família descobrem a mais bela personificação da vigilância e da
providência paternas; os cônjuges, o
exemplo mais perfeito de amor, concórdia e fidelidade conjugal; os
consagrados a Deus, o modelo e protetor da castidade virginal. Volvendo o
olhar à imagem de José, aprendam os nobres a conservar a sua dignidade,
também na desventura; os ricos compreendam, por meio de suas lições,
quais os bens que devem desejar e adquirir, zelosamente. E enfim, os
pobres, os operários e todos os que pouco tiveram da sorte, têm um
motivo a mais - e todo especial - de recorrer a José e de tomá-lo como
exemplo:
Ele, embora sendo de descendência régia, desposado
com a mais excelsa, entre as mulheres, e apesar de ter sido considerado
como o pai do Filho de Deus, passou sua vida no trabalho, provendo o
necessário para si e para os seus, com a fadiga e a habilidade de suas
mãos. Entretanto, é bom refletir que não é verdade que a condição dos
pobres seja degradante. O trabalho do operário, longe de ser desonroso,
torna-se fonte de nobreza quando associado à virtude. José, contente com
seu trabalho e satisfeito com o pouco que possuía, viveu com coragem e
nobreza as angústias da vida, seguindo nisto o exemplo de Jesus, que,
embora sendo Senhor de tudo, fez-se servo de todos e não desdenhou
abraçar voluntariamente a total pobreza.
Leão XIII, Quamquam pluries, 1889
Existem muitos motivos para que as pessoas de todas as condições e de todos os países recorram ao bem-aventurado São José e se entreguem, confiantes, à sua fé e à sua proteção. José é o nosso legítimo e natural guardião, pois é chefe e defensor da divina Família. Nele, os pais de família descobrem a mais bela personificação da vigilância e da providência paternas; os cônjuges, o exemplo mais perfeito de amor, concórdia e fidelidade conjugal; os consagrados a Deus, o modelo e protetor da castidade virginal. Volvendo o olhar à imagem de José, aprendam os nobres a conservar a sua dignidade, também na desventura; os ricos compreendam, por meio de suas lições, quais os bens que devem desejar e adquirir, zelosamente. E enfim, os pobres, os operários e todos os que pouco tiveram da sorte, têm um motivo a mais - e todo especial - de recorrer a José e de tomá-lo como exemplo:
Ele, embora sendo de descendência régia, desposado com a mais excelsa, entre as mulheres, e apesar de ter sido considerado como o pai do Filho de Deus, passou sua vida no trabalho, provendo o necessário para si e para os seus, com a fadiga e a habilidade de suas mãos. Entretanto, é bom refletir que não é verdade que a condição dos pobres seja degradante. O trabalho do operário, longe de ser desonroso, torna-se fonte de nobreza quando associado à virtude. José, contente com seu trabalho e satisfeito com o pouco que possuía, viveu com coragem e nobreza as angústias da vida, seguindo nisto o exemplo de Jesus, que, embora sendo Senhor de tudo, fez-se servo de todos e não desdenhou abraçar voluntariamente a total pobreza.
Leão XIII, Quamquam pluries, 1889
| AVE, CHEIA DE GRAÇA! O SENHOR ESTÁ CONTIGO! |
A Anunciação do anjo à Maria marca o início da Redenção humana. Com seu “sim”, Maria divide a história da humanidade em antes e depois, em velho e novo. Ao aceitar o projeto de Deus, Maria se insere definitivamente na aliança de Deus com seu povo: através dela o Filho de Deus se fará homem e se fará presente e atuante em seu tempo e por toda a eternidade.
Com sua atitude, Maria torna-se co-redentora, participando do resgate da humanidade em direção ao coração de Deus.
Através de Maria Deus se fará homem e na vida terrena experimentará o limite da condição humana para revelar-Se Pai amoroso, Filho amado, Espírito amante.
Com o mês dedicado a Virgem, a Nossa Senhora, a Igreja quer celebrar esse momento único em que Cristo começa a ser gerado no ventre de Maria.
A jovem, que questiona o anjo por não entender como tal coisa poderia acontecer já que não conhecia homem, consegue perceber nas palavras do mensageiro a certeza de Deus e Sua verdade. Assim, abre seu coração e seu corpo ao extraordinário, àquilo que assombrará a humanidade por gerações: ser corpo virgem gerará uma vida – mistério insondável de Deus, revelação suprema de Seu poder em tornar possível o impossível aos olhos humanos.
Possamos com essa festa nos abrir ao extraordinário, aceitar com gratidão o projeto de Deus sabendo-nos partícipes da construção de um novo estado de coisas e, sobretudo, testemunhar que desde aquele dia comum, na pequena cidade de Nazaré da Galiléia, o próprio Deus está presente no meio da humanidade.
As referências dos Evangelhos e do Atos dos Apóstolos a Maria, Mãe de Jesus, apesar de poucas, deixam ver muito desta privilegiada criatura, escolhida para tão alta missão. São Paulo, na Carta aos Gálatas (4,4), dá a entender claramente que, no pensamento divino de nos enviar o seu Filho, quando os tempos estivessem maduros, uma Mulher era predestinada a no-Lo dar. Para que se compreenda a presença de Maria nesta predestinação divina, a Igreja, na festa de 8 de dezembro, aplica à Mãe de Deus, aquilo que o livro dos Provérbios (8, 22) diz da sabedoria eterna: “os abismos não existiam e eu já tinha sido concebida. Nem fontes das águas haviam brotado nem as montanhas se tinham solidificado e eu já fora gerada. Quando se firmavam os céus e se traçava a abóboda por sobre os abismos, lá eu estava junto dele e era seu encanto todos os dias”. Era pois a predestinada nos planos divinos.
O terceiro traço de Maria-Mãe é sua corajosa atitude diante do sofrimento. Ao apresentar o seu Jesus no templo, ouve a assustadora profecia do velho Simeão: “uma espada de dor transpassará a tua alma”. Pouco mais tarde, estreitando ao peito o Menino Jesus, deve fugir para o Egito com o esposo, para que a crueldade de Herodes não atingisse a Criança que – pensava ele, Herodes – lhe poderia roubar o trono. Quando seu filho tem doze anos, desencontra-se dele e, ao achá-lo após três dias, queixa-se amorosamente: “por que fizeste isto? Eu e teu pai te procurávamos, aflitos”. Sua coragem se confirma na paixão e crucifixão de Jesus. De pé, ali no Calvário, sofre e associa-se ao sacrifício do redentor. É a mulher forte, a mãe corajosa e firme, a quem a dor não derruba. De fato, a espada de Simeão lhe atravessara a alma e o coração. É a Senhora das Dores.
Assunto do Mês:
Espiritualidade, religião e fé
Maio
Retiro Pessoal
Na época em que viveu o profeta Jeremias, seis séculos antes da nossa era, a pequena nação de Judá, assaltada por todos os lados, procurou segurança em duas promessas do Senhor. A primeira diz respeito à Cidade Santa, Jerusalém. Fundada pela grande fé do Rei David, cujos descendentes estavam ainda no trono graças a uma «aliança perpétua» (2 Samuel 23,5; ver cap. 7), com a reputação de ser inabalável: «Deus está no meio dela, não pode vacilar; Deus irá em seu auxílio, ao romper do dia» (Salmo 46, 6).A palavra do Senhor foi dirigida a Jeremias, nestes termos: Coloca-te à porta do templo do Senhor e proclama aí este discurso: «Escutai a palavra do Senhor, habitantes de Judá, que entrais por estas portas para adorar o Senhor. Assim fala o Senhor do universo, o Deus de Israel: Endireitai os vossos caminhos e emendai as vossas obras e Eu habitarei convosco neste lugar. Não vos fieis em palavras de mentira, dizendo: ’Templo do Senhor, templo do Senhor! Este é o templo do Senhor’. Mas, se endireitardes os vossos caminhos e emendardes as vossas obras, se verdadeiramente praticardes a justiça uns com os outros, se não oprimirdes o estrangeiro, o órfão e a viúva, nem derramardes neste lugar o sangue inocente, se não seguirdes, para vossa desgraça, deuses estrangeiros, então, Eu permanecerei convosco neste lugar, nesta terra que dei desde sempre e para sempre a vossos pais. Contudo, eis que vos enganais a vós mesmos, confiando em palavras vãs, que de nada vos servirão. Roubais, matais, cometeis adultérios, jurais falso, ofereceis incenso a Baal e procurais deuses que vos são desconhecidos; e depois, vindes apresentar-vos diante de mim, neste templo, onde o meu nome é invocado, e exclamais: ’Estamos salvos!’ Mas seguidamente voltais a cometer todas essas abominações. Porventura, este templo, onde o meu nome é invocado, é a vossos olhos, um covil de ladrões? Ficai sabendo que Eu vi todas estas coisas - oráculo do Senhor.» (Jeremias 7, 1-11)
Esta confiança na Cidade era reforçada pelo facto de aí se encontrar o Templo de Salomão, «a casa do Senhor». Como ninguém poderia imaginar que Deus abandonaria a Sua casa no meio do Seu povo, todos se sentiam seguros e protegidos de tudo o que acontecesse.
Contudo… estas promessas eram parte de um todo, de uma relação com o Senhor a que se chama aliança. Com esta aliança, Deus comprometeu-se a cuidar dos filhos de Israel e estes, por sua vez, prometeram escutar e colocar em prática as Suas palavras (ver Êxodo 19, 1-9), os mandamentos, recapitulados em «Dez Palavras» (Êxodo 20).
Afastados do quadro da aliança, as promessas de Deus deixaram de ter consistência; tornaram-se palavras vazias ou, até, mentiras.
Foi por essa razão que, um dia, Jeremias foi enviado a permanecer junto à porta do Templo. Observando todos os que aí entravam, procurou desmascarar a ilusão de que a existência de um edifício, ainda que sendo a casa de Deus, poderia trazer a salvação por si próprio. A sua mensagem: se não se comportar como verdadeiro membro do povo de Deus, permanecendo fiel ao Deus único e praticando a solidariedade e a justiça para com o próximo, as profissões de religião de nada servem. Pior, constituem blasfémias, porque afastam os outros do Deus vivo (ver Ezequiel 36).
Não é surpreendente que, após esta intervenção, Jeremias tenha sido preso e ameaçado com pena de morte em nome da religião (ver Jeremias 26). Não se defende, mas afirma apenas que agiu, de fato, em nome de Deus.
Séculos mais tarde, um outro homem de Israel foi condenado à morte por palavras que supostamente proferira contra a religião do Templo, transformado num «covil de ladrões» (Jeremias 7, 11; Mateus 21,13). A Bíblia mostra-nos, assim, que a separação mortal entre as expressões de piedade e a verdadeira procura do Deus vivo pode conduzir à pior das confusões: uma certa religiosidade torna-se inimiga da fé autêntica.
Fé morta e Fé autêntica
A fé precisa ser mostrada ou demonstrada de três maneiras: 1o.) Sendo confessada (Rm 10,9); 2o.) Demonstrando esperança (I Ts 1,3) e 3o.) Motivando ação (Tg 2,14-18).
Dizer que acredita em Deus é muito pouco. Por vezes, pregadores são precipitados ao declarar que alguém foi ou está salvo simplesmente porque levantou a mão durante um apelo ao final de um sermão. Claro que todos nós, pregadores, torcemos muito para que a declaração ou o gesto que sinaliza fé seja confirmado com frutos. Porém, precisamos reconhecer o que Tiago ensina, que sem obras a fé é morta, não salva.
Demônios acreditam em Deus! Eles sabem que existe um só Deus (Tg 2,19). E nem por isso recebem o direito de retornar ao céu de onde foram expulsos. Podemos dizer que há pessoas que têm "fé inútil", fé como dos demônios. Gente que acredita em Deus, mas que não tem aliança com Ele.
Abraão é o personagem escolhido por Tiago para mostrar o que é fé autêntica.
I. A fé autêntica fez de Abraão um ADORADOR (Tg 2,21).
Há vários relatos em Gênesis de Abraão adorando em altares que ele mesmo estabeleceu para honrar a Deus. O pai da fé chegou ao ponto de entregar a Deus o filho da promessa, Isaque. A oferta de adoração no Monte Moriá é apontada por Tiago como fruto da fé que justificou a Abraão.
II. A fé autêntica fez de Abraão um CREDOR DE DEUS (Tg 2,23).
Abraão creu em Deus e isso redundou em "créditos de justiça" para ele. Isso quer dizer que o Pai da Fé tornou-se credor de Deus. Sim, nossa obediência e serviço a Deus nos outorga créditos junto ao Pai.
III. A fé autêntica fez de Abraão um AMIGO DE DEUS (Tg 2,23).
O próprio Deus foi quem chamou Abraão de seu amigo. Deus tem uma estirpe especial de pessoas. Por favor, entenda, que Deus não faz acepção de pessoas, porém, há um rol de pessoas diferenciadas.
Qualquer um de nós pode adentar a este nível de relacionamento com Deus. Basta seguir este roteiro de fé. Tanto é verdade que Tiago utiliza outro personagem do Antigo Testamento em sua argumentação, Raabe. A ex-prostituta que creu no Deus de Israel, auxiliou os espias israelitas, obedeceu e alcançou justificação (Tg 2,24). Você sabe que Raabe foi inserida não somente em Israel, mas na própria família do Messias!
O Deus do Impossível, conhecido como Deus de Abraão, está pronto a manifestar seu poder junto aos seus filhos, aos herdeiros da Promessa, ao povo que é diferenciado pela fé autêntica.
Para orar:
- Em que se baseia a minha confiança em Deus?
- Que compromisso da minha parte está implicado na certeza de que Deus permanente próximo de mim?
- Como podemos nós mesmos compreender melhor, e ajudar os outros a compreender, a relação entre a fé que professamos e as consequências dessa fé na vida quotidiana?
Santo retiro



