Ani Ledodi Vedodi Li
Mais do que qualquer outro motivo, esta é a razão pela qual quero fazer deste blog um caminho para amarmos mais a Deus, por isso seu nome: “Ani Ledodi Vedodi Li”
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Deus o Abençõe !
E que possas crescer com nossas postagens.
É algo louvável esconder o segredo dos Reis; mas há glória em publicar as obras de Deus!
A Igreja não tem pressa, porque ela possui a Eternidade. E se todas as outras instituições morrem nesta Terra, a Santa Igreja continua no Céu.
Não existem nem tempos nem lugares sem escolhas.
E eu sei quanto resisto a escolher-te.
"Quando sacralizamos alguém essa pessoa permanece viva para sempre!"
Sacralize cada instante de tua vida amando o Amado e no Amado os amados de Deus !
Pe.Emílio Carlos†
Quem sou eu
sexta-feira, 8 de abril de 2016
Um dos discípulos, André, o irmão de Simão Pedro, disse: “Está aqui um menino com cinco pães de cevada e dois peixes. Mas o que é isso para tanta gente?” Jesus disse: “Fazei sentar as pessoas”. Havia muita relva naquele lugar, e lá se sentaram, aproximadamente, cinco mil homens. Jesus tomou os pães, deu graças e distribuiu-os aos que estavam sentados, tanto quanto queriam. E fez o mesmo com os peixes.
Quando todos ficaram satisfeitos, Jesus disse aos discípulos: “Recolhei os pedaços que sobraram, para que nada se perca!” Recolheram os pedaços e encheram doze cestos com as sobras dos cinco pães, deixadas pelos que haviam comido. Vendo o sinal que Jesus tinha realizado, aqueles homens exclamavam: “Este é verdadeiramente o Profeta, aquele que deve vir ao mundo”. Mas, quando notou que estavam querendo levá-lo para proclamá-lo rei, Jesus retirou-se de novo, sozinho, para o monte. - Palavra da Salvação.
O fato de ter alimentado uma imensa multidão, contando apenas com cinco pães de cevada e dois peixes, revelou-se como sinal inequívoco da messianidade de Jesus.
Foi grande a expectativa criada em torno dele. Todavia, Jesus não se deixou levar por tal raciocínio demasiado pragmático.
O povo não havia entendido o sentido do milagre, uma vez que o consideravam apenas sob o aspecto material de superação da fome pela abundância de pão.
O Mestre é o verdadeiro profeta não porque multiplicou os pães de forma prodigiosa, à revelia das pessoas, e sim, porque abriu o coração humano para o amor, muito bem expresso na partilha dos bens.
O Senhor é o Meu Pastor ... Isso é Relacionamento ! !
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Nada Me Faltará... Isso é Suprimento ! !
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Caminhar Me Faz Por Verdes Pastos... Isto é Descanso ! !
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Guia - Me Mansamente A Águas Tranquilas
... Isso é Refrigério ! !
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Refrigera Minha Alma ... Isto é Cura ! !
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Guia - Me Pelas Veredas Da Justiça .. Isto é Direção ! !
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Por Amor Do Seu Nome ... Isso é Propósito !!
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Ainda Que Eu Andasse Pelo Vale Da Sombra Da Morte ... Isto é Provação !!
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Eu Não Temeria Mau Algum ... Isso é Proteção ! !
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Porque Tu Estás Comigo... Isto é Fidelidade ! !
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A Tua Vara e o Teu Cajado Me Consolam... Isso é Esperança ! !
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Unge a Minha Cabeça Com Óleo... Isto é Consagração ! !
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E o Meu Cálice Transborda... Isso é Abundância ! !
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Certamente Que a Bondade e a Misericórdia Me Seguirão Todos Os Dias Da Minha Vida ... Isto é Benção ! !
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E Eu Habitarei Seguro Na Casa Do Senhor... Isso é Segurança ! !
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Por Longos Dias ... Isso é Eternidade !
quinta-feira, 7 de abril de 2016
Os Cinco Mandamentos da Igreja Católica
A lei moral
é obra da Sabedoria divina. Podemos defini-la, em sentido bíblico, como
uma instrução paterna, uma pedagogia de Deus. Ela prescreve ao homem os
caminhos, as regras de procedimento que o levam à bem-aventurança prometida e
lhe proíbe os caminhos do mal, que desviam de Deus e do seu amor. E, ao mesmo
tempo, firme nos seus preceitos e amável nas suas promessas. (CIC-1950)O que são os sacramentais?
São sinais sagrados, pelos quais à imitação dos sacramentos,
são significados efeitos espirituais, obtidos pela intercessão da Igreja. Pelos
sacramentais os fiéis se dispõem a receber o efeito principal dos sacramentos e
são santificadas as diversas situações da vida. (SC,60).quarta-feira, 6 de abril de 2016
| Santo Inácio de Loyola - Paróquia de Santo Isidoro, Sevilha (Espanha) |
Em que consiste a verdadeira vocação
A palavra vocação provém do substantivo latino vocatio, que significa chamado, convocação.
Em linguagem familiar, ela costuma identificar-se com o desejo natural de uma pessoa de exercer determinada profissão, em função de um conjunto de qualidades que a torna especialmente apta para isso. De um jovem com senso prático e facilidade para as matemáticas se dirá que está chamado a ser engenheiro; de outro com especiais dotes artísticos se dirá que tem vocação de pintor, e assim por diante.
Essa correlação entre as qualidades pessoais e o rumo que damos à nossa existência não deixa de ser verídica, mas aqui analisaremos o tema sob o aspecto religioso e sobrenatural. Deus criou cada ser humano diferente dos demais, e o chama a exercer um papel único no conjunto da criação. Nisto consiste a nossa verdadeira vocação.
Todos os homens são chamados a serem filhos de Deus, a louvá-Lo, reverenciá-Lo e servi-Lo, e mediante isto salvar a alma, segundo a conhecida expressão de Santo Inácio de Loyola. Mas cada qual realiza esta vocação geral seguindo uma via particular: a maior parte dos homens exercendo uma profissão e formando uma família; outros, fazendo parte de uma comunidade religiosa; outros, por fim, santificando os demais por meio da administração dos Sacramentos.
Em qualquer um desses estados de vida, inclusive no laical, a vocação é a expressão do amor de Deus. Ela leva o homem a sair de si mesmo e ir ao seu encontro, perguntando-se: "O que quer Deus de mim?".
Diálogo entre Deus e o escolhido
Quando a pessoa corresponde a esse chamado, produz-se uma união entre o humano e o divino, entre o tempo e a eternidade, entre a criatura e o Criador. É através da vocação específica de cada um que Deus entra em diálogo com o escolhido, dando-lhe oportunidade de traçar um projeto de vida orientado ao seu próprio bem e ao do conjunto do qual faz parte. Por meio da vocação o homem colabora, de alguma maneira, na construção do Reino de Deus no mundo.
Assim sendo, a vocação resulta numa maneira particular de a pessoa ver, apreciar e amar a Deus, que, em seguida, desdobra-se em ações concretas. Viver a vocação pessoal na plenitude contribui para a formação de uma sociedade verdadeiramente cristã.
| O jovem rico do Evangelho - Pinacoteca Nacional de Bolonha (Itália) |
Mas como discernir o projeto de Deus para mim? A resposta a esta pergunta se obtém com muita oração e humildade de coração. Deus sempre dá as luzes necessárias para isto, sobretudo no caso daqueles que são chamados a seguir as vias da perfeição dentro do estado religioso.
Um chamado que exige resposta generosa
Essa interação entre o humano e o divino é notória em certas passagens das Sagradas Escrituras, nas quais encontramos homens e mulheres sendo chamados para uma missão concreta que os obriga a mudar por completo seu projeto inicial. Os planos da Providência se apresentam de modo repentino diante deles, obrigando-os a dar uma resposta imediata e radical.
Já nas origens do povo de Israel constatamos um caso típico em Abraão. Deus lhe ordenou "Sai de tua terra" (Gn 12, 1), e o patriarca "partiu, como o Senhor lhe havia dito" (Gn 12, 4). Obedeceu sem hesitar, não exigiu sinal divino nem colocou condições.
Diversa foi, entretanto, a reação de Moisés ao ouvir: "E agora, vai! Eu te envio ao faraó para que faças sair o meu povo, os israelitas, do Egito". O peremptório mandato divino foi seguido de uma atitude dubitativa: "Quem sou eu para ir ao faraó e fazer sair os israelitas do Egito?" (Ex 3, 10-11).
Moisés sente-se incapaz de tão grande tarefa, mas Deus não aceita objeções. Para confirmar a origem divina do encargo, o escolhido recebe um sinal: "‘Joga a vara no chão', disse o Senhor. Ele jogou-a no chão, e a vara se tornou uma serpente" (Ex 4, 3). A seguir, para ajudá-lo a ter a força necessária, o Senhor afirma: "Vai, pois, Eu estarei contigo quando falares, e ensinar-te-ei o que terás de dizer" (Ex 4, 12).
| Abraão se dirige ao Vale de Canaã, por Antoine Étex - Igreja de São Pedro |
Cristo nos pede segui-Lo em uma vida nova
Também no Novo Testamento encontramos muitos exemplos de relatos vocacionais caracterizados, neste caso, por serem feitos em e através de Cristo. "Ele é quem dá significado a todos os chamados. Ele é o protagonista; tem consciência de sua missão de profeta e salvador e nos convida a dela participar".
O Messias começa sua vida pública chamando pessoalmente Pedro e André, seus primeiros discípulos: "Vinde após Mim e vos farei pescadores de homens" (Mt 4, 19). Passando adiante, chama também Tiago e João (cf. Mt 4, 20). E no dia seguinte encontra Filipe e diz-lhe: "Segue-Me" (cf. Jo 1, 43).
Cristo usa a vocação como um meio para reunir em torno de Si os Doze, mas estende também a outros este apelo (cf. Mc 3, 13-14), inclusive aos pecadores (cf. Mt 9, 13). "Toda a sua pregação tem algo que envolve uma vocação: um chamado a segui-Lo numa vida nova".
A resposta afirmativa a esse chamado vem acompanhada de uma garantia eterna: "Se queres ser perfeito, vai, vende teus bens, dá o dinheiro aos pobres e terás um tesouro no Céu. Depois, vem e segue-Me" (Mt 19, 21) - disse Jesus ao moço rico.
Um amigo exigente que indica metas altas
Para os convocados a seguirem os conselhos evangélicos na vida religiosa, Jesus faz uma proposta radical ante a qual todo o resto perde importância. A eles se aplicam com toda propriedade as palavras: "Se alguém Me quer seguir, renuncie-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me" (Mc 8, 34).
| Moisés e a sarça ardente - Museu de Guadalajara (Espanha) |
"Jesus é um amigo exigente que indica metas altas", afirma São João Paulo II. Esta proposta, acrescenta, "pode parecer difícil e em alguns momentos pode mesmo meter medo. Mas - pergunto-vos - será melhor resignarem-se a uma vida sem ideais, a um mundo construído à vossa própria imagem e semelhança, ou, pelo contrário, procurar generosamente a verdade, o bem, a justiça, e trabalhar por um mundo que espelhe a beleza de Deus, mesmo que com o custo de se ter de enfrentar as provas que isso comporta?".
A vocação é expressão da bondade divina
Embora o chamado seja individual, há nele uma dimensão comunitária que não pode deixar de ser lembrada neste artigo.
Tendo sido chamados por Deus à comunhão com seu Filho (cf. I Cor 1, 9), é necessário vivermos esta comunhão no Espírito, que anima o Corpo Místico de Cristo na diversidade dos seus dons (cf. I Cor 12, 4). A união de cada batizado com o Filho de Deus supõe a união de todos num mesmo Corpo (cf. At 4, 32), sob a direção dos pastores; quer dizer, a comunidade dos que foram chamados pelo Senhor, ou seja, a Igreja. Por isto Paulo afirma: "Sede um só corpo e um só espírito, assim como fostes chamados pela vossa vocação a uma só esperança" (Ef 4, 4).
É por meio do cumprimento da vocação que colocamos a serviço do próximo as qualidades a nós dadas por liberalidade. No final de nossas vidas teremos de prestar a Deus contas de nosso comportamento em relação aos outros e a nós mesmos, dos talentos recebidos em função de nossa vocação. "A Palavra de Deus nos assegura que este chamado é um plano de bem, de beleza e de paz pelo qual cada um de nós, com a ajuda do Senhor Jesus, poderá - se quiser - responder ao amor com o amor".
| Vocação de São Pedro e Santo André, por Juan de Roelas - Museu de Belas Artes de Bilbao (Espanha) |
"A vocação é, antes de tudo, dom de Deus: não se trata de escolher, mas de ser escolhido; é resposta a um amor que precede e acompanha. Para quem se torna dócil à vontade do Senhor, a vida se torna um bem recebido que tende, por natureza, a se transformar em oferta e dom". Devemos responder generosamente ao chamado de Deus, com a certeza de estar realizando um ato liberador. "De fato, o dom de Deus não anula a liberdade do homem, antes a suscita, desenvolve e exige". É nesta adesão à vontade divina que se encontra a verdadeira felicidade.
Cristo é o melhor dom porque Aquele que o Pai assim nos dá é o seu Filho, soberano, eterno como Ele.



