Como seus amores são belos,minha irmã, noiva minha. Seus amores são melhores do que o vinho, e mais fino que os outros aromas é o odor dos teus perfumes. Por isso Eu quero consumir meus dias, no seu amor! ══════ ღೋ♡✿♡ღೋ═══════

Ani Ledodi Vedodi Li


Mais do que qualquer outro motivo, esta é a razão pela qual quero fazer deste blog um caminho para amarmos mais a Deus, por isso seu nome: “Ani Ledodi Vedodi Li”

Para você entrar em nossos artigos click nas imagens nas laterais e encontrarás os lincks dos artigos postados.

Deus o Abençõe !

E que possas crescer com nossas postagens.

É algo louvável esconder o segredo dos Reis; mas há glória em publicar as obras de Deus!

A Igreja não tem pressa, porque ela possui a Eternidade. E se todas as outras instituições morrem nesta Terra, a Santa Igreja continua no Céu.

Não existem nem tempos nem lugares sem escolhas.

E eu sei quanto resisto a escolher-te.

"Quando sacralizamos alguém essa pessoa permanece viva para sempre!"

Sacralize cada instante de tua vida amando o Amado e no Amado os amados de Deus !


Pe.Emílio Carlos

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

João, filho da Virgem (III)


João acreditava amar o seu Mestre, e assim, pressentia o que um olhar contemplativo, o que uma alma infinitamente pura e dedicada, o que um sacrifício totalmente unido ao de Jesus Cristo poderiam produzir no domínio do conhecimento e do amor.

João descobria que Maria, mais do que o Precursor, levava em si toda a tradição e todas as esperanças de Israel.

Ela representava a ponta do nó misterioso que ligava a Antiga à Nova Aliança.

Ela era a Escritura viva, escrita, não com palavras, mas com as letras da carne e do sangue.

Ela era a fé que jamais se extingue, jamais enfraquece, a esperança indefectível, indestrutível, o amor que se torna um, uno, com o Amor.

Era ela a esposa do Espírito, era a sua oração, a sua inspiração viva, aqui neste mundo.


P. Paul Marie de la Croix, O.C.D.
O Evangelho de João e seu testemunho espiritual
Desclée de Brouwer

Começar 2011 com um segundo em oração

Frade franciscano apela a uma «elevação espiritual» que toque «todos os povos», sem a «euforia neurótica» que marca a passagem de ano




O frei Fernando Ventura quer que o primeiro instante de 2011, um segundo, seja dedicado à comunhão espiritual com todas as pessoas do planeta, independentemente das suas convicções religiosas.

“A ideia é de que, à medida que o novo ano fosse entrando em cada fuso horário, houvesse alguém com vontade de sair de si, em oração, independentemente da sua sensibilidade religiosa”, promovendo “acima de tudo um encontro de humanidade”, explica o religioso católico à Agência ECCLESIA.

O biblista pretende que o início de 2011 constitua, do “Oriente ao Ocidente”, uma “elevação espiritual” que possa “tocar todos os povos”, incluindo as “sensibilidades não religiosas” que “partilham o ser pessoa”.

A iniciativa ambiciona fazer “de uma nova década o início de um novo ciclo, aumentando a consciência universal da necessidade absoluta de ir para além das fronteiras religiosas, percebendo que Deus não tem religião nem limites filosóficos”, diz Fernando Ventura.

A proposta nasceu de um desafio deixado na página do Facebook do franciscano capuchinho por Abraão Rafael, que o religioso ainda não conhece pessoalmente, mas que acredita, pelos contatos que tem estabelecido, não “vir do mundo cristão”.

“É uma provocação o mais possível”, acentua frei Fernando Ventura, que qualifica de “meteórica” a adesão registrada naquela rede social da Internet poucas horas após a apresentação da ideia, que em 2011, diz, será uma espécie de “ensaio geral”.

O animador bíblico admite que a proposta “pode provocar algumas reações epidérmicas de alergia”, mas ainda assim já a levou à hierarquia da Igreja: o sacerdote sugeriu a D. Carlos Azevedo, bispo auxiliar de Lisboa, que a Conferência Episcopal Portuguesa aderisse à iniciativa e o prelado “disse imediatamente que sim”.

O religioso de 51 anos admite que um segundo “não é de todo suficiente, mas é um primeiro passo”: “Não podemos pedir demais. Para o ano vamos pedir dois…”, diz.

“O ser um segundo é uma provocação. É evidente que não chega. Mas devagarinho, talvez consigamos passar uma mensagem diferente, que não seja só a do Natal ‘made in China’ [fabricado na China] ou da euforia neurótica dos gritos dos primeiros momentos do ano”, sublinha.

A iniciativa tem também como objetivo purificar as crenças religiosas de concepções que instigam a guerra: “Penso que estamos no tempo de matar as religiões que matam”, frisa frei Ventura, para quem a atual “crise das religiões” é “querida por Deus”.

“Uma relação de fé com Deus implica uma relação de intimidade com os outros”, pelo que as religiões têm deixar de ser “combustível” para conflitos que não são mais do que políticos, defende.

Fernando Ventura fala de um “casamento de Deus com a História” para evocar a tradição judaico-cristã que salienta o desejo de harmonia e comunhão entre o divino e todas as culturas.

Nas primeiras linhas do Gênesis, livro que abre a Bíblia, “Deus começa solteiro”, manifestando-se num “espírito que paira sobre a superfície das águas”, e na última linha do Apocalipse, texto que encerra a Escritura, descreve-se “o encontro final” entre Deus e a humanidade, sintetiza o religioso.

A oração é a vida do coração novo!


Muitas vezes invertemos os papéis e queremos que Deus seja dócil à nossa vontade.

Fazemos isso quando rezamos de maneira errada e queremos obrigá-lo a cumprir aquilo que desejamos ou o que entendemos ser uma necessidade.

Na verdade a melhor atitude seria a de pedir-lhe a graça de ser dócil ao seu querer, de fazer sempre a sua vontade, pois sendo assim, obteríamos tudo.

Tudo que nos é necessário.

Jesus nos ensinou a melhor oração e nela repetimos "Seja feita a tua vontade assim na terra como no céu".

Esta frase vem antes de "Dai-nos hoje o pão nosso de cada dia". Isto nos dá docilidade.

Primeiro cumprimos a sua vontade e depois pedimos o que necessitamos.
Isto nos dá credibilidade.

Santa Teresa de Jesus diz que "quem não faz oração não necessita de demônio que lhe tente". Santo Afonso Maria de Ligório, por sua vez, diz que "é pela oração que todos os santos não só se salvaram, senão que chegaram a ser santos.

A oração é a vida do coração novo, diz o catecismo.

Deve animar-nos em todos os momentos. Nós, sem embargo, esquecemos muito facilmente sobre quem é nossa Vida e nosso Tudo.

Por isso, os Pais espirituais, na tradição do Deutoronômio e dos profetas, insistem na oração como um recordar-se de Deus, um frequente despertar a memória do coração: "é necessário acordar-se de Deus mais frequentemente que o próprio respiro" (S. Gregório Naziazena).

Porém não se pode orar em todo o tempo se não se ora, com particular dedicação, em alguns momentos: são os tempos fortes da oração cristã, em intensidade e em duração (Cat.2697)

Para estas graças tão grandes que Deus me fez a porta é a oração, dizia Santa Teresa de Jesus. Fechada esta porta não se conhece outra. É preciso abrir a porta a Deus, "que a quer só e limpa com vontade de receber (os dons de Deus"" (V 8,9).

Abrir a porta significa adotar uma atitude receptiva, acolhedora, aberta, com a qual manifestamos nossa vontade de receber uma pessoa que se espera, que está aqui.

Em termos de relação, significa acolher o amor, a companhia de alguém que nos brinda, responder a uma presença com um gesto de comunhão.

A amizade é o maior gesto da liberdade humana. Também e com mais razão o é a oração-amizade.

Aqui tem uma decisiva importância a imagem de Deus que possa ter. Em um primeiro momento a imagem de Deus que recebi. O serviço que nos prestam neste campo os místicos é excepcional.



Em um texto Santa Teresa nos diz que Deus "quer entrar e alegrar-se". Deus se consola com quem ora (CV 26,6), sente-se bem quando está conosco (CV29,6).

Como um grande amigo o Senhor dá sempre oportunidade à pessoa, e a espera, nem que seja por muitos dias e anos (2M1,3).

Intelectualmente, para quem crê que Deus é amor, isto não lhe oferecerá dificuldade, nem novidade. Não devemos nos espantar com tamanha consideração por parte de Deus - tudo é possível para o Senhor (V 34,12).

Trata-se de uma questão de fé, de um anúncio recebido, ponto de apoio para que se converta progressivamente em experiência.

Ninguém, porém, saberá do amor de Deus se não se trata com ele pessoalmente.

Santa Teresa escreve para que as pessoas possam "lambuzar-se" de um bem tão alto (V 18,6) que é o bem da oração.

Ela deseja despertar em seus leitores a vontade firme de tratar com quem faz tantas misericórdias (1M 1,4), animar-nos para grandes coisas (V13,3).

Santa Teresa sabe como ninguém sobre a dificuldade em iniciar e perseverar no caminho da oração.

A partir de sua experiência é que pode dizer: "quem poderá desconfiar, pois a mim tanto sofrimento me trouxe, só porque desejava e procurava tempo para que estivesse comigo? (8,8). Por isso não duvidará em afirmar o grande bem que faz Deus a uma alma que se dispõe à oração (V8,4).

Além do desejo no caminho da oração, é importante a perseverança, a superação da tentação do desalento, que pode levar ao seu abandono e os sentimentos de uma falsa humildade. Por isto afirma que "se não a abandona (a oração) encontrará o porto da salvação" (V 19,5).

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Provisões


"Porque assim diz o Senhor Deus de Israel a farinha da panela não se acabará e o azeite da botija* não faltará ate o dia em que o Senhor dê chuva sobre a terra.” 1º Reis 17,14


Houve um período de seca sobre Israel, tal acontecimento gerou miséria e fome sobre a terra.

Elias, um profeta de Deus, recebeu ordem de ir a cidade de Sarepta, onde, segundo o Senhor, seria sustentado ate a chegada da chuva.

Quando falamos em provisão, abastecimento, capacidade de sustentar, amparar e suprir necessidades, pensamos logo em fartura de bens.

O milagre de Deus, no entanto, não é um espetáculo para os olhos, é um presente para o coração e a alma.

O reino de Deus não é um reino de aparências.

Portanto, as realizações do Senhor são percebidas apenas por aqueles que estão atentos à simplicidade e a naturalidade com que Deus espera.

Seria muito mais fácil perceber o cuidado de Deus se Elias fosse recebido por um homem abastado, com uma dispensa cheia de alimentos.




No entanto, Deus enviou o profeta para a residência de uma viúva que vivia com seu filho e tinha para seu sustento somente um vaso com um bocado de farinha e uma botija com um pouco de azeite.

Foi um verdadeiro teste para a fé da viúva receber aquele profeta.

Ela estava catando gravetos para preparar a sua última refeição e comer com o filho.

Porém, quando o homem de Deus declarou que se ela obedecesse, Deus a abençoaria, ela confiou e agiu segundo a palavra do profeta.

Deus recompensou a fé da viúva, o azeite da botija não faltou e a farinha do vaso não acabou.

A viúva, seu filho e o profeta Elias se alimentaram por muitos dias.

Aprendemos com esta passagem que Deus é fiel e provedor.

Ele supre as nossas necessidades e realiza milagres de forma inesperada.

Quando Ele afirma que nada nos faltará, a sua palavra se cumpre no nosso dia-a-dia.

Porém, destacamos que Deus nos ensina que suprir necessidades se trata do que realmente é essencial, ou seja, o que verdadeiramente precisamos.

O seu "operar" também se dá onde menos se espera.

Dessa maneira, podemos comprovar que milagre verdadeiro é assim, como a botija da viúva: durará o tempo que for necessário e suprirá o que for necessário.

com minha benção
Pe.Emílio Carlos+

_____________________________

*Botija é uma vasilha de barro também conhecida como Múcura. Ninguém faz a mínima idéia do que é realmente uma botija.

Jaculatórias ao Imaculado Coração

Jaculatórias ao doce

e Imaculado Coração de Maria


Doce Coração de Maria, sede a minha salvação!

Viva o Imaculado Coração de Maria!

Coração Imaculado e Doloroso de Maria, tende piedade de nós!

Ó Coração de Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, inflamai-nos com aquele feliz fogo em que o vosso arde continuamente.

Imaculado Coração amabilíssimo, objecto das complacências da adorável Trindade, guardai no vosso Coração a todos nós e à santa Igreja.

Coração Imaculado de Maria, tão cheio de bondade e tão compassivo, sede o nosso caminho para Jesus.

Doce Coração de Maria, infundi-nos o amor das vossas virtudes.

Maria, nossa Mãe, fazei que sintamos a ternura do vosso maternal Coração

Coração Imaculado de Maria, ensinai-nos a Vossa caridade!

Doce Coração de Maria, ensinai-nos a Vossa humildade!

Concedei-me, Mãe, a graça que do Vosso Coração Imaculado e cheio de ternura, espero com toda a confiança.

Ó Coração Imaculado de Maria, compadecei-vos de nós!

Concedei-me, Imaculado Coração amabilíssimo de Maria, que viva e cresça incessantemente no vosso santo amor.

Coração Imaculado de Maria, rogai por nós que recorremos a Vós.

Coração santíssimo de Maria, rogai por nós, agora e na hora da nossa morte.

Coração Imaculado de Maria, sede a nossa força e alegria.

Coração adorável de Maria, sois o nosso amor.


Ó Imaculada


Pois só tu és digna, ó Imaculada

Deste à luz, formada pela tua carne, a Palavra (Logus) - antes, incorporal -, agora, gerada por Deus, Príncipe da divindade; pois só tu és digna, ó Imaculada, pela radiante emanação da tua pureza, a beleza da tua virgindade e os teus carismas imaculados.



Liturgia Bizantina, 12 de fevereiro, Teotokion da 1ª Ode
Trechos de: Textos Litúrgicos da edição oficial, citados em Joseph LEDIT,
Maria na Liturgia Bizantina. Ed. Beauchesne, Paris, 1976, pp. 31-46

Um encontro com Jesus


Quem não gostaria de ter um encontro com Jesus em pessoa?

Historicamente isso não é mais possível.

Porém, podemos encontrá-lo sim. Ele mesmo o prometeu e Jesus não fez promessas em vão.

Vamos lá.

Primeiramente podemos encontrá-lo em nós mesmos, no mais profundo do nosso ser, em nossa consciência, no Bem latente que desde sempre esteve em nós e não por nosso mérito.

Podemos encontrá-lo classicamente em cada próximo que encontrarmosnesse dia.

Se vivemos a Palavra, em cada uma delas está a sua presença que nunca passará.

Nas pessoas que aceitam o chamado de serem seus ministros.

Temos a sua presença na Eucaristia.

Podemos encontrá-lo na dor identificando-nos com ele no momento em que mais amou.

Onde podemos sempre encontrá-lo é na sua vontade a cada instante do dia.

com minha benção
Pe.Emílio Carlos+