Como seus amores são belos,minha irmã, noiva minha. Seus amores são melhores do que o vinho, e mais fino que os outros aromas é o odor dos teus perfumes. Por isso Eu quero consumir meus dias, no seu amor! ══════ ღೋ♡✿♡ღೋ═══════

Ani Ledodi Vedodi Li


Mais do que qualquer outro motivo, esta é a razão pela qual quero fazer deste blog um caminho para amarmos mais a Deus, por isso seu nome: “Ani Ledodi Vedodi Li”

Para você entrar em nossos artigos click nas imagens nas laterais e encontrarás os lincks dos artigos postados.

Deus o Abençõe !

E que possas crescer com nossas postagens.

É algo louvável esconder o segredo dos Reis; mas há glória em publicar as obras de Deus!

A Igreja não tem pressa, porque ela possui a Eternidade. E se todas as outras instituições morrem nesta Terra, a Santa Igreja continua no Céu.

Não existem nem tempos nem lugares sem escolhas.

E eu sei quanto resisto a escolher-te.

"Quando sacralizamos alguém essa pessoa permanece viva para sempre!"

Sacralize cada instante de tua vida amando o Amado e no Amado os amados de Deus !


Pe.Emílio Carlos

sexta-feira, 13 de março de 2015

-Abandonar-se nas mãos de Jesus -

“Abandone-se em minhas Mãos. Não me importa sua pequenez ou sua fraqueza. Eu peço é que me ame e ofereça tudo para consolar meu coração. Quero que saiba o quanto te amo e que tesouros meu amor te reserva. 

Quero que descanse sem medo em meu coração. Olhe-o e verá que esse fogo é capaz de consumir todo o que você tem de imperfeito. Abandone-se ao meu coração e não pense mais do que em me dar gosto. Quero que me ofereça tudo, até a menor dor, para compensar a dor que me causam as ofensas das almas.”
“Um só ato de amor, quando você se sente desamparada, repara muitas ingratidões de outras almas. Meu Coração as conta e as recolhe como bálsamo precioso.” “Quanto mais fraquezas encontrares em ti, tanto mais amor encontrarás em mim”.
Irmã Josefa Menéndez (1890-1923) recebeu mensagens de Jesus no convento da Sociedade do Sagrado Coração de Jesus en Les Feuillants, em Poitiers, França, entre 1920 e 1923. O então Cardeal Eugênio Pacelli, depois Papa Pio XII, aprovou a divulgação.
Os dois mandamentos do amor

Pergunta: Começamos por vos pedir que nos digais se os mandamentos de Deus obedecem a uma determinada ordem. Se há um primeiro, um segundo, um terceiro e assim por diante.

Resposta: O próprio Senhor determinou a ordem dos seus mandamentos. 
O primeiro e o maior é aquele que contempla o amor a Deus; o segundo, que lhe é semelhante, ou melhor, que é a sua realização e consequência, diz respeito ao amor ao próximo.
Pergunta: Começai por nos falar do amor de Deus. É certo que devemos amar a Deus; mas como devemos amá-Lo?

Resposta: O amor a Deus não se ensina. Ninguém nos ensinou a apreciar a luz nem a conservar a vida acima de tudo; nem ninguém nos ensinou a amar aqueles que nos colocaram no mundo ou nos educaram. Da mesma forma, ou melhor, com maioria de razão, não é um ensino exterior que nos ensina a amar a Deus. Na própria natureza do ser vivo – isto é, do homem – está depositada uma espécie de semente que contém em si o princípio desta capacidade de amar. É na escola dos mandamentos de Deus que recolhemos esta semente, a cultivamos diligentemente, a nutrimos com cuidado, e a trazemos ao seu florescimento através da graça divina. Aprovo o vosso zelo, ele é indispensável ao cumprimento do objetivo. […]

É preciso saber que esta virtude da caridade é uma, mas que, em potência, enlaça todos os mandamentos: «Se alguém Me ama, diz o Senhor, guardará as minhas palavras» (Jo 14,23); e ainda: «Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os profetas» (Mt 22,40).

São Basílio (c. 330-379), monge, bispo de Cesareia da Capadócia, doutor da Igreja
Grandes regras monásticas, Q 1-2
Quem está aqui, a velar por nós?

Maria se distingue por intervir, sem perturbar a realização do plano de Deus, sem diminuir o poder benéfico da sua luz, nem a eficácia da sua ação. 
No entanto, Ela intervém, mas suas manifestações se destacam pela delicadeza tão sutil, terna e suave! 
É uma coincidência aparentemente fortuita, a súbita tranquilidade, uma luz, um encontro, um nada, insignificante na aparência, mas no qual a alma sabe reconhecer com fidúcia, a ação, o sorriso, o perfume e assim, a presença de sua Mãe.
Sombra silenciosa na noite, Maria esparge doçura, sem suprimir o sofrimento, cria uma suave penumbra, sem dissipar as trevas.
Esta doçura e esta penumbra são produzidas pela certeza da sua ação e pela percepção difusa de sua presença.
Saber que a Mãe está presente a velar sobre o filho, em plena noite, coloca o coração dele em festa, renova suas forças, fortalece sua esperança (...).
A verdadeira intimidade é estabelecida entre Maria e a alma, intimidade que a vida espiritual dos santos expressam e confirmam, quando eles estão dispostos a nos revelar as suas confidências.

Venerável Padre Marie Eugène do Menino Jesus
Em Je veux voir Dieu (Eu quero ver Deus), página 893


“A essência do amor”.


Este tempo quaresma é tempo de revisão de vida e o grande e maior mandamento da lei de Deus se resumi em um só: “Ame a Deus de todo teu coração , de toda tua alma e com todo teu entendimento e ao próximo como Eu vós amei”.
Não poderia ser de outra forma, pois o amor é a essência da nossa vida. Deus nos fez, acima de tudo, para o amor pois ele é amor.
Se o amor é a essência da nossa vida, qual é a essência do amor?
Se pudéssemos resumir todo o amor numa atitude, qual seria?
Eu diria que a essência do amor é “a alegria de fazer o outro ser feliz”.
O amor é, antes de mais nada, uma força para o outro. É um dirigir-se para o outro. Por isso, deve aparecer a palavra “outro” na sua definição. Assim sendo, o contrário do amor é uma força para si mesmo, um dirigir-se para si mesmo. E isso é o egoísmo. O que precisamos ter muito em conta é que a força para nos dirigirmos a nós mesmos é muito grande. Todos temos uma tendência forte ao egoísmo.
 
O amor é uma descoberta. É a descoberta do outro.
Trata-se da descoberta de que me causa mais alegria fazer o outro ser feliz do que me fazer feliz. Penso que este exemplo reflete bem o que é o amor. Vamos imaginar um casal de namorados que adora pão de mel. Um deles, a namorada, por exemplo, estando em sua casa, vai à cozinha para pegar o pacote de pão de mel para os dois comerem e descobre que só resta um. Ela poderia pensar: este pão de mel é para mim, pois adoro pão de mel. Vou falar para o meu namorado que ele acabou e depois eu o comerei. Mas, ao invés disso, ela pensa: adoro pão de mel, mas me sentirei muito mais feliz vendo a cara do meu namorado comendo pão do mel do que se eu mesma o estive comendo. Isso é o amor! É a descoberta de que dá mais alegria fazer o outro ser feliz do que fazer feliz a si próprio.
 
Com essa descoberta nasce um desejo de sairmos de nós mesmos, de fazermos uma pessoa especial ser feliz, como é o caso de uma namorada, de um namorado, de um marido, uma esposa, e isso se estende também a todas as pessoas do mundo.
Esta é a essência do amor: “a alegria de fazer o outro ser feliz”. Se essa é a essência do amor, eu costumo dizer que em todo amor deve haver uma saudável disputa, que não costuma ser a que ocorre por aí, para ver quem faz o outro ser mais feliz!

Vamos imaginar o casal terminando de jantar. O marido se levanta rapidamente e diz para a esposa:
- Deixa que eu lavo a louça, pois você está muito cansada!
A esposa ouve aquilo e reage logo em seguida:
- Que é isso, meu bem, deixa que eu lavo a louça, pois você está mais cansado do que eu.
O marido não se deixa vencer:
- Que é isso, meu bem, com certeza você está mais cansada do que eu. Deixa que eu lavo a louça.
A esposa responde:
- Não, não, de jeito nenhum, deixa que eu lavo a louça.
E aí começa aquela saudável disputa para ver quem faz o outro ser mais feliz.
Em quantos casais vemos essa disputa?...

Não importa, vamos nós colocá-la em prática! Que comece a haver essa disputa no nosso dia a dia, desvivendo-nos para fazer os outros serem felizes:
- enchendo-os de carinho;
- servindo-os em mil detalhes;
- elogiando-os;
- aliviando-os em suas cargas;
- interessando-nos por suas coisas;
- alegrando-os;
- acolhendo-os com todo carinho etc, etc.

Seguindo esse caminho, vamos pôr em prática o que Cristo nos recomendou: dar a vida pelos outros. E com toda a certeza encontraremos a maior felicidade que há no mundo. Vale a pena!
 
 Pe.Emílio Carlos Mancini.


Quaresma Tempo de Penitência e Conversão

A Quaresma, que está começando, é tempo forte de conversão e penitência. São quarenta dias de preparação para a celebração do Mistério Pascal - paixão, morte e ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, centro de toda a nossa vida cristã e o ápice de toda nossa fé.
 Recebendo as cinzas sobre nossas frontes, somos despertados a respeito de nossa triste condição de pecadores, que acompanha nossa vida peregrina neste mundo, e da necessidade de buscarmos conversão enquanto é tempo. Pois este é o tempo propício que o Senhor nos preparou: a Páscoa da Ressurreição.
No entanto, a Quaresma quer tematizar para nós uma atitude de vida cristã que deve ir para além dos 40 dias, isto é, que deve ser permanente, porque permanente é nossa situação de pecadores, animando-nos a cada dia e durante todo o ano a andar vigilantes e atentos no amor de Deus e na prática do bem.

O importante para nós é vivermos a cada dia em Cristo Jesus, Nosso Senhor. Para nos ajudar a viver em Cristo, a Igreja celebra os principais mistérios de Cristo, desde a sua Encarnação até a sua Ascensão e vinda gloriosa, revivendo-os ao longo do chamado Ano Litúrgico.
No centro do Ano Litúrgico, como sabemos, está a Páscoa. A Páscoa se celebra no Domingo da Páscoa, sendo mais importante neste domingo maior a Vigília Pascal, chamada a Vigília-mãe de todas as vigílias e considerada o ponto mais alto de todo o Ciclo Pascal. E a Páscoa é também o fundamento de nossa fé cristã. A ressurreição do Crucificado remete-nos ao sentido último de nossa própria vida: a vida e não a morte. Comemorando a Páscoa, celebramos a Ressurreição de Cristo-Cabeça e a nossa ressurreição, dos cristãos os seus membros.

O Ressuscitado, que é nossa vida, nos garante a ressurreição futura e nos chama desde agora a viver conforme a esta vida, a defender a vida e a promover a paz.
Ao entrarmos no retiro espiritual deste tempo quaresmal, a Liturgia nos propõe como modelo de penitência dos cristãos o próprio Jesus que jejua, que ora e que passa fazendo o bem. Jesus nos mostra o caminho para a observância quaresmal da penitência, indicando como se deve pôr em prática os três exercícios de verdadeiro culto prestado a Deus, conhecidos no Antigo Testamento e tratados por Jesus mesmo, segundo Mateus 6, 1-18: oração, jejum, esmola.
São Leão Magno, no século V, já falava que estas três práticas se ligavam profundamente com os três principais relacionamentos do homem: com Deus, pela oração; com a natureza, pelo jejum; com o próximo, pela esmola. Um equilíbrio necessário para se resgatar a plena harmonia e realização, rompidas pelo pecado. Este Evangelho de Mateus, lido na quarta-feira de cinzas, abertura da Quaresma, apresenta para todos nós o programa da penitência quaresmal.

A Quaresma, portanto, é este tempo forte de oração intensa, de jejum religioso e de verdadeira caridade, a exemplo de Jesus orante que freqüentemente se recolhia para uma oração profunda de comunhão com o Pai (atitudes de oração), de Jesus penitente que vivia pobre e livre de coisas e apegos (atitudes de jejum) para ampliar espaços para Deus e os outros, de Jesus misericordioso que passava fazendo o bem, servindo, salvando, dando sua vida por todos (atitudes de esmola).
A quaresma é uma viagem, uma peregrinação. E, ao empreendê-la, já desde o primeiro passo na «radiosa tristeza» da Quaresma, percebemos ao longe, bem longe, o destino à alegria da Páscoa, a entrada na glória do Reino.

E é esta visão, o gosto antecipado da Páscoa, que torna radiosa a tristeza da Quaresma e que faz de nosso esforço na Quaresma «primavera espiritual». A Quaresma é o socorro que nos oferece a Igreja, escola de arrependimento que, somente ela, nos tornará possível acolher a Páscoa não como uma simples permissão de comer, beber e se divertir, mas verdadeiramente como o fim daquilo que é «velho» em nós, como nossa entrada no «novo».
Na Igreja primitiva, o principal objetivo da Quaresma era preparar ao batismo os catecúmenos, isto é, os Cristãos recém-convertidos, em um tempo em que o batismo era ministrado durante a liturgia pascal. Entretanto, mesmo quando a Igreja não batizava mais adultos e a instituição do catecumenato tinha desaparecido, o sentido da Quaresma permaneceu o mesmo. Pois, apesar de sermos batizados, o que perdemos e traímos constantemente é precisamente o que recebemos no batismo. É por isso que a Páscoa é nosso retorno anual a nosso  próprio batismo, enquanto que a Quaresma é a preparação a este retorno, o esforço lento e resistente para, finalmente, realizar nossa própria «passagem» ou «Páscoa» na nova Vida em Cristo. A liturgia de Quaresma conserva ainda hoje seu caráter catequético e batismal, não é como um resto arqueológico do passado, mas como algo de valioso e essencial para nós. Pois, a cada ano, a Quaresma e a Páscoa nos fazem redescobrir uma vez mais e recobrar aquilo que a passagem batismal através da morte e da ressurreição havia operado em nós.

A Campanha da Fraternidade faz parte também da observância quaresmal e é exercício excelente e prioritário de culto a Deus, como momento forte de evangelização e de solidariedade humana e social. Ela aprofunda a vivência da fraternidade, comprometendo-nos concretamente com a libertação do mal e do pecado.
A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), em parceria com o CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil), nos convida neste ano, em comunhão ecumênica, a rezar pela paz, a promover a paz e a lutar pela paz, começando dentro de nós, entre nós, ao nosso derredor e em todo o mundo e nós traz como tema e lema: “Fraternidade: Igreja e Sociedade” e lema “Eu vim para servir” (cf. Mc 10, 45), a  Campanha da Fraternidade (CF) 2015 buscará recordar a vocação e missão de todo o cristão e das comunidades de fé, a partir do diálogo e colaboração entre Igreja e Sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II.
O Senhor nos abençoe nesta Quaresma e nos dê o espírito de conversão, vencendo em nós todo o pecado, causa da violência e divisões, e fazendo de todos nós instrumentos de sua paz. Pois também este ano a CNBB proclamou o ano da Paz no Brasil. Amém!

Pe.Emílio Carlos Mancini+
Diocese de São Carlos
Vigário Episcopal para as Novas Comunidades


Quaresma é Jesus Cristo!

Como vocês sabem, na quarta-feira próxima  passada iniciamos a famosa Quarta-Feira de Cinzas, dia em que se inicia o período da Quaresma.
Mas o que significa a Quaresma? Qual a sua origem?
A Quaresma remonta há muitos séculos, quando os cristãos viram a necessidade de reservar um período para a preparação da maior festa da Igreja, que é a Páscoa, dia em que Jesus Cristo nos salvou morrendo na cruz.
Depois de algumas variações, foi estabelecido o período de quarenta dias, que começa com a Quarta-Feira de Cinzas.
A Quaresma é, então, um período de preparação para a Páscoa. E como se faz essa preparação? Faz-se pensando que:
- é o pecado que nos afasta de Deus e levou Jesus a vir à terra para nos salvar;
- devemos procurar arrancar o pecado da nossa alma;
- dentro em breve nos encontraremos com Deus, e Ele quererá ver a nossa alma mais pura - quanto possível; os quarenta dias da Quaresma simulam toda a duração da nossa vida; como se tivéssemos só quarenta dias para ir ao encontro de Jesus; portanto não há tempo a perder.
O centro da Quaresma é a consciência do pecado e o desejo de tirá-lo da nossa alma. É nesse sentido que a Quaresma é um período de penitência, no qual devemos ter como objetivo purificar a nossa alma.
Que penitência ou sacrifício podemos fazer no período da Quaresma?
Sugiro alguns:
- não tomar refrigerante, ou ao menos diminuir seu consumo;
- não comer chocolate, ou consumi-lo em menor quantidade;
- não comer doce, ou reduzir o consumo;
- acessar menos o Facebook, o whatsapp, o Instagram;
- não comer fora de hora;
- tomar menos cafezinho;
- não jogar videogame, ou jogar menos;
- ouvir menos música etc.
A escolha do sacrifício vai de cada um. Mas, além do sacrifício, a Igreja nos aconselha a, neste período, intensificar a oração e a esmola.
Intensificar a oração: pensar mais em Deus. Em geral, lembramo-nos de Deus poucas vezes no dia. Se estamos nos preparando para ir ao seu encontro, se Deus deve ser o primeiro amor em nossa vida, é normal que pensemos nEle muitas vezes no dia. Sugiro que vocês rezem pelo menos três vezes por dia: de manhã, ao acordar, no meio do dia, alguma breve oração, e à noite, antes de deitar.
E a esmola, o que significa?
O significado normal é ajudar uma pessoa necessitada. Mas não podemos nos esquecer de que podemos dar esmola no dia a dia às pessoas que vivem à nossa volta:
- a esmola do sorriso;
- a esmola da ajuda, do serviço;
- a esmola da paciência;
- a esmola do afeto, da atenção;
Por fim, não podemos nos esquecer de que a Igreja recomenda o jejum e a abstinência de carne em dois dias especiais na Quaresma: na Quarta-Feira de Cinzas e na Sexta-Feira Santa (sexta-feira antes da Páscoa):
- abstinência de carne a partir dos 14 anos;
- jejum e abstinência dos 18 aos 60 anos.
O jejum não significa não comer nada, mas comer menos do que o habitual. Muitas pessoas tomam um café mais fraco, almoçam como de costume e fazem um jantar mais frugal.
Como dizia São João Paulo II, o fruto da Quaresma é Jesus Cristo. É verdade! Com toda a certeza, viver a Quaresma, como dissemos acima, é algo que nos aproximará muito mais de Deus. Vale a pena!
Uma santa Quaresma a todos!

quarta-feira, 11 de março de 2015

Esclarecendo e Retomando

Faz um tempão que não escrevo nenhum artigo ou coloco alguma matéria em nosso Blog.
Este tempo foi corrido quero agora voltar a postagens .
Vocês devem ter notado que o Blog há um certo tempo anda realmente parado. 
E tirando as cobranças dos mais apressadinhos, sei que muitos que me acompanham sabem que ultimamente ando até a cabeça com trabalhos. 
Agora mesmo terminei um artigo para um jornal semanal de Itapolis.
Além de ter uma vida pessoal correndo ao mesmo tempo. 
Agora minha transferência para outra paróquia .
São coisas que eu dou prioridade sim. Não sou refém da internet, e mesmo o Blog que muito amo  sendo um “filho” pra mim, não posso deixar ele tomar as rédeas dos meus dias.
A questão é que agora tudo vai ficar ainda mais corrido. 
Terei mais trabalho, penso eu com esta mudança  e ainda tenho todas as preocupações menores que se arrastam. Pra ajudar, nas última semanas fiquei sem computador e internet devido a mudança .
Porém, mesmo assim o BlogANI LEDODI VEDODI LI passará por algumas mudanças pra que volte a ser o que sempre foi. 
Tudo realmente aos poucos. 
E peço a compreensão de todos vocês para isso. Sei que para muitos isso é só desculpa furada e tudo mais. Minha opinião para os mesmos é: Ok. Se você consegue trabalhar, estudar, viver e tudo mais, e ainda ter tempo para sustentar seus hobbies todos os dias, acho muito legal. 
Mas tenho certeza que muitos aqui sabem como é estar esgotado a noite, sem ânimo, sem pique e só querer descansar ou não se preocupar com outras responsabilidades. 
E é por essa galera que o ANI LEDODI VEDODI LI não vai parar. Além do carinho que eu tenho pelo blog, sei que existem muitos leitores fieis que o frequentam.
Meu carinho e abraço a todos.

Pe.Emílio Carlos Mancini .