Como seus amores são belos,minha irmã, noiva minha. Seus amores são melhores do que o vinho, e mais fino que os outros aromas é o odor dos teus perfumes. Por isso Eu quero consumir meus dias, no seu amor! ══════ ღೋ♡✿♡ღೋ═══════

Ani Ledodi Vedodi Li


Mais do que qualquer outro motivo, esta é a razão pela qual quero fazer deste blog um caminho para amarmos mais a Deus, por isso seu nome: “Ani Ledodi Vedodi Li”

Para você entrar em nossos artigos click nas imagens nas laterais e encontrarás os lincks dos artigos postados.

Deus o Abençõe !

E que possas crescer com nossas postagens.

É algo louvável esconder o segredo dos Reis; mas há glória em publicar as obras de Deus!

A Igreja não tem pressa, porque ela possui a Eternidade. E se todas as outras instituições morrem nesta Terra, a Santa Igreja continua no Céu.

Não existem nem tempos nem lugares sem escolhas.

E eu sei quanto resisto a escolher-te.

"Quando sacralizamos alguém essa pessoa permanece viva para sempre!"

Sacralize cada instante de tua vida amando o Amado e no Amado os amados de Deus !


Pe.Emílio Carlos

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Feridas Abertas

Prepare-se! Cada dia é em si mesmo um chamado para novas batalhas e os vencedores serão aqueles que estiverem mais bem preparados, afinal de contas, a vida não aceita desculpas como o famoso: "ninguém me avisou…".

Será que é preciso avisar mais alguém que sem estudar não se chega a lugar nenhum?

Será que é preciso avisar que estamos na era digital e que o computador substituiu a máquina de escrever?

Fala sério! É preciso avisar que o cigarro mata? Que a bebida alcoólica causa dependência, que a cocaína vicia e corrói o cérebro pelas beiradas e transtorna muitos lares, que o orgulho mata, fere, machuca e cobra um alto preço da nossa felicidade?

Será que tem gente que ainda não sabe o valor do respeito?

Será que fazem mal aos outros por ignorância das Leis Divinas? Será que sequestram pessoas sem saber da Lei dos homens?

Por quê alegamos ignorância quando a dor nos visita ou a própria vida vem cobrar os nossos erros, seja através de doenças, da dor ou sofrimento?

Hoje você tem diante de si uma porta chamada " futuro" e que não é preciso bater para se entrar, nem precisa de apresentação, nem carteirinha, nem padrinho nem "quem indicou", precisa sim, ter coragem de abandonar aquilo que sabemos ser prejudicial a nós mesmos, ao próximo (e até ao distante), e assumir uma postura bem simples diante da vida: "eu me amo, me aceito e luto para que cada dia seja o meu melhor dia". Bem vindo ao futuro, hoje!
Os Padres levantaram-se repentinamente de suas cadeiras e aplaudiram de pé

Maria é a verdadeira Arca da Aliança, o verdadeiro Templo onde Deus se encarnou. É neste contexto que a devoção Mariana toma o seu lugar. 
A este respeito, o Papa Bento XVI referiu-se ao Concílio Vaticano II:
“Minha memória mantém a lembrança indelével do momento em que, ouvindo estas palavras, nós declaramos a Bem - Aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja. Os Padres, espontaneamente se ergueram de seus assentos num élan único e aplaudiram, de pé, prestando homenagem à Mãe de Deus, que é nossa Mãe e Mãe da Igreja.”
Ao homenagear Maria, a Igreja não inventa algo “à parte” da Escritura. Ela cumpre a profecia feita por Maria, quando visitou sua prima Isabel: “Doravante todas as gerações me chamarão bem-aventurada”. Tornando-se Papa, em 2005, Bento XVI jamais deixou de promover esta devoção, por meio do Santo Rosário e da visita aos santuários marianos.
O que é “ser Igreja”?                                                                                                       Escrito II

Esta é uma daquelas perguntas, cuja resposta, num primeiro momento, dá-se por óbvia. Mas, será que realmente sabemos o que é “ser Igreja”? Para levar adiante esta reflexão, quero falar de algo importante para entender de fato o que é ser Igreja.

Ser Presença

Ouve-se pouco falar do assunto “presença”. Fala-se de quem estava presente neste ou naquele ato, ou de quem não pode estar; anunciam-se presenças ilustres em determinados eventos para motivar outras presenças e maior participação; criticam-se convidados de honra que não marcam presença e não justificam o motivo da ausência; criam-se contágios festivos com presenças animadoras; lamenta-se quando aparecem presenças indesejadas etc... Presença e ausência é questão de convivência e muito mais.

Como tantos temas, a categoria presença é uma realidade que vale a pena ser tratada e refletida no sentido de ser Igreja e uma Igreja que caminha para a construção do Reino de Deus.
Às vezes se vai vivendo e convivendo e uma certa rotina nos invade. Isto pode tirar a relevância de questões muito importantes e assim vão passando para a sombra do nosso cotidiano.
Que diferença existe entre “ser presença” e “estar presente”?
Em verdade, eu posso estar presente sem ser presença. Isto se dá quando predomina a formalidade, a conveniência e não há laços, nem compromissos de vida e comprometimento com a comunidade e envolvimento, apenas me faço presente e usufruo do que me é oferecido. Chego e saio, participo e me ausento sem deixar marcas mais profundas e significativas, nem ao momento e nem às pessoas, pois não me sinto envolvido.

Posso estar presente por interesses pessoais e quando alcancei o objetivo serei um ilustre ausente. Um exemplo desta mesquinha realidade acontece em tempos de campanha política. São efusivos e abundantes os abraços, beijos e gestos de proximidade; prometem-se compromissos de imediata generosidade; chora-se em enterros; aplaudem-se momentos festivos e aqui o “estar presente” continua sendo uma encenação de oportunismos.

Não é estranho o “estar presente” de quem chega para agradar o companheiro ou a companheira com quem vai andando. A ocasião pode despertar um vínculo, mas pode se tornar uma simples passagem insignificante para quem convidou ou necessita do conforto e da ajuda.
Felizmente pode-se “estar presente” como decorrência do “ser presença”. Neste caso há vínculos de amizade e comprometimentos cultivados e comprovados de longo tempo e de sincera convivência.

Quando se é presença, se está presente com o todo de nosso ser e não só empenho uma função, ou estou em uma escala, visto uma opa, dou uma catequese, assisto missa nem participo, pois somente sou cumprido de rito e faço somente o que me convêm, enquanto não me desinstala. Nem nas horas de alegria precisamos dar muitos gritos e nem nas horas de tristeza precisamos dizer muitas palavras. A presença já aumenta o contágio da festa e confirma a solidariedade na dor.
Quando se é presença na vida das pessoas, ao chegar a hora da festa, o abraço e o sorriso aumentam a graça dos festejados. Quando se é presença na vida, na hora do sofrimento, do luto e da dor o silêncio da sintonia já transmite a grande mensagem da solidariedade. Geralmente, quando se é presença na família, na comunidade e nos ambientes de trabalho, não precisamos de muita explicação e de muitas palavras. A presença amorosa e comprometida já fala por si.
Quem sabe ser presença na vida das pessoas, e da comunidade jamais cairá no esquecimento.
A pessoa é presença quando sempre se pode contar com ela: na alegria ou na tristeza, na saúde ou na doença. Como faz bem ouvir de alguém: “Conte sempre comigo!”
Quando falamos de serviço, de missão e de testemunho, na vida de uma comunidade cristã católica lembramos de qual sacramento?

Do sacramento da Confirmação é claro, ou como costumamos dizer, da Crisma. Desde modo, o mistério da Confirmação nos faz ser presença e não somente estar presente. Pois assinalados na Confirmação com o Dom do Espírito, somos mais perfeitamente configurados ao Senhor e repletos do Espírito Santo, para levar o Corpo de Cristo, isto é, a Igreja, o quanto antes à plenitude, dando testemunho de Cristo no mundo.

A propósito disso, vale recordar o ensinamento do Concílio Vaticano II: “A Igreja peregrina é, por sua natureza, missionária” (Ad Gentes 2). Na Igreja a unidade sustenta a comunidade.
Juntos peregrinamos em direção à Jerusalém Celeste, e nesse peregrinar, em mutirão vamos construindo a Nova Terra, o Reino de Deus, que também é nosso. Reino de paz e de justiça, onde “não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor” (Ap 21,4).
Deste Reino, a Assembleia Eucarística é antecipação e prelúdio, pois comendo e bebendo ao redor da mesma mesa, recebemos a vida eterna e exprimimos a unidade do povo de Deus (Ritual da Iniciação Cristã de Adultos 2).

O Mistério da Igreja é bem maior que isso. Ele nos envolve e nos ultrapassa. Eu apenas sinalizei o caminho. Cabe a você levar adiante essa reflexão. Se estiver atento, vai descobrir novos caminhos para continuá-la. Aqui vai outro segredo: o desafio não é apenas saber “o que é ser Igreja”, mas viver como Igreja, sendo no mundo o bom perfume de Cristo (2Cor 2,15).
Tudo na simplicidade sendo presença e não peso morto somente presente.

1) Como eu posso me avaliar : Presente! Presença! Peso morto! Ocupo espaço!

2) É bom lembrar a parábola de Jesus e a figueira estéril: “Certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha; e indo procurar fruto nela, e não o achou. Disse então ao viticultor: Eis que há três anos venho procurar fruto nesta figueira, e não o acho; corta-a; para que ocupa ela ainda a terra inutilmente? Respondeu-lhe ele: Senhor deixa-a este ano ainda, até que eu cave em derredor, e lhe deite estrume; e se no futuro der fruto, bem; mas, se não, cortá-la-ás.” (Lucas 13,6-9)

3) Outro texto : “E ao outro dia, como saíssem de Betânia, teve fome. E tendo visto ao longe uma figueira, foi lá a ver se acharia nela alguma coisa; e quando chegou a ela, nada achou, senão folhas, porque não era tempo de figos. E falando-lhe disse: Nunca jamais coma alguém fruto de ti para sempre; o que os discípulos ouviram. E no outro dia pela manhã, ao passarem pela figueira, viram que ela estava seca até as raízes”. (Marcos, 11, 12-14) A)A figueira seca é o símbolo das pessoas que apenas aparentam o bem, mas na realidade nada produzem de bom. B) também o símbolo de todas as pessoas que podem ser úteis e não o são; de todas as utopias, de todos os sistemas vazios, de todas as doutrinas sem bases sólidas.
O que falta, na maioria das vezes, é a verdadeira fé, a fé realmente fecunda, a fé que comove as fibras do coração, em uma palavra, a fé com obras, pois sem obras é vã. Como posso avaliar minha fé? Comprometida? De fachada? Só de estar presente?

Para Refletir: Que árvores estamos sendo? Árvores frondosas, mas sem frutos, e é por isso que Jesus as condena a esterilidade, pois dia virá em que ficarão secas até à raiz. Isso quer dizer que todos os sistemas, todas as doutrinas que não produziram nenhum bem para a humanidade, a sociedade e a comunidade, serão reduzidas a nada; e que todos os homens voluntariamente inúteis, que não se utilizaram os recursos de que estavam dotados, serão tratados como a figueira seca.

Pe. Emílio Carlos Mancini +
 Pérola do dia:






Toda ação nasce de um desejo.
Por isso, é muito importante termos a consciência clara dos nossos desejos.


E que estes estejam no centro absoluto da vontade de Deus.

terça-feira, 4 de novembro de 2014


O que é “ser Igreja”?

igreja

Esta é uma daquelas perguntas, cuja resposta, num primeiro momento, dá-se por óbvia. Mas, será que realmente sabemos o que é “ser Igreja”?
Para levar adiante esta reflexão, vou me reportar a uma música. Isso mesmo, a uma música. Ou melhor, a um canto. Sabe por quê? Vou lhe contar um segredo. É que a arte tem o poder de expressar com tamanha naturalidade aquilo que o conceito puro e simples encontra dificuldades em manifestar.

Este canto que tenho em mente – talvez você já até saiba qual seja – é usado em nossas liturgias e também em encontros pastorais. Sobretudo aqueles relacionados a momentos fortes da vida da comunidade, como uma assembléia paroquial. E então, vai arriscar? Sabe qual é? Uma linha de cada vez! Não vá adiantar a leitura. Vamos lá! Enquanto escrevo é como se eu o ouvisse cantando.
Trata-se do canto “É tempo de ser Igreja”, composto pela Irmã Maria Luíza Pedroso Ricciardi, da Congregação das Filhas de São Paulo, conhecidas como Irmãs Paulinas. Você terá que concordar comigo que este belo canto muito contribui com nossa proposta de refletir sobre o “ser Igreja”.

É claro que ele não esgota todo o assunto. Você e eu já sabemos disso. Mas ele apresenta algumas pistas sobre o tema. As pistas nunca esgotam um assunto. Elas são o que são: pistas. Apenas sinalizam um caminho seguro para continuar desenvolvendo a reflexão. Vamos ao canto.
“Agora é tempo de ser Igreja,/ caminhar juntos, participar”. Este é o refrão. Ele, ao mesmo tempo em que abre o canto também lhe dá o tom, sua marca característica. O “ser Igreja” é marcado pela caminhada, pela unidade e pela participação. Mas quando? “Agora”, diz o canto. Não em um futuro distante. Nem mesmo amanhã. Mas “agora”, neste exato momento: agora é tempo de ser Igreja, agora é tempo de caminhar juntos, agora é tempo de participar.

Mas, se “ser Igreja” é isso, o que nos diferencia das instituições e associações civis? Bem, “ser Igreja” é isso sim, mas não se reduz somente a isso. Vamos ver a primeira estrofe do canto: “Somos Povo Escolhido/ e na fronte assinalados/ com o nome do Senhor/ Que caminha ao nosso lado”. Na origem do “ser Igreja” encontra-se o chamado à fé, fruto da eleição divina, que conduz ao Batismo. Ao passar pelas águas da salvação somos incorporados a Cristo e tornamo-nos membros da Igreja, do Povo de Deus (Ritual da Iniciação Cristã de Adultos 2). Na Igreja não estamos sozinhos, pois além da presença dos irmãos e irmãs contamos também com a presença do próprio Jesus Cristo. Ele mesmo disse que estaria conosco (Mt 18,20; 28,20). Esta primeira estrofe canta, então, o mistério do sacramento do Batismo, que nos faz Igreja, Povo eleito, Sacerdócio régio, Nação santa (1Pd 2,9), filhos e filhas no Filho de Deus. Veja só, que maravilha.

A segunda e a terceira estrofes do canto apresentam elementos novos para a nossa reflexão: “Somos povo em missão/ já é tempo de partir/ é o Senhor quem nos envia/ em seu nome a servir”; “Somos povo-esperança/ vamos juntos planejar/ ser Igreja a serviço/ e a fé testemunhar”. Quantas coisas bonitas aqui. O “ser Igreja” é caracterizado pela missão. Missão é movimento que tem origem no próprio ser de Deus. Não é simplesmente um sentimento altruísta. “Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio” (Jo 20,21), disse Jesus aos Apóstolos na tarde da ressurreição. A propósito disso, vale recordar o ensinamento do Concílio Vaticano II: “A Igreja peregrina é, por sua natureza, missionária” (Ad Gentes 2).

Missão tem a ver com serviço e testemunho. Na missão, na Igreja, não fazemos nada por nós mesmos, mas sempre em nome de Cristo. É em nome de Cristo que servimos ao irmão, ao próximo, ao necessitado. Fazendo isso, damos testemunho da nossa fé no mesmo Cristo. Pois, como afirma são Tiago, “a fé sem obras é morta” (Tg 2,14). E tudo isso “já”, diz o canto. Nada de ficar esperando para depois. Somos chamados a “ser Igreja” no hoje da nossa vida.
Quando falamos de serviço, de missão e de testemunho, lembramos de qual sacramento? Do sacramento da Confirmação é claro, ou como costumamos dizer, da Crisma. Desde modo, a segunda e a terceira estrofes cantam o mistério da Confirmação. Pois assinalados na Confirmação com o Dom do Espírito, somos mais perfeitamente configurados ao Senhor e repletos do Espírito Santo, para levar o Corpo de Cristo, isto é, a Igreja, o quanto antes à plenitude, dando testemunho de Cristo no mundo (Ritual da Iniciação Cristã de Adultos 2).

Você já havia pensado em tudo isso quando entoava esse canto? Então, acreditamos que sabemos… é como a pergunta que motiva esse texto. Mas o canto ainda nos reserva mais surpresas, muito boas, por sinal.

Vamos à quarta e última estrofe: “Somos povo a caminho/ construindo em mutirão/ nova terra, novo Reino/ na fraterna comunhão”. O “ser Igreja” é esse “povo a caminho”. Estamos todos em movimento. Mas, para onde, para que direção? Rumo à Jerusalém Celeste, à Nova Terra, ao Reino definitivo. Somos Igreja peregrina. A Eucaristia é o alimento que nos sustenta nessa jornada, o nosso viático. Ela gera na Igreja a fraterna comunhão, pois “embora sendo muitos, formamos um só corpo, porque todos participamos do mesmo pão” (1Cor 10,17).

Na Igreja a unidade sustenta a comunidade. Juntos peregrinamos em direção à Jerusalém Celeste, e nesse peregrinar, em mutirão vamos construindo a Nova Terra, o Reino de Deus, que também é nosso. Reino de paz e de justiça, onde “não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor” (Ap 21,4). Deste Reino, a Assembleia Eucarística é antecipação e prelúdio, pois comendo e bebendo ao redor da mesma mesa, recebemos a vida eterna e exprimimos a unidade do povo de Deus (Ritual da Iniciação Cristã de Adultos 2). Assim como a Eucaristia leva à plenitude o processo de Iniciação Cristã, o Mistério Eucarístico coroa esse canto.
Quantos elementos significativos encontramos nesse canto, não? Lembre-se, são apenas pistas. 

O Mistério da Igreja é bem maior que isso. Ele nos envolve e nos ultrapassa. Eu apenas sinalizei o caminho. Cabe a você levar adiante essa reflexão. Se estiver atendo, vai descobrir novos caminhos para continuá-la. Aqui vai outro segredo: o desafio não é apenas saber “o que é ser Igreja”, mas viver como Igreja, sendo no mundo o bom perfume de Cristo (2Cor 2,15). Tudo na simplicidade, como nos aponta Francisco, tanto o de Assis quanto o Papa. “E agora, José?”

Pe. Edivaldo Rossi Gonçalves
Mãe de candura e beleza...

Deus, com sua infinita sabedoria colocou esse ser especial em nossa vida.
Para Seu plano de salvação convocou Maria, e nossa história mudaria para sempre.
Maria representa todas as mães do mundo, e isso nos faz pessoas especiais.
Assim, inspiradas em Maria, todas as mães trazem esse sentimento de amor especial por seus filhos.
Nossa mãe foi a primeira a sentir os batimentos do nosso coração. Explodiu de alegria quando nos sentiu dentro do seu ventre, e desde então cuidou de nós com todo carinho.
Foi ela que nos alimentou quando não sabíamos fazer isso sozinho, nos aqueceu em noites frias.
Acompanhou nossos primeiros passos, primeiras palavras, primeiras lições.
Chorou e sofreu quando nos viu doente, mas nos confortou e cuidou para nossa rápida cura.
Ficou emocionada quando fomos à escola pela primeira vez, até chorou quando voltou sozinha pra casa.
Acompanhou passo a passo as nossas lições e tarefas escolares.
Foi a força imensurável na preparação para o vestibular, e vibrou como uma caloura quando viu meu nome no listão de aprovados.
E foi minha companhia incansável em cada semestre do curso acadêmico, e chorou e vibrou quando me viu recebendo o diploma de conclusão do difícil curso.
Ficaria horas e horas lembrando o que minha mãe fez e faz por mim. Nunca conseguirei retribuir o que já fez por mim, mas sei que posso rezar agradecendo todos os dias pela sua existência, sua presença na minha vida.
Por enquanto, me resta dizer: Deus a abençoe!Muito obrigado Deus, por minha mãe.
`Sai depressa pelas praças e ruas da cidade. Traze para cá os pobres'

São Lucas 14,15-24


Naquele tempo, um homem que estava à mesa, disse a Jesus: "Feliz aquele que come o pão no reino de Deus!" Jesus respondeu: "Um homem deu um grande banquete e convidou muitas pessoas. Na hora do banquete, mandou seu empregado dizer aos convidados: ´Vinde, pois tudo está pronto´. Mas todos, um a um, começaram a dar desculpas.
O primeiro disse: ´Comprei um campo, e preciso ir vê-lo. Peço-te que aceites minhas desculpas'. Um outro disse: ´Comprei cinco juntas de bois, e vou experimentá-las. Peço-te que aceites minhas desculpas'. Um terceiro disse: `Acabo de me casar e, por isso, não posso ir´.
O empregado voltou e contou tudo ao patrão. Então o dono da casa ficou muito zangado e disse ao empregado: `Sai depressa pelas praças e ruas da cidade. Traze para cá os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos´. O empregado disse: `Senhor, o que tu mandaste fazer foi feito, e ainda há lugar´. O patrão disse ao empregado: ´Sai pelas estradas e atalhos, e obriga as pessoas a virem aqui, para que minha casa fique cheia'. Pois eu vos digo: nenhum daqueles que foram convidados provará do meu banquete". - Palavra da Salvação.

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Comentário : A participação na salvação oferecida à humanidade é iniciativa de Deus, que convida e motiva cada ser humano. Entretanto, nada se resolve sem a livre decisão de quem é convidado e se empenha em dizer "sim".
Na parábola, muitos convidados recusam-se a acolher o convite do Pai. Apesar da deferência: o banquete é para eles; da gentileza: o senhor manda convidá-los pessoalmente; e da expectativa de que venham, eles se recusam a comparecer. Eram todos ricos: proprietários de terras, pecuaristas, gente de condição social. Cada qual apresentou sua justificativa. Não estavam interessados em participar do banquete. Por isso, se auto-excluíram.
Diante da recusa dos ricos, as atenções voltaram-se para os pobres, aleijados, cegos e coxos. A sala do banquete ficou repleta deles. Foi uma reviravolta formidável!
Quem está demasiadamente preocupado com seus afazeres e propriedades, falta-lhe tempo para as exigências do Reino, mas também pode ver-se definitivamente excluído dele. É impossível salvá-lo contra sua própria vontade. Só quem se torna pobre, tendo o coração desapegado dos bens materiais e sempre disponível para Deus, terá a alegria da salvação. A riqueza polariza de tal modo o coração humano, a ponto de torná-lo surdo aos apelos divinos. Já a pobreza predispõe-no a estar sempre atento, e assim poder atender, sem demora, o convite do Senhor.