Como seus amores são belos,minha irmã, noiva minha. Seus amores são melhores do que o vinho, e mais fino que os outros aromas é o odor dos teus perfumes. Por isso Eu quero consumir meus dias, no seu amor! ══════ ღೋ♡✿♡ღೋ═══════

Ani Ledodi Vedodi Li


Mais do que qualquer outro motivo, esta é a razão pela qual quero fazer deste blog um caminho para amarmos mais a Deus, por isso seu nome: “Ani Ledodi Vedodi Li”

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Deus o Abençõe !

E que possas crescer com nossas postagens.

É algo louvável esconder o segredo dos Reis; mas há glória em publicar as obras de Deus!

A Igreja não tem pressa, porque ela possui a Eternidade. E se todas as outras instituições morrem nesta Terra, a Santa Igreja continua no Céu.

Não existem nem tempos nem lugares sem escolhas.

E eu sei quanto resisto a escolher-te.

"Quando sacralizamos alguém essa pessoa permanece viva para sempre!"

Sacralize cada instante de tua vida amando o Amado e no Amado os amados de Deus !


Pe.Emílio Carlos

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Pérola do dia: 

Recomeçar  

Recomeçar é a palavra! Recomeçar cada vez, a cada queda, a cada fim de uma estrada! Insistir!…
Se somos nossos próprios donos para as nossas vitórias, por que não seríamos para as nossas derrotas? Onde errou, não erre mais! Onde caiu, não caia mais! Se você já passou por determinado caminho, deve ter aprendido a evitar certas armadilhas. Então, siga! Não se esqueça de uma grande promessa feita na Bíblia:
“Esforça-te e eu te ajudarei.”
Dê o primeiro passo… depois caminhe!!! Tenho certeza que a felicidade não mora ao seu lado, nem à sua frente, ela está junto de você!
Descubra-se, faça-se feliz e tenha um lindo dia!

(Letícia Thompson)
 “ O Espírito Santo age e faz! ”

 Mateus 10, 17-22 

O Espírito Santo é o agente por meio do qual Deus se manifesta para realizar a Sua vontade em nós e por nosso intermédio. 
Neste Evangelho Jesus nos ensina a  enfrentar os desafios da nossa missão confiando no Espírito Santo que Ele nos deixou. 
Assim como instruía aos seus discípulos como fazer quando   fossem levados diante dos homens e dos tribunais em defesa do reino de Deus, Jesus hoje também nos orienta como poderemos enfrentar tais situações. Jesus advertia e abria os olhos dos seus discípulos em relação às coisas que poderiam acontecer, porém, ao mesmo tempo, Ele lhes indicava a chave principal para que o reino de Deus se manifestasse com força: ficar aberto ao poder do Espírito Santo! 
Este é para nós também hoje um ensinamento precioso: não precisamos fazer cálculos, nem planos. Não precisamos nos atemorizar nem nos tornarmos subservientes às acusações e às apelações dos nossos carrascos.  
Apenas, precisamos nos deixar conduzir pelo Espírito de Deus e perseverar com firmeza e determinação. A perseverança é o único esforço que precisamos fazer e é a parte que compete a cada um de nós. 
Não desistir, não perder a esperança nem a fé e deixar que o Espírito Santo, no momento exato, fará Deus reinar e tudo será realizado conforme o seu querer.  

- Você é uma pessoa perseverante: na oração, na Palavra, nos Sacramentos na vivencia do Amor?
- Você tem se deixado conduzir pelo Espírito Santo quando vai dizer ou fazer alguma coisa?  
- Faça de hoje em diante esse propósito: tudo o que você fizer, peça a ajuda do Espírito Santo.  

   “Cheio de graça e poder”
   Atos 6,8-10; 7,54-59

Na narrativa dos Atos dos Apóstolos nós encontramos Estevão o primeiro mártir cristão.  
Ele realizava prodígios e grandes sinais entre o povo porque estava cheio de graça e de poder. Jesus veio para salvar o mundo, porém o mundo não o reconheceu. Por isso, Estêvão foi perseguido por aqueles que não reconheciam a Jesus, mesmo depois da Sua ressurreição. 
Eles se enfureciam contra Estevão e não conseguiam resistir à sabedoria e ao Espírito com que ele falava. Mesmo sendo perseguido e apedrejado Estevão testemunhou a glória de Deus quando “viu o céu aberto e Jesus à direita do Pai.” 
Neste contexto ele foi arrastado para fora da cidade, apedrejado e morto na presença de testemunhas, inclusive, de Saulo de Tarso.    Para nós, aparentemente, esse cenário se apresenta como o retrato de uma grande desgraça, contudo se nos colocarmos na perspectiva de Estevão, e da missão que ele tinha aqui na terra, iremos descobrir que o  poder e a glória de Deus se manifesta concretamente, por meio de cada um de nós que cumpre com fidelidade o papel que Deus nos destinou. 
E quando enfrentamos os desafios em nome de Jesus o céu também se abre e o próprio Jesus aparece para nos dar segurança, conforto manifestando assim a Sua glória por meio de nós. Assim sendo, não precisamos nos angustiar nem desesperar na hora em que estivermos sofrendo por causa do cumprimento do nosso dever em vista do reino de Deus. 
Mesmo que nos persigam e nos apedrejem com palavras e ações rebeldes, nós podemos ter a certeza de que a glória do Senhor se reflete no nosso semblante e alguém vai ser tocado por causa disso.   

 Você alguma vez já enfrentou os homens para defender a Deus? Como?
 Você sabia que enfrentamos os homens não necessariamente quando falamos, mas quando agimos diferentemente da mentalidade do mundo? Você tem receio de ser chamado (a) de carola, beato (a), santinho (a)?


Do presépio à cruz



No dia após a solenidade do Natal, celebramos a festa de Santo Estêvão, diácono e primeiro mártir. À primeira vista a proximidade […] com o nascimento do Redentor pode-nos surpreender, porque é tocante o contraste entre a paz e a alegria de Belém e o drama de Estêvão. […] Na realidade, o aparente desacordo é superado se considerarmos mais profundamente o mistério do Natal. O Menino Jesus, deitado na gruta, é o Filho único de Deus que Se fez homem. Ele salvará a humanidade morrendo na cruz. Agora vêmo-Lo envolvido em panos no presépio; depois da sua crucifixão será novamente envolvido por faixas e colocado no sepulcro. Não é por acaso que a iconografia natalícia representava, por vezes, o Menino divino colocado num pequeno sarcófago, para indicar que o Redentor nasce para morrer, nasce para dar a vida em resgate por todos (Mc 10,45).
Santo Estêvão foi o primeiro que seguiu os passos de Cristo com o martírio; morreu, como o divino Mestre, perdoando e rezando pelos seus algozes (At 7, 60). Nos primeiros quatro séculos do cristianismo, todos os santos venerados pela Igreja eram mártires. Trata-se de uma multidão inumerável, a que a liturgia chama «o cândido exército dos mártires». […] A sua morte não incutia receio nem tristeza, mas entusiasmo espiritual, que suscitava sempre novos cristãos. Para os crentes, o dia da morte, e ainda mais o dia do martírio, não é o fim de tudo, mas a «passagem» para a vida imortal, o dia do nascimento definitivo, em latim «dies natalis». Compreende-se então o vínculo que existe entre o «dies natalis» de Cristo e o «dies natalis» de Santo Estêvão. Se Jesus não tivesse nascido na terra, os homens não teriam podido nascer no Céu. Precisamente porque Cristo nasceu, nós podemos «renascer»!

Papa Bento XVI
Angelus de 26/12/2006 (trad. © Libreria Editrice Vaticana, rev)


Deus precisa de um "Sim" totalmente livre

Para que a salvação de Jesus seja a salvação dos homens, é necessário, ainda, que Ele seja reconhecido como sendo verdadeiramente homem. Santo Irineu situa, precisamente, o reconhecimento da humanidade no fato da geração: "Se Jesus não recebeu, de um ser humano, a substância de sua carne, Ele não se  fez nem homem,  nem filho do homem”.
Ao desejo de Deus de se tornar homem, deve coincidir o desejo do mundo de lhe dar a carne da humanidade. Deus não pode, portanto, se dar ao mundo, se o mundo não estiver de acordo com o dom que d´Ele está recebendo. Este acordo cabe ao homem. Deus respeita a sua liberdade; o homem é livre em dar-lhe ou não a sua vontade. Em algum lugar na história da humanidade, um anseio do homem em desejar Deus, deve ser  totalmente harmonizado com o querer de Deus que, deseja o homem até que ele mesmo passe a se tornar  "parte" da humanidade.

Deus precisa de um "Sim" totalmente livre por parte do mundo. Maria é a mulher que a plenitude da liberdade torna capaz de um querer nesta medida (...). Ela é a figura da humanidade restaurada na unidade, devido ao apelo que lhe foi feito de receber em seu seio a humanidade do Verbo.
A humanidade não pode dar nada maior a Deus do que a sua própria humanidade, mas ao fazê-lo estará dando aquilo que Ele, Deus, não poderia dar a si mesmo. Porque Deus não pode entrar no mundo mantendo-se fiel ao dom da liberdade dada ao homem, a não ser que o homem abra-Lhe a porta de sua liberdade humana.

Fr. Hubert Le Bouquin
A l'aube des commencements, l'Immaculée Conception (No alvorecer dos inícios, a Imaculada Conceição)


Como o que acontece com Maria, somos chamados a um novo nascimento...

 
Nos quatro Evangelhos emerge claramente a resposta à pergunta “de onde vem” Jesus: a sua verdadeira origem é o Pai, Deus; Jesus  vem totalmente Dele, o Pai, porém, de modo diverso de qualquer profeta enviado por Deus que o tenha precedido. Esta origem do mistério de Deus, “que ninguém conhece”, está contida nas narrações sobre a infância de Jesus, nos Evangelhos de Mateus e de Lucas, que estamos lendo neste tempo natalício. O anjo Gabriel anuncia: “O Espírito Santo descerá sobre ti, o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra. Por isso aquele que nascerá será santo e será chamado Filho de Deus” (Lc1,35). (...).

O que acontece em Maria, através da ação do mesmo Espírito divino, é uma nova criação: Deus, que chamou o ser a partir do nada, por meio da Encarnação dá vida a um novo início para a humanidade. Os Padres da Igreja falam, muitas vezes, de Cristo, como o novo Adão, para marcar o início da nova criação a partir do nascimento do Filho de Deus no seio da Virgem Maria.

Isto nos faz refletir, sobre a maneira como  a fé traz, em nós, igualmente, uma novidade tão forte capaz de produzir um segundo nascimento. De fato, no início de nossa vida como cristão, há o Batismo que nos faz renascer como filhos de Deus e nos faz participantes na relação filial que Jesus tem com o Pai.
     

Bento XVI
Primeira catequese de 2013


Maria está “grávida do Verbo de Deus”

A fé na “Encarnação comanda todo o Cristianismo, define o seu caráter próprio, específico, na mensagem de esperança que Jesus recebeu; a missão de proclamar às nações. (...)

A Pessoa do Verbo se uniu a um corpo e a uma alma humana. De acordo com a expressão quase brutal de Santo Ambrósio de Milão, Maria está "grávida do Verbo da de Deus.” Será que nós chegamos a compreender que, devido a este fato sem precedentes, a face do mundo se transforma, e que a distância entre aqueles que acreditam em Deus sem o Cristo e nós, que cremos em Deus, encarnado em Cristo, deve-se, totalmente, ao fato de que a face do mundo tenha mudado?

"Era preciso − escreveu Santo Irineu  (segundo bispo de Lyon −, que o Mediador entre Deus e os homens, por sua relação, por sua afinidade com ambas as partes, restaurasse nelas a amizade e a harmonia..."

No seio da Virgem, a humanidade entra em contato com o Deus vivo.

Ambroise-Marie Carré, o.p.,
em Marie, mère du Christ et des hommes (Maria, Mãe de Cristo e dos homens), col. Foi Vivante (Fé Viva), Ed du Cerf 1970.