Como seus amores são belos,minha irmã, noiva minha. Seus amores são melhores do que o vinho, e mais fino que os outros aromas é o odor dos teus perfumes. Por isso Eu quero consumir meus dias, no seu amor! ══════ ღೋ♡✿♡ღೋ═══════

Ani Ledodi Vedodi Li


Mais do que qualquer outro motivo, esta é a razão pela qual quero fazer deste blog um caminho para amarmos mais a Deus, por isso seu nome: “Ani Ledodi Vedodi Li”

Para você entrar em nossos artigos click nas imagens nas laterais e encontrarás os lincks dos artigos postados.

Deus o Abençõe !

E que possas crescer com nossas postagens.

É algo louvável esconder o segredo dos Reis; mas há glória em publicar as obras de Deus!

A Igreja não tem pressa, porque ela possui a Eternidade. E se todas as outras instituições morrem nesta Terra, a Santa Igreja continua no Céu.

Não existem nem tempos nem lugares sem escolhas.

E eu sei quanto resisto a escolher-te.

"Quando sacralizamos alguém essa pessoa permanece viva para sempre!"

Sacralize cada instante de tua vida amando o Amado e no Amado os amados de Deus !


Pe.Emílio Carlos

quinta-feira, 24 de maio de 2018

O Dom de Contribuir



“Temos diferentes dons, de acordo com a graça que nos foi dada... se é contribuir, que contribua generosamente… (Rm 12,6-8 )

O Dom Espiritual de Contribuir Definido

O dom de contribuir é a habilidade de dar dinheiro e outras formas de riqueza alegre, sábia e generosamente para satisfazer as necessidades de outros e ajudar a sustentar ministérios.

Pessoas com o Dom de Contribuir

Independentemente da quantia, pessoas com este dom genuinamente veem seus tesouros, talentos e tempo como pertencentes a Deus e não a eles mesmos.
Eles são frequentemente movidos a satisfazer as necessidades físicas de outros. Eles gostam de dar de si mesmos e do que têm.
Mesmo quando eles não possuem os recursos para ajudar, eles oram fervorosamente para que essas necessidades sejam atendidas.

Contribuir nas Escrituras

Aproximadamente 25 por cento das palavras de Jesus nos Evangelhos estão relacionadas aos nossos recursos e a mordomia para com eles.
Embora ele fosse pobre, Jesus não só alimentou milhares (Marcos 6,41) mas também deu-nos sua vida como um presente (João 15,13).
Em outros pontos na Bíblia, a viúva (Marcos 12,42-43), Tabita (Atos 9,36), Barnabé (Atos 4,34-37), e a igreja macedônia (2 Cor. 8,

Você tem esse dom?

•Você tende a ver as necessidades dos outros mais do que outras pessoas costumam fazer?
•Você gosta de dar do seu tempo, talento e riqueza para outros?
•Você entende que contribuir para um projeto digno é uma honra e um privilégio?
•Você contribui regularmente para a igreja com alegria e sacrificialmente?
•Você ouve freqüentemente as pessoas comentarem que você é uma pessoa generosa?
•Você procura oportunidades para dar seu dinheiro mesmo quando ninguém pergunta?

Fonte: Bom Caminho / Mark Driscoll
1-2), todos tiveram este dom.

O Dom da Misericórdia



“Temos diferentes dons, de acordo com a graça que nos foi dada... se é mostrar misericórdia, que o faça com alegria. (Rm 12,6-8)

O Dom Espiritual de Misericórdia Definido

O dom de misericórdia é a capacidade de sentir e expressar compaixão e solidariedade incomum para com aqueles que estão em situações difíceis ou de crise e lhes proporcionar a ajuda e apoio necessários para atravessar tempos difíceis.

Pessoas com o Dom de Misericórdia

Eles têm a capacidade de “se colocar na situação dos outros” e de sentir a dor e o fardo que eles carregam. Eles desejam fazer diferença na vida das pessoas que sofrem sem serem críticos. Eles podem ter dificuldades de avaliar as intenções dos outros e por vezes parecem ingênuos.

Misericórdia nas Escrituras

Jesus ensinou sobre a misericórdia (Mt. 5,7; 9,13; 23,23). Ele é constantemente descrito como tendo compaixão (Mt. 9,36; 15,32; 23,37; Lc. 7,13) e era tão cheio de misericórdia que por vezes chegou a chorar (Jo. 11,35).

A misericórdia de Jesus incluiu uma atenção e preocupação pelas crianças (Mt. 19,14).
Dorcas era “notável pelas boas obras e esmolas que fazia” (Atos 9,36).
Além disso, o bom samaritano é uma das mais clássicas histórias já contadas sobre o tema da misericórdia (Lc. 10,

Você tem esse dom?

•Você se sente atraído a pessoas carentes, sofridas, doentes, deficientes ou idosas?
•Freqüentemente pensa em formas de ministrar àqueles que sofrem?
•Você sente uma grande compaixão por pessoas que enfrentam problemas pessoais e emocionais?
•Você sente que quando visita aqueles que sofrem isso te traz alegria em vez de te deixar deprimido?
•Você se vê respondendo às pessoas mais com compaixão do que com julgamento?

Fonte: Bom Caminho / Mark Driscoll
30-37).

quarta-feira, 23 de maio de 2018

“Como robustecer a fé”.




Todos nós gostaríamos de ter mais paz interior, ter mais força para lidar com as dificuldades da vida, ser mais felizes. E o que eu poderia dizer sobre isso? 
Que esses três bens maravilhosos são proporcionais à nossa fé.
Quanto maior for nossa fé, maior será nossa paz interior. Quanto maior for nossa fé, mais força teremos para lidar com as dificuldades da vida, menos nos afundaremos. Quanto maior for nossa fé, mais felizes seremos.
Quanto maior for nossa fé, mais confiaremos em Deus e, consequentemente, maior será nossa paz. Quanto maior for nossa fé, mais teremos a certeza de poder contar com toda a força divina, tornando-nos uma rocha inexpugnável. Quanto maior for nossa fé, mais a felicidade infinita de Deus penetrará em nosso coração, mais Ele guiará os nossos passos, fazendo-nos imensamente felizes.
Tudo é uma questão de fé!!!!!!!!
Se tiverdes fé como um grão de mostarda, disse Jesus, direis a este monte: vai daqui para lá e ele irá. E nada vos será impossível (Mateus 17, 20).
As próprias graças e milagres que podemos alcançar são proporcionais à fé.
Procuremos, portanto, crescer na fé, robustecer a fé. E como podemos fazer isso?

Em primeiro lugar, pedindo a Deus. A fé é um dom de Deus. Não é um fruto humano. Assim, quanto mais eu pedir a Deus a fé, mais a terei. Muitas pessoas pedem a fé todos os dias nas suas orações. Sugiro que vocês façam isso.

Em segundo lugar, procurando cumprir os seus mandamentos. Não há dúvida de que Deus dará mais fé àqueles que lhe obedecem, que são seus verdadeiros filhos. Imaginemos uma pessoa que pede a fé, mas não vai à missa aos domingos. É certo que Deus ama todos os seus filhos, mas não há dúvida de que Ele ama mais aqueles que o seguem de perto, que procuram honrá-lo e obedecer-lhe em tudo. A esses Deus dá mais graças, muito mais graças. Depois, o próprio cumprimento dos mandamentos é uma fonte de fé, pois, como Jesus disse, aquele que me segue, aquele que cumpre os mandamentos, não andará nas trevas, mas terá a luz da vida, a luz da fé.

Em terceiro lugar, recebendo os sacramentos. Os sacramentos são canais da graça, e a graça, por sua vez, é canal da fé, da esperança e da caridade. Assim, quanto mais vezes recebermos os sacramentos, mais fé será comunicada a nós. Como vocês devem lembrar, os sacramentos são sete: batismo, confissão, crisma, eucaristia, matrimônio, ordem, unção dos enfermos.
Entre estes sete, os que podemos receber frequentemente são dois: a confissão e a comunhão. A igreja pede que nos confessemos ao menos uma vez por ano. Porém, se quero crescer em fé, por que não acudir a esse sacramento mais vezes no ano, mesmo que eu não tenha faltas graves? Com relação à eucaristia, não podemos imaginar a quantidade de graças que ela nos dá e, consequentemente, a quantidade de fé que ela nos proporciona. Isso é assim porque, na eucaristia, recebemos o próprio autor da graça, que é Jesus Cristo. Receber a comunhão frequentemente é, portanto, “turbinar” a fé. Só não podemos esquecer que, para receber a comunhão, não temos de ter nenhum pecado grave no coração, como desejar o mal de alguém, faltar à missa se não houve um motivo grave, pecar contra a castidade etc.

Em quarto lugar, estudando mais a doutrina para ir tirando as dúvidas de fé.
Eis o caminho para crescer em fé!!! Vale a pena ir atrás dela, pois é um dos maiores dons de Deus. E, como dissemos acima, quanto mais fé, mais paz interior e força teremos, e mais felizes seremos.


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A imitação de Cristo hoje



Toda a nossa santificação consiste em conhecer Cristo e imitar Cristo. 
 
Todo o evangelho e todos os santos estão cheios deste ideal, que é o ideal cristão por excelência. Viver em Cristo; transformar-se em Cristo… São Paulo: “Pois não quis saber outra coisa entre vós a não ser Jesus Cristo, e Jesus Cristo Crucificado” (1Cor 2,2)… “Eu vivo, mas já não sou eu que vivo, pois é Cristo que vive em mim” (Gl 2,20)… 
 
A tarefa de todos os santos é realizar na medida das suas forças, segundo a doação da graça, diferente em cada um, o ideal paulino de viver a graça de Cristo. 
 
Imitar Cristo, meditar a sua vida, conhecer os seus exemplos… O mais popular livro da Igreja, depois do Evangelho, é o da “imitação de Cristo”, mas, de quantas diferentes maneiras compreendeu-se a imitação de Cristo!
 
I. Maneiras erradas de imitar o Cristo


1. Para uns, a imitação de Cristo reduz-se a um estudo histórico de Jesus. Vão buscar o Cristo histórico e ficam nele. Estudam-no. Lêem o Evangelho, investigam a cronologia, informam-se dos costumes do povo judeu… E seu estudo, mais bem científico que espiritual, é frio e inerte. A imitação de Cristo para eles reduzia-se a uma cópia literal da vida de Cristo. Mas não é isto. 
Não: “O espírito vivifica; a letra mata” (2Cor 3,6).

2. Para outros, a imitação de Cristo é mais bem um assunto especulativo. Vêem em Jesus como o grande legislador; quem soluciona todos os problemas humanos, o sociólogo por excelência; o artista que se compraz na natureza, que se recreia com os pequeninos… Para alguns é um artista, um filósofo, um reformador, um sociólogo, e eles o contemplam, o admiram, mas não mudam a sua vida diante dele. 
Cristo permanece só na sua inteligência e na sua sensibilidade, mas não transcendeu a sua mesma vida.

3. Outro grupo de pessoas crêem de imitar Cristo preocupando-se, no extremo oposto, unicamente da observância dos seus mandamentos, sendo fiéis observadores das leis divinas e eclesiásticas. Escrupulosos na prática dos jejuns e abstinências. 
Contemplam a vida de Cristo como um prolongado dever, e nossa vida como um dever que prolonga o de Cristo. Às leis dadas por Cristo eles agregam outras, para completar os silêncios, de modo que toda a vida é um caminho dever, um regulamento de perfeição, desconhecedor em absoluto da liberdade de espírito.

O foco da sua atenção não é Cristo, mas o pecado. O sacramento essencial na Igreja não é a Eucaristia, nem o batismo, mas a confissão. A única preocupação é fugir do pecado. 
E imitar Cristo para eles é fugir dos maus pensamentos, evitar todo perigo, limitar a liberdade de todo mundo e suspeitar más intenções em qualquer acontecimento da vida. 
Não; não é esta a imitação de Cristo que propomos. Esta poderia ser a atitude dos fariseus, não a de Cristo.

4. Para outros, a imitação de Cristo é um grande ativismo apostólico, uma multiplicação de esforços de orientação de apostolado, um mover-se continuamente em criar obras e mais obras, em multiplicar reuniões e associações. 
Alguns situam o triunfo do catolicismo unicamente em atitudes políticas. Para outros, o essencial é uma grande procissão de archotes, um encontro monstruoso, a fundação de um jornal… E não digo que isto é mal, que isto não se deve fazer. Tudo é necessário, mas não é isto o essencial do catolicismo.

II. Verdadeira solução

A nossa religião não consiste, como em primeiro elemento, numa reconstrução do Cristo histórico; nem em uma pura metafísica ou sociologia ou política; nem numa só luta fria e estéril contra o pecado; nem primordialmente na atitude de conquista. 
 
A nossa imitação de Cristo não consiste tampouco em fazer o que Cristo fez, a nossa civilização e condições de vida são tão diferentes!

A nossa imitação de Cristo consiste em viver a vida de Cristo, em ter essa atitude interior e exterior que em tudo se conforma à de Cristo, em fazer o que Cristo faria se estivesse no meu lugar.
 
O primeiro necessário para imitar Cristo é assimilar-se a Ele pela graça, que é a participação da vida divina. E daqui, antes de tudo, aprecia o batismo, que introduz, e a Eucaristia que alimenta esta vida e que dá Cristo, e se a perde, a penitência para recuperar esta vida…

E logo que possua essa vida, procura atuá-la continuamente em todas as circunstâncias da sua vida pela prática de todas as virtudes que Cristo praticou, em particular pela caridade, a virtude mais amada por Cristo. A encarnação histórica necessariamente restringiu Cristo e a sua vida divino-humana a um quadro limitado pelo tempo e pelo espaço. A encarnação mística, que é o corpo de Cristo, a Igreja, tira essa restrição e amplia-a a todos os tempos e espaços onde há um batizado. A vida divina aparece em todo o mundo. O Cristo histórico foi judeu e viveu na Palestina, no tempo do Império Romano. O Cristo místico é chileno do século XX, alemão, francês e africano… É professor e comerciante, é engenheiro, advogado ou operário, preso e monarca… É todo cristão que vive na graça de Deus e que aspira a integrar a sua vida nas normas da vida de Cristo nas suas secretas aspirações. E que aspira sempre a isto: a fazer o que faz, como Cristo o faria no seu lugar. A ensinar a engenharia, como Cristo a ensinaria, o direito…, a fazer uma operação com a delicadeza de Cristo…, a tratar os seus alunos com a força suave, amorosa e respeitosa de Cristo, a interessar-se por eles como Cristo se interessaria se estivem no seu lugar. A viajar como viajaria Cristo, a orar como oraria Cristo, a comportar-se na política, na economia, na sua vida de lar como comportar-se-ia Cristo. Isto supõe um conhecimento dos evangelhos e da tradição da Igreja, uma luta contra o pecado, traz consigo uma metafísica, uma estética, uma sociologia, um espírito ardente de conquista… Mas não se compendia neles o primordial. Se humanamente fracassa, se o êxito não coroa o seu apostolado, não por isso se impacienta. A única derrota consiste em deixar de ser Cristo pela apostasia ou pelo pecado.


Este é o catolicismo de um Francisco de Assis, Inácio, Xavier, e de tantos jovens e não jovens que vivem a sua vida cotidiana de casados, de professores, de solteiros, de estudantes, de religiosos, que participam no esporte e na política como esse critério de ser Cristo. Estes são os faróis que convertem as almas, e que salvam as nações.

VAMOS REFLETIR!!!

E se Deus tirasse férias de nós?


              Trabalha-se muito hoje, corre-se muito; o estresse e as preocupações tomam conta da nossa cabeça às vezes por 24 horas ao dia... 
 
Nosso tempo está cada vez mais escasso, queimando um tempo demasiado fora de casa e prejudicando o tempo para Deus, o tempo para cada um, o tempo para a família, tempo para o descanso e o lazer. 
 
Priorizar coisas e pessoas na vida não é uma tarefa fácil, mas sempre necessária e exigente.

Muitos, sem dúvida, mesmo durante este tempo de trabalho não deixam de ter tempo para Deus, tempo para as Missas, para as orações diárias, de tal modo que o seu trabalho, as suas preocupações constituem também uma oração diária e de entrega a Deus, com Ele colaborando, na sua obra criadora do mundo. 
 
Outros, entretanto, se servem do trabalho, da carreira profissional, como desculpa para não ter tempo para Deus, para não perceberem que a vida é dom de Deus e que o trabalho que lhes é dado e sai das suas mãos, pode e é também sinal de Deus para eles e para os outros. 
 
O tempo passa e o que fica na vida? 
                                                E o que ficará para a eternidade?
 As férias LOGO ESTÃO AÍ  e devem ser vividas como tempo de descanso, tempo de família, tempo necessário para cada um, tempo de descontração e lazer, mas sobretudo tempo para rezar mais e ler mais sobre a doutrina, sobre a História da Igreja, sobre a Igreja... 
 
Como posso querer ter tempo para mim, para descansar, para estar em família, para me restaurar, e não fazer desse tempo um tempo de Deus e para Deus? 
 
Não se tira férias de Deus nem das nossas orações.

                                                           E se Deus tirasse férias de nós?
 
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COMUNHÃO DOS SANTOS?

O que significa a expressão

 
Indica, antes de mais, a participação de todos os membros da Igreja nas coisas santas: a fé, os sacramentos, em especial a Eucaristia, os carismas e os outros dons espirituais. 
 
Na raiz da comunhão está a caridade que “não procura o próprio interesse” (1Cor 13,5), mas move o fiel “a colocar tudo em comum” (At 4,32), mesmo os próprios bens materiais ao serviço dos pobres. 

Designa ainda a comunhão entre as pessoas santas, isto é, entre os que, pela graça, estão unidos a Cristo morto e ressuscitado. 
 
Alguns são peregrinos na terra; outros, que já partiram desta vida, estão a purificar-se, ajudados também pelas nossas orações; outros, enfim, gozam já da glória de Deus e intercedem por nós. 
 
Todos juntos formam, em Cristo, uma só família, a Igreja, para louvor e glória da Trindade.
Catecismo da Igreja Católica (Compêndio 194/195)

terça-feira, 22 de maio de 2018

“No Silêncio é Deus quem fala!”

Entenda a importância do Silêncio Litúrgico.

silencio
Silêncio e Oração
. Durante a sua visita à diocese de Córdoba, na Espanha, o Cardeal Robert Sarah, Prefeito da Congregação para o Culto Divino;

Sublinhou a importância da “força do silêncio na liturgia” em um encontro com sacerdotes e fiéis, por ocasião da festa de São João D’Ávila.



O Cardeal Robert Sarah, Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos;
cardeal-robert-sarah
Pronunciou uma conferência intitulada “A força do silêncio na liturgia” no teatro Garnelo.

Na conferência, o Cardeal africano ressaltou a importância que os cristãos entrem “no silêncio, porque sem o silêncio, permanecemos em uma ilusão mortal.


O silêncio é mais importante do que qualquer outra ação humana, porque Deus fala”.      

                                                                               Cardeal Sarah

“A primeira linguagem de Deus é o silêncio; devemos aprender a estar em silêncio e a descansar em Deus”, assegurou.

Por isso, destacou que através deste silêncio se pode encontrar uma verdadeira ordem das nossas prioridades.

“É o momento de colocar Deus no centro das nossas preocupações, dos nossos pensamentos, das nossas ações e da nossa vida.

Assim, a nossa vida cristã poderá ser fundamentada na luz da fé e alimentar-se na oração”;
Sublinhou, porque segundo afirmou:
“Não podemos encontrar Deus Nosso Pai se não for através do silêncio”.

Nesse sentido, também animou os sacerdotes a viver o Evangelho;

Porque “o que a Igreja mais necessita hoje não é uma reforma administrativa, nem uma mudança estrutural;
Nem uma logística ou estratégia de comunicação ou um programa complementar.
O programa existe e é o mesmo de sempre, o Evangelho e na Tradição Viva”.
Também insistiu que a sua “prioridade” é:

“Dizer que só Deus pode saciar o coração do homem”;

E alertou que podemos ser “vítimas da superficialidade, do egoísmo e do espírito mundano que sociedade midiática difunde”.

A respeito da importância do silêncio na liturgia;
O Cardeal Sarah assegurou que:

“Atualmente se trata de uma preocupação fundamental;

Pois o silêncio sagrado é o lugar onde podemos encontrar a Deus;
E é importante que os sacerdotes aprendam novamente o que significa o temor filial de Deus e o significado sagrado da sua relação com ele”.

Além disso, assegurou que “ante a Majestade de Deus, as nossas palavras se perdem”;

Por isso afirmou que “rechaçar este silêncio cheio de temerosa confiança e adoração;
Significa impedir a Deus de comunicar o Seu amor e nos manifestar a sua presença”;

E assinalou que se trata do lugar “onde podemos encontrar a Deus”.

Neste sentido, pediu aos sacerdotes:

“Aprender novamente a tremer com espanto ante a Santidade de Deus e a ser conscientes da graça extraordinária do seu sacerdócio”;
E destacou que, desde o Concílio Vaticano II se sublinhou que o silêncio é um meio privilegiado para favorecer a participação do povo de Deus na liturgia.
O purpurado advertiu ainda acerca do perigo que os cristãos caiam;
“Na idolatria, prisioneiros de numerosos discursos humanos, ruidosos, intermináveis”;

Nos quais “tendemos a preparar um culto de acordo com aquilo que nós gostamos, dirigido a um Deus feito à nossa imagem”.

Por isso, tomando umas palavras de São João D’Ávila, o Purpurado explicou que:
  “Quem reza deve estar recolhido, focado e em silêncio diante de Deus”.

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