Como seus amores são belos,minha irmã, noiva minha. Seus amores são melhores do que o vinho, e mais fino que os outros aromas é o odor dos teus perfumes. Por isso Eu quero consumir meus dias, no seu amor! ══════ ღೋ♡✿♡ღೋ═══════

Ani Ledodi Vedodi Li


Mais do que qualquer outro motivo, esta é a razão pela qual quero fazer deste blog um caminho para amarmos mais a Deus, por isso seu nome: “Ani Ledodi Vedodi Li”

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Deus o Abençõe !

E que possas crescer com nossas postagens.

É algo louvável esconder o segredo dos Reis; mas há glória em publicar as obras de Deus!

A Igreja não tem pressa, porque ela possui a Eternidade. E se todas as outras instituições morrem nesta Terra, a Santa Igreja continua no Céu.

Não existem nem tempos nem lugares sem escolhas.

E eu sei quanto resisto a escolher-te.

"Quando sacralizamos alguém essa pessoa permanece viva para sempre!"

Sacralize cada instante de tua vida amando o Amado e no Amado os amados de Deus !


Pe.Emílio Carlos

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Reflexão : Eu sou feliz?

A vaidade é o caminho mais curto para o paraíso da satisfação, porém ela é, ao mesmo tempo, o solo onde a burrice melhor se desenvolve. (Augusto Cury)
  
Augusto Cury escreveu: “Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo. Só você pode evitar que ela vá à falência. Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você. 


É importante que você sempre se lembre de que ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções. Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida”.
A pergunta de hoje é: Eu sou feliz?

A força poderosa do perdão -

Recordo aqui uma Palavra de Jesus, como caminho necessário para celebrar a festa do banquete. Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, Deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta(Mt 5,23-26).
Estar de bem com os irmãos, viver em paz é condição para ser feliz e viver livre e liberto das consequências maléficas dos rancores e ressentimentos guardados no coração. O grande humanista Gandhi disse: “O fraco jamais perdoa: o perdão é uma das características do forte.” Em qualquer situação de conflito, a tendência é sempre buscar um culpado. Neste caminho teremos sempre vítimas e não pessoas a serem amadas e acolhidas, principalmente os inimigos. 

O Papa Francisco hoje é um dos homens mais fortes do mundo, porque sempre soube perdoar. No mês de julho esteve no sul da Itália na cidade de Caserta, para pedir perdão a um amigo pastor protestante. A visita já é vista como histórica, pois foi a primeira vez que um pontífice católico sai do Vaticano para se encontrar com um pastor da Igreja Evangélica Protestante.
No seu discurso de unidade entre cristãos, Francisco pediu perdão aos evangélicos por conta da perseguição feita contra eles por muitos católicos: “Entre as pessoas que perseguiram os pentecostais também houve católicos. Eu sou o pastor dos católicos e peço perdão por aqueles irmãos e irmãs católicos que não compreenderam e foram tentados pelo diabo”, afirmou o Papa.
Esse testemunho do Papa, que não é o primeiro a pedir perdão publicamente pelos erros do passado e de se reconciliar de maneira sincera com os grandes e pequenos inimigos históricos, faz com que se liberte de uma bola de ferro amarrada aos pés que se chama ontem. Perdoar os outros e saber se perdoar dos erros e pecados do passado é condição para ser um verdadeiro líder.
Não existe peso maior na consciência do ser humano do que ficar carregando culpa. A única saída honrosa é ter a coragem de recomeçar. A capacidade de perdoar não vem por extinto, não é um gesto automático e de fácil domínio. Exige sempre coragem, iniciativa, amor a si próprio e ao outro, cultivados na fé de quem tem um Deus, que do alto da cruz foi capaz de dizer: “Pai perdoai-lhes porque não sabem o que estão fazendo” (Lc 23,34).
Shakespeare foi brilhante quando afirmou que “guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra.
Ressentimento é um verdadeiro câncer que vai corroendo o gosto de viver, a alegria do encontro, a ternura nos relacionamentos, enfim, criando doenças físicas e psicológicas, que em muitas vezes a única saída é tirar a vida.
O Apóstolo Paulo nos recorda que “tanto quanto possível e de vós dependa, vivei em paz com todos os homens” (Rm 12,18). Ao mesmo tempo a vitória será sempre dos pacíficos, pois sabem que a força de Deus não está no vento ou na tempestade e sim na calmaria de quem sabe valorizar as pequenas coisas. O caminho é “vencer o mal com o bem” (Rm 12,21), e jamais “cansar de fazer o bem”(Gl 6,9).
Essa dinâmica garante a todos o poder incalculável do perdão, feito aos outros e principalmente a nós mesmos. “Ser feliz é encontrar força no perdão, esperanças nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros. É agradecer a Deus a cada minuto pelo milagre da vida.” (Fernando Pessoa).
Dom Anuar Battisti / Arcebispo de Maringá (PR)

-Ato de abandono a Nossa Senhora -

Doce Virgem Maria, minha augusta Soberana! Minha amável Senhora! Minha boníssima e amorosíssima Mãe!

Doce Virgem Maria, coloquei em Vós toda minha esperança, e não serei em nada confundido. Doce Virgem Maria, creio tão firmemente que do alto do Céu Vós velais dia e noite por mim e por todos os que esperam em Vós, e estou tão intimamente convencido de que jamais faltará coisa alguma quando se espera tudo de Vós, que resolvi viver para o futuro sem nenhuma apreensão, e descarregar inteiramente em Vós todas as minhas inquietações.
Doce Virgem Maria, Vós me estabelecestes na mais inabalável confiança. Oh, mil vezes Vos agradeço por um favor tão precioso! Doravante habitarei em paz em vosso coração tão puro; não pensarei senão em Vos amar e Vos obedecer, enquanto Vós mesma, boa Mãe, gerireis meus mais caros interesses. 

Doce Virgem Maria! Como, entre os filhos dos homens, uns esperam a felicidade de sua riqueza, outros procuram-na nos talentos! Outros apoiam-se sobre a inocência de sua vida, ou sobre o rigor de sua penitência, ou sobre o fervor de sua preces, ou no grande número de suas boas obras. Quanto a mim, minha Mãe, esperarei em Vós somente, depois de Deus; e todo fundamento de minha esperança será sempre minha confiança em vossas maternais bondades.
Doce Virgem Maria, os maus poderão roubar-me a reputação e o pouco de bem que possuo; as doenças poderão tirar-me as forças e a faculdade exterior de Vos servir; poderei eu mesmo — ai de mim, minha terna Mãe! - perder vossas boas graças pelo pecado; mas minha amorosa confiança em vossa maternal bondade, jamais - oh, não! - jamais a perderei. Conservarei esta inabalável confiança até meu último suspiro. Todos os esforços do inferno não me arrebatarão. Morrerei repetindo mil vezes vosso nome bendito, fazendo repousar em vosso Coração toda minha esperança.
E por que estou tão firmemente seguro de esperar sempre em Vós? Não é senão porque Vós mesma me ensinastes, dulcíssima Virgem, que Vós sois toda misericórdia e somente misericórdia.
Estou pois seguro, ó boníssima e amorosíssima Mãe! Estou certo de que Vos invocarei sempre, porque sempre Vós me consolareis; de que Vos agradecerei sempre, porque sempre me confortareis; de que Vos servirei sempre, porque sempre me ajudareis; de que Vos amarei sempre, porque Vós me amareis; de que obterei sempre tudo de Vós, porque sempre vosso liberal amor ultrapassará minha esperança.
Sim, é de Vós somente, ó doce Virgem Maria, que, apesar de minhas faltas, espero e aguardo o único bem que desejo: a união a Jesus no tempo e na eternidade. É de Vós somente, porque sois Vós quem meu Divino Salvador escolheu para me dispensar todos os Seus favores, para me conduzir seguramente a Ele. Sim, sois Vós, minha Mãe, que, após me terdes ensinado a compartilhar as humilhações e sofrimentos de vosso Divino Filho, me introduzireis em Sua glória e em Suas delícias, para O louvar e bendizer, junto a Vós e convosco, pelos séculos dos séculos. Amém!

São Bernardo de Claraval

  - Reflexão  -

A nova lei

Jesus não veio abolir a lei, mas levá-la à plenitude, dar-lhe algo "mais" que a faz superar como lei e aceitá-la como opção interior. De fato, a justiça do fariseu se limita à observância dos artigos da lei. A justiça do cristão não depende em primeiro lugar da sua observância da lei, mas de se terem realizado em Jesus os últimos tempos, porque ele veio para ser o primeiro a obedecer à lei em comunhão com Deus. Cristo estabelece um novo critério de avaliação moral: a intenção pessoal. 

O "mais" da nova lei
É no coração que se decide a atitude mais verdadeira e mais radical do homem, é para aí que devemos dirigir a atenção e a escolha: esta é a exigência superior (o "mais") da lei, com a qual Cristo a cumpre e aperfeiçoa. Não basta, portanto, não matar; é necessário não se irritar (Mt 5,21s). Não basta não cometer adultério; é preciso não desejar a mulher dos outros (Mt 5,27s). Não basta lavar as mãos antes das refeições; é preciso "purificar" o interior do homem (Mc 7,1-23). Não basta erguer monumentos aos profetas; é preciso não os fazer calar matando-os (Mt 23,29ss). Não basta dizer: "Senhor, Senhor"; é necessário 'fazer a vontade do Pai que está nos céus’ (Mt 7,21). Não basta dizer inúmeras palavras na oração; é necessário ter fé na bondade de Deus (Mt 6,7). Não basta o sacrifício; de nada servem ato de culto e a observância dos preceitos menores, se não se põem em primeiro lugar, na própria vida moral, a justiça, a misericórdia e a fé (Mt 9,13; 12,7; 23,23).
A lei é imposta ao homem, de fora. Se Jesus só se limitasse a espiritualizar a lei, seria um aperfeiçoamento incompleto.
A "nova" contribuição de Cristo é outra: se Jesus exige um "mais", a motivação está no "mas eu vos digo". Quem impõe é Cristo, ele foi o primeiro a dar o exemplo. Tornou-se possível ao cristão amar os inimigos, suportar o sofrimento e a perseguição, porque foi solicitado e realmente ajudado pelo modelo que tem diante de si. O cristão não só obedece a uma lei; segue as pegadas de Cristo que o precede e que se torna para ele modelo-lei-instância e suprema força interior para o dom do Espírito (Mt 3,11), prêmio-amor beatificante.
Um passo adiante na fraternidade
As palavras de Jesus convidam o cristão a algo "mais", a dar um passo adiante na fraternidade. Não basta não matar o irmão, importa respeitá-lo, ter consideração para com ele, não se achar superior a ele. Pode-se matar com palavras, com um julgamento severo, com uma atitude de desprezo. Pode-se matar o irmão deixando-o de lado, fazendo extinguir-se seu entusiasmo e seus bons projetos, não lhe permitindo expressar-se livremente. Os marginalizados, os anciãos dos asilos, os débeis mentais, os afastados são mortos por nosso cruel desinteresse, por nosso distanciamento, por nossa língua afiada... Não se pode honrar a Deus se o irmão é desonrado, pois Deus não está só no céu, mas também em cada irmão que encontramos, especialmente nos pobres, nos pequenos, nos humildes desprezados, naqueles que nós, às vezes, chamamos de cretinos...
Um passo adiante no amor
O amor do homem e da mulher não é desejo e busca egoístas da própria satisfação. O amor é querer o bem do amado, é encontro livre e libertador. A atração física sem amor é sinal de alienação e imaturidade profunda, é a negação da liberdade e da dignidade da pessoa, é tentativa de destruir o outro para fazer dele coisa, objeto.
Um amor verdadeiro, com raiz na totalidade da pessoa, se insere na corrente única de amor que é Deus, Amor que dá o Filho: dom total, porque Cristo deu sua vida por nós. A família deve viver estas características de amor, que a marcam profundamente e solidificam a unidade. Dom total. O amor no matrimônio ou é assim ou não existe. Total até dar-se, sacrificar-se completamente.
Um passo adiante na sinceridade
As palavras não foram feitas para que os homens delas se sirvam enganando-se mutuamente, mas para que levem seu pensamento ao conhecimento dos outros. Enganar os outros significa deturpar o sinal da palavra, torná-la sinal de divisão e confusão, em lugar de comunhão e limpidez. Cristo supera, portanto, a lei judaica quando proíbe a mentira em qualquer circunstância, tornando assim inútil o juramento.

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

O pobre em espírito sabe ser humilde e disponível à graça de Deus -

Quanto mais tenho, mais quero: isso mata a alma. E o homem ou a mulher que tem essa atitude não é feliz e não alcançará a felicidade
No sermão da montanha “Jesus manifesta a vontade de Deus de conduzir os homens à felicidade”.
Nesta sua pregação Jesus segue um caminho particular: começa com o termo “bem-aventurados”, ou seja, “felizes”; prossegue com a indicação da condição para ser tais; e conclui fazendo uma promessa.
O motivo da bem-aventurança não está na condição de “pobres em espírito”, “aflitos”, “famintos de justiça”, “perseguidos”, mas na promessa sucessiva, a ser acolhida com fé como dom de Deus. “Parte-se da condição de dificuldade para abrir-se ao dom de Deus e aceder ao mundo novo, o ‘reino’ anunciado por Jesus.” 

Não é um mecanismo automático. “Não podem ser bem-aventurados se não se converteram”, se não se tornaram “capazes de apreciar e viver os dons de Deus”.
“O pobre em espírito é aquele que assumiu os sentimentos e a atitude daqueles pobres que em sua condição não se rebelam, mas sabem ser humildes, dóceis, disponíveis à graça de Deus.”
A felicidade dos pobres – dos pobres em espírito – tem uma dúplice dimensão: em relação aos bens e em relação a Deus:
“Em relação aos bens, aos bens materiais, esta pobreza em espírito é sobriedade: não necessariamente renúncia, mas capacidade de experimentar o essencial, de partilha; capacidade de renovar todos os dias a admiração pela bondade das coisas, sem sucumbir na opacidade do consumo voraz."
“Quanto mais tenho, mais quero; mais tenho, mais quero: esse é o consumo voraz. E isso mata a alma. E o homem ou a mulher que faz isso, que tem essa atitude ‘mais tenho, mais quero’, não é feliz e não alcançará a felicidade.”
Em relação a Deus, “é louvor e reconhecimento que o mundo é bênção e que na sua origem está o amor criador do Pai. Mas é também abertura a Ele, docilidade a sua senhoria: “é Ele, o Senhor, é Ele o Grande, não eu sou grande porque tenho tantas coisas! É Ele: Ele que quis o mundo para todos os homens e o quis para que os homens fossem felizes”.
O pobre em espírito é o cristão que não deposita sua confiança em si mesmo, nas riquezas materiais, não é obstinado nas próprias opiniões”.
“Se em nossas comunidades existissem mais pobres em espírito, haveria menos divisões, contrastes e polêmicas. A humildade, como a caridade, é uma virtude essencial para a convivência nas comunidades cristãs. Os pobres, nesse sentido evangélico, se mostram como aqueles que mantêm firme a meta do Reino dos céus, fazendo entrever que este é antecipado de forma germinal na comunidade fraterna, que privilegia a partilha à posse.”
Papa Francisco

Os casais não querem mais ter filhos, para poder gozar a vida! Depois do aborto veja a que ponto chega a sociedade.


crianca-internada
Criança internada
.
No último mês de setembro morreu na Bélgica a primeira criança por eutanásia.

A notícia não poderia ser mais estarrecedora.

A informação foi prestada pelo presidente da Comissão Federal para a Eutanásia, Wim Distelmans.

Em 2014, o Parlamento Socialista da Bélgica aprovou uma lei iníqua que permite que os médicos pratiquem a eutanásia;

Eufemismo para não dizer assassinar – em crianças com doenças ditas incuráveis e que causam muito sofrimento.

A lei permite que os menores procurem a eutanásia.
Mas as crianças que serão sacrificadas teriam que “possuir a capacidade de discernimento”.
Que criança, nos tormentos das dores, será capaz de discernir se quererá ou não ser morta?

A eutanásia existe na Bélgica desde 2002, quando o governo socialista daquele país a aprovou para os anciãos.

O número de mortes por eutanásia na Bélgica está subindo rapidamente, com um aumento de 25% em 2012.


Estudos recentes indicam que até 47% de todas as mortes assistidas não estão sendo relatadas;

32% de todas as mortes assistidas estão sendo feitas sem pedido e  enfermeiros estão a matar seus pacientes sem o conhecimento dos médicos.

Alguns especialistas belgas estão a apoiar a extensão da eutanásia para crianças com deficiência, porque eles dizem que isto já está sendo feito.
Os mesmos médicos especialistas sugerem que a extensão da eutanásia vai resultar num aumento de 10 a 100 mortes por ano.
Tudo isto causa uma enorme insegurança entre as pessoas.

Na Holanda, um dos primeiros países a aprovar a eutanásia, os idosos cruzam a fronteira e vão se tratar na Alemanha onde a lei da eutanásia não é tão radical.

Agora, também a criança doente se sentirá gravemente ameaçada.

E ela pensará se a sua existência não será um peso para a família e que seus pais, mediante conselho pernicioso de um médico, não venha a terminar com a sua vida.
A eutanásia é, a seu modo, uma consequência do aborto.

O aborto trouxe um enfraquecimento da família e é praticado pelas mesmas razões;

Ou seja, o casal não quer ter filhos para poder gozar mais a vida, divertir-se livremente, ir à praia etc.

Sem ter o trabalho de cuidar de crianças.
A criança executada pela eutanásia “alivia” a família de gastos com hospitais e do trabalho de acompanhamento familiar naquele momento crucial.
Então se mata o filho ou a filha e em seguida vai divertir-se.

Como isto é diferente daquela mãe ou pai que passam noites sem dormir;

Rezando pela recuperação da saúde de seu filho ou filha, ao lado de seu leito de dor, consolando-a, dando forças para suportar os sofrimentos!

Os outros filhos olharão para os pais e dirão: como meus pais são maravilhosos, como eles são dedicados.
A minha mãe é uma heroína, acompanhou o meu irmãozinho até o fim. Que exemplo!
É neste momento de sofrimento que a família se une melhor; há maior solidariedade entre as pessoas.
Contudo, não são assim os pais que matam os seus filhos.

Eles buscam principalmente o prazer, o gozo da vida.

Procuram eliminar qualquer forma de sofrimento.

Eles são o fruto de uma sociedade descristianizada.
Para eles não importa o quinto mandamento que diz “não matarás”, assim como os demais.


Prevendo a eutanásia para crianças, em 1936…


Na coluna “7 dias em revista” do Legionário, n. 212, de 4 de outubro de 1936, Plinio Corrêa de Oliveira comentava um fato então pioneiro:

Em Perth (Austrália) um pai matou o próprio filho por motivos de saúde.

Transcrevemos a seguir o texto na íntegra:


“Pela primeira vez, desde que o mundo se governa pelos princípios da civilização de Jesus Cristo, um pai mata seu filho por motivos de saúde.


Trata-se do Sr. Sullivan, de Perth, na Austrália, que levou a passear seu filho de três anos a quem prostrou inesperadamente com um tiro.

O próprio infanticida conduziu depois o pequeno cadáver à polícia, e declarou que a razão do crime que praticara era que seu menino sofria de moléstia incurável.
Não era lícito a esse pai desnaturado, matar o seu filho, qualquer que fosse o pretexto por ele invocado.
Mas façamos abstração disto, e consideremos a questão sobre outro aspecto.
O Sr. Sullivan é “chauffeur”, portanto pessoa relativamente desprovida de recursos.
Será tão seguro que autorize o infanticídio o diagnóstico do médico de 2ª classe, a quem provavelmente o Sr. Sullivan consultou?
Será realmente incurável essa moléstia?
Com os progressos que a medicina vem fazendo, não é bem possível que, daqui a alguns anos, o menino pudesse ser curado?

Em nada disto refletiu o Sr. Sullivan.

O Sr. Sullivan, em si, não interessa.
Sua atitude vale apenas como sintoma de uma civilização.
A tal ponto o mundo descristianizado está perdendo o senso da caridade;
Que diversos escritores europeus já sustentam a inutilidade e, mais do que isto, a nocividade dos estabelecimentos de assistência à infância doente.
Se a criança doente é um ser inferior, por que razão há de o Estado sobrecarregar-se com sua educação?
Não seria melhor deixar morrer esses galhos quase secos, para que a seiva afluísse mais abundante, para os galhos sãos?
Se algum dia esse pensamento conquistar o mundo, os casos como o do Sr. Sullivan serão numerosíssimos.”
Nesse dia, a Igreja certamente já terá voltado para as catacumbas.
E, no Brasil, as pessoas do povo matarão seus filhos, não mais a conselho médico, mas por indicação de (satanistas)…”


«Entrou no local onde jazia a menina, pegou-lhe na mão e disse: [...] "Menina, Eu te ordeno: levanta-te"».

 

Nem para ressuscitar os mortos o Salvador Se contenta em agir através da palavra, que, no entanto, é portadora das ordens divinas. 

Como cooperante, se assim se pode dizer, dessa obra tão fantástica, ele toma a sua própria carne, a fim de mostrar que esta tem o poder de dar a vida, e para ensinar que Lhe está intimamente ligada: ela é verdadeiramente a sua carne, e não um corpo estranho. 

Foi o que aconteceu quando ressuscitou a filha do chefe da sinagoga; ao dizer-lhe: «Menina, levanta-te», tomou-a pela mão. 

Como Deus que é, deu-lhe a vida através de uma ordem poderosa, mas deu-lhe a vida também através do contato com a sua santa carne, testemunhando assim que uma mesma força divina age tanto no seu corpo como na sua palavra. 

De igual forma, quando chegou a uma cidade chamada Naim, onde ia a enterrar o filho único de uma viúva, tocou no caixão dizendo: «Jovem, Eu te ordeno, levanta-te!» (Lc 7,13-17)

Assim, não só confere à sua palavra o poder de ressuscitar os mortos, mas também, para mostrar que o seu corpo dá a vida, toca nos mortos e, através da sua carne, faz a vida passar para os cadáveres. 

 

Ora, se o simples contato com a sua carne sagrada devolve a vida a um corpo que já se decompunha, que proveito não encontraremos nós na sua vivificante Eucaristia, quando fazemos dela nosso alimento! 

 

Ela transformará totalmente no bem que lhe é próprio, quer dizer, na imortalidade, aqueles que nela tiverem participado.

 

São Cirilo de Alexandria (380-444), bispo, doutor da Igreja