Ani Ledodi Vedodi Li


Mais do que qualquer outro motivo, esta é a razão pela qual quero fazer deste blog um caminho para amarmos mais a Deus, por isso seu nome: “Ani Ledodi Vedodi Li”

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Deus o Abençõe !

E que possas crescer com nossas postagens.

É algo louvável esconder o segredo dos Reis; mas há glória em publicar as obras de Deus!

A Igreja não tem pressa, porque ela possui a Eternidade. E se todas as outras instituições morrem nesta Terra, a Santa Igreja continua no Céu.

Não existem nem tempos nem lugares sem escolhas.

E eu sei quanto resisto a escolher-te.

"Quando sacralizamos alguém essa pessoa permanece viva para sempre!"

Sacralize cada instante de tua vida amando o Amado e no Amado os amados de Deus !


Pe.Emílio Carlos

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Otimismo e fé

Otimismo é a visão da bagunça arrumada, fé é a certeza do coração ajeitado... as duas coisas são boas demais quando habitam em corações decididos.
O otimista sempre esta a espera de grandes coisas , ainda que a realidade apresente o pior, e o que tem fé é convicto que o melhor vai acontecer ainda que os ventos soprem em direção ao pior...

Eu tenho uma fé tamanha e sou otimista, nunca gostei de ver o lado ruim das coisas e nem das pessoas, e isto nos coloca sujeitos a decepções e também tropeços , porque sempre haverá um pessimista pra jogar água fria no que você acredita, pra torcer contra tudo que você espera , pra dizer "não te falei , que não ia dar certo" ? , estes ainda são profissionais em dizer "sou realista", "sou sincero" , o mesmo são os incrédulos, os que não tem fé, os que só sabem jogar pelo esgoto tantas promessas lindas , os que andam com o exterior cheio de Deus , mas o interior vazio de seus feitos.

Só sei dizer que mesmo em meio a estes embaraços , a fé e o otimismo são fundamentais na vida daquele que sonha, na vida daquele que passa por situações adversas, no coração daquele que acredita no impossível e se você manter estas duas chamas acesas em sua vida, acredite , muita coisa boa vai acontecer, mesmo que os obstáculos venham surgir, muitas realizações e conquistas Deus tem pra você...



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Tenham certeza que o Otimismo faz florescer suas idéias, seus caminhos, suas certezas e a fé fortalece suas idéias, te instrui em seus caminhos , ilumina suas certezas e te faz vencer em meio as incertezas alheias...

«Dirigiu-Se a um lugar deserto»

Foto de Emilio Carlos Mancini. Ó Tu, meu refúgio e minha força, leva-me, como outrora levaste o teu servo Moisés, ao interior do teu deserto, ao lugar onde a sarça arde sem se consumir (cf Ex 3), onde a alma, invadida pelo fogo do Espírito Santo, se torna ardente sem se consumir, mas purificando-se.

Leva-me a esse lugar onde não é possível permanecer e por onde não se avança sem antes se terem desatado as correias dos entraves carnais, onde Aquele que é não Se deixa certamente ver tal como é, mas onde, no entanto, se pode ouvi-Lo dizer: «Eu sou Aquele que sou!» Nesse lugar, temos de cobrir o rosto para não ver o Senhor face a face (1Rs 19,13), mas também temos de nos esforçar por escutar com humildade e obediência, para discernir o que Deus nos diz no interior do coração.

Enquanto espero, esconde-me, Senhor, no recôndito da tua tenda (Sl 26,5) no dia da desgraça; esconde-me ao abrigo da tua face longe das línguas provocadoras (Sl 30,21), porque me impuseste o teu jugo suave e o teu fardo leve (Mt 11,30). E, quando me fazes medir a distância entre o teu serviço e o do mundo, com voz terna e doce me perguntas se é mais agradável servir-Te a Ti, o Deus vivo, do que a deuses estranhos (2Cr 12,8). Então, eu adoro essa mão que pesa sobre mim e exclamo: «Já me dominaram por demasiado tempo outros mestres, que não Tu! Só a Ti desejo pertencer, porque o teu braço me mantém erguido!»

Comentário de Guilherme de Saint-Thierry
monge beneditino, depois cisterciense
Meditações
Setembro o mês da bíblia

Foto de Emilio Carlos Mancini.

Desde 1971 a Igreja Católica dedica o mês de setembro à Bíblia. Setembro foi escolhido pelos Bispos do Brasil como o mês da Bíblia, em razão da festa de São Jerônimo, celebrada no dia 30 deste mês. São Jerônimo, que viveu entre 340 e 420, foi o secretário do Papa Dâmaso e por ele encarregado de revisar a tradução latina da Sagrada Escritura. Essa versão latina feita por São Jerônimo recebeu o nome de Vulgata, que, em latim, significa popular e o seu trabalho é referência nas traduções da Bíblia até os nossos dias. 

Neste mês, em quase todas as paróquias e comunidades eclesiais há cursos bíblicos. Incentiva-se a leitura e o estudo da Bíblia. Nas celebrações ela ocupa lugar de especial destaque e os grupos de reflexão trabalham no sentido de ligar mais os textos lidos com a vida. Quando ouvimos a palavra “bíblia”, logo pensamos em Palavra de Deus. Esta é a ideia mais difundida e popular da Bíblia. Ela é de fato a Palavra de Deus, a comunicação de sua vontade e da sua presença libertadora para todos aqueles que a procuram com sede e fome de vida mais plena. 

A Bíblia é o livro mais conhecido do mundo inteiro. Já foi traduzido para 1785 línguas. Mesmo assim, continua sendo um livro desconhecido. Muita gente tem em casa, mas não a abre.
Na Bíblia se encontra a história do povo de Israel e sua lenta caminhada na descoberta de Deus que revela ao seu povo o que com ele deseja e faz uma aliança de amor. 

Os profetas surgem, chamados por Deus, para mostrar ao povo e às suas autoridades quando e como estão traindo esta aliança. Os Salmos, orações que brotam do chão da vida, alimentam o povo em sua caminhada para a realização do projeto de Deus.

Finalmente, “quando chegou a plenitude dos tempos, Deus enviou o seu próprio Filho”, a Palavra de Deus se fez carne e habita no meio de nós. Em Jesus Cristo todas as promessas de Deus se realizam e se tornam esperanças de vida nova para todos nós. É por tudo isso que a Bíblia não deve ser um livro que enfeita a estante, não deve ser o livro de cabeceira que faz passar as horas de insônia, e muito menos ainda um livro que se transforma em fonte de conflitos e divisões.

Penso que Santo Agostinho, ao dizer que Deus escreveu dois livros, a Bíblia e a Vida, nos ajuda a superar os preconceitos e recuperar o verdadeiro sentido da Sagrada Escritura.  

Ver, ler a vida do dia-a-dia, nosso dia, o da nossa família, da nossa comunidade, da sociedade e do mundo e captar aí os apelos de Deus para a justiça, para a fraternidade, para o amor. Nesse exercício diário vamos entrando no mundo da Bíblia. Afinal, o que ela conta? A história de uma aliança de amor entre Deus e seu povo. Aliança esta marcada pela fidelidade e pelas infidelidades do povo. Aos trancos e barrancos este povo vai aprendendo a perceber e a viver a vontade de Deus sempre presente e que se fez carne em Jesus Cristo e que continua atuando em nossa história.

A realidade infeliz é que nós cristãos, por não nos dedicarmos ao conhecimento da Bíblia, não sabemos a vontade do Pai. Não a conhecendo, não podemos colocá-la na prática. Não é de estranharmos que nos falte a alegria e a felicidade dos filhos de Deus que fez a parte dele.

Abrindo a Bíblia, estamos abrindo um dos livros mais lidos de toda a história da humanidade. Antes de nós, milhões de pessoas procuraram aí dentro um sentido para sua vida e o encontraram. A Bíblia foi escrita para nós. Precisamos ler e compreender a Palavra de Deus. Ela dará a nós a certeza de salvação; confiança e poder na oração; certeza de perdão de Deus; orientação e paz em nossas vidas e capacidade de testemunhar Jesus Cristo. Uma palavra tem a força e o valor daquele que a pronuncia. A palavra nossa, palavra humana, pode errar e enganar, pois o homem é fraco e não oferece uma segurança total. Mas a 

Palavra de Deus não erra nem engana. Ela é prego seguro e firme para sustentar a vida de quem nela se agarra e por ela se orienta. Diz o Salmo: “Tua palavra, Senhor, é um facho a iluminar os meus passos, uma luz a guiar-me nos caminhos da vida” (Sl 118, 105). E ainda: “Eu me agarro a ti, Senhor, e tu me seguras com tuas mãos!”.

Por isso, “toda escritura inspirada por Deus é útil para instruir e refutar, para corrigir e formar na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito, qualificado para toda a espécie de boas obras” (1Tm 3,16). Assim, “pela perseverança e pela consolação que as Escrituras nos oferecem, podemos ter esperança” (Rm 15,4). 

Que esperança? A esperança de que, um dia, a verdade e a justiça voltem a ser a marca de toda a palavra que sai da boca dos homens! O documento de Aparecida disse: “Desconhecer a Escritura é desconhecer Jesus Cristo e renunciar a anuncia-lo. Se queremos ser discípulos e missionários de Jesus Cristo é indispensável o conhecimento profundo e vivencial da Palavra de Deus. 
É preciso fundamentar nosso compromisso missionário e toda a nossa vida cristã na rocha da Palavra de Deus” (cf. doc. cit. 247).

Pe. Dr. Brendan Coleman Mc Donald
Redentorista e Assessor da CNBB Reg. NE1
Somos cristãos porque pertencemos à Igreja - Catequeses sobre a Igreja

Foto de Emilio Carlos Mancini.

Na primeira catequese sobre a Igreja, na quarta-feira passada, começamos a partir da iniciativa de Deus, o qual quer formar um povo que leve a sua Bênção a todos os povos da terra. Começa com Abraão e depois, com muita paciência - e Deus tem muita paciência! - prepara este povo na Antiga Aliança até o constituir em Jesus Cristo como sinal e instrumento da união dos homens com Deus e entre si (cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. Lumen gentium, 1). 

Hoje, desejamos meditar sobre a importância, para o cristão de pertencer a este povo. Falaremos sobre a pertença à Igreja.
Não vivemos isolados e não somos cristãos a título individual, cada qual por sua própria conta, não, a nossa identidade cristã é pertença! Somos cristãos porque pertencemos à Igreja. É como um sobrenome: se o nome é «sou cristão», o sobrenome é «pertenço à Igreja». É muito bom observar que esta pertença se exprime também no nome que Deus atribui a Si mesmo. Com efeito, respondendo a Moisés, no maravilhoso episódio da «sarça ardente» (cf. Êx 3,15), Ele define-se a Si mesmo como o Deus dos pais. Não diz: Eu sou o Todo-Poderoso..., não: Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac, o Deus de Jacob. Deste modo, Ele manifesta-se como o Deus que fez uma aliança com os nossos pais e permanece sempre fiel ao seu pacto, chamando-nos a entrar nesta relação que nos precede. Esta relação de Deus com o seu povo precede-nos a todos, desde aquela época.

Em tal sentido o pensamento dirige-se, em primeiro lugar, com gratidão àqueles que nos precederam e que nos acolheram na Igreja. Ninguém se torna cristão por si só! É claro isto? Ninguém se torna cristão por si só! Os cristãos não se fazem no laboratório. O cristão faz parte de um povo que vem de longe.
O cristão pertence a um povo que se chama Igreja, e é esta Igreja que o faz cristão, no dia do Batismo e depois no percurso da catequese, e assim por diante. Mas ninguém se torna cristão por si só! Se cremos, se sabemos rezar, se conhecemos o Senhor, se podemos ouvir a sua Palavra, se O sentimos próximo de nós e se O reconhecemos nos irmãos, é porque outros, antes de nós, viveram a fé e porque depois no-la transmitiram. Nós recebemos a fé dos nossos pais, dos nossos antepassados; foram eles que no-la ensinaram.

Se pensarmos bem, quem sabe quantos rostos de entes queridos passam diante dos nossos olhos neste momento! Pode ser o rosto dos nossos pais que pediram o Batismo para nós; o dos nossos avós ou de algum familiar que nos ensinou a fazer o sinal da cruz e a recitar as primeiras orações. Recordo-me sempre do rosto da religiosa que me ensinou o catecismo, vem sempre ao meu pensamento - indubitavelmente, ela está no Céu, porque é uma mulher santa - mas eu recordo-me sempre dela e dou graças a Deus por esta religiosa. Ou então o rosto do pároco, de outro sacerdote, ou de uma religiosa, de um catequista, que nos transmitiu o conteúdo da fé e nos fez crescer como cristãos... Eis, esta é a Igreja: uma grande família na qual somos acolhidos e aprendemos a viver como crentes e discípulos do Senhor Jesus.
Podemos percorrer este caminho não apenas graças a outras pessoas, mas juntamente com outras pessoas. Na Igreja não existe «personalizações», não existem «jogadores livres». Quantas vezes o Papa Bento descreveu a Igreja como um «nós» eclesial! Às vezes ouvimos alguém dizer: «Eu creio em Deus, creio em Jesus, mas não me interesso pela Igreja...». Quantas vezes ouvimos isto? Assim não funciona. Alguns pensam que podem manter uma relação pessoal, direta, imediata com Jesus Cristo, fora da comunhão e da mediação da Igreja. São tentações perigosas e prejudiciais. Como dizia o grande Paulo VI, trata-se de dicotomias absurdas. É verdade que caminhar juntos é algo exigente, e por vezes pode ser cansativo: pode acontecer que algum irmão ou irmã nos cause problemas, ou provoque escândalos... Mas o Senhor confiou a sua mensagem de salvação a pessoas humanas, a todos nós, a testemunhas; e é nos nossos irmãos e nas nossas irmãs, com os seus dotes e os seus limites, que vem ao nosso encontro e se deixa reconhecer. É isto que significa pertencer à Igreja. Recordai-vos bem: ser cristão significa pertença à Igreja. O nome é «cristão» e o sobrenome, «pertença à Igreja».

Caros amigos, peçamos ao Senhor, por intercessão da Virgem Maria Mãe da Igreja, a graça de nunca cair na tentação de pensar que podemos renunciar aos outros, que podemos prescindir da Igreja, que nos podemos salvar sozinhos, que somos cristãos de laboratório. Pelo contrário, não se pode amar a Deus sem amar os irmãos; não se pode amar a Deus fora da Igreja; não se pode viver em comunhão com Deus sem viver na Igreja; não podemos ser bons cristãos, a não ser juntamente com todos aqueles que procuram seguir o Senhor Jesus, como um único povo, um único corpo; é nisto que consiste a Igreja. Obrigado!

Papa Francisco / Audiência Geral
Praça de São Pedro
Quarta-feira, 25 de Junho de 2014
Fonte: Libreria Editrice Vaticana
" Inclinando-se sobre ela, Jesus ameaçou a febre, e a febre a deixou".

Quarta-feira 22ª Semana Comum
2ª Semana do Saltério
Prefácio Comum - Ofício do dia
Cor: Verde - Ano Litúrgico “B” - São Marcos

São Lucas 4,38-44

Naquele tempo, Jesus saiu da sinagoga e entrou na casa de Simão. A sogra de Simão estava sofrendo com febre alta, e pediram a Jesus em favor dela. Inclinando-se sobre ela, Jesus ameaçou a febre, e a febre a deixou. Imediatamente, ela se levantou e começou a servi-los.
Ao pôr-do-sol, todos os que tinham doentes atingidos por diversos males, os levaram a Jesus. Jesus punha as mãos em cada um deles e os curava. De muitas pessoas também saíam demônios, gritando: "Tu és o Filho de Deus". Jesus os ameaçava, e não os deixava falar, porque sabiam que ele era o Messias.
Ao raiar do dia, Jesus saiu e foi para um lugar deserto. As multidões o procuravam e, indo até ele, tentavam impedi-lo que os deixasse. Mas Jesus disse: "Eu devo anunciar a Boa Nova do Reino de Deus também a outras cidades, porque para isso é que eu fui enviado". E pregava nas sinagogas da Judéia. - Palavra da Salvação.

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Por que as pessoas procuram a religião? A maioria das pessoas que procuram a religião o faz por motivos egoístas, procuram a Deus para fazer dele seu servidor, querem proteção, saúde, sucesso econômico, profissional, social ou afetivo, ou fogem do medo do desconhecido, do sobrenatural ou da própria morte. Devemos procurar na religião um relacionamento pessoal e amoroso com o próprio Deus, para que possamos servi-lo amando os nossos irmãos e irmãs. Para isso, precisamos conhecer o Evangelho, no qual Jesus anuncia a boa nova do Reino de Deus. A partir do conhecimento do Evangelho, vamos nos sentir apelados por Deus para a vivência concreta do amor e, a partir de uma resposta positiva a esse apelo, teremos um relacionamento maduro e amoroso com Deus. 

O ministério de Jesus pode ser definido como um serviço continuo à libertação do ser humano. Posicionando-se a favor deste, fragilizado pelo pecado, o escopo de sua ação messiânica era, exatamente, o de torná-lo resistente ao influxo do mal. A libertação expressava-se em forma de cura das doenças que impedem a pessoa de servir seus semelhantes, como foi o caso da sogra de Pedro. Libertar era expulsar demônios, cuja ação maléfica incapacitava o ser humano para a comunhão fraterna e a solidariedade. 

Libertadora era sua pregação da Boa Nova do Reino de Deus, que consistia em revelar a benevolência do Pai, preocupado em cancelar os efeitos do pecado no coração humano. Igualmente libertadora era a presença de Jesus junto aos pobres e sofredores, reacendendo neles a esperança de viver. 

As multidões eram sensíveis à esta dimensão do ministério de Jesus. Por isso, iam à sua procura, e queriam impedi-lo de seguir adiante. Houve, talvez, quem o tivesse visto como um curandeiro extraordinário, um milagreiro ambulante. O Mestre, porém, recusou a fazer este papel. Sua missão libertadora colocava-se a serviço do Reino de Deus e apontava para uma libertação radical que só se experimenta junto do Pai. 

As libertações terrenas eram apenas antecipações daquela que haveria de vir em plenitude.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Desconhecer a Escritura é desconhecer Jesus Cristo
 
Foto de Emilio Carlos Mancini.

Queridos , Paz e bem!

Esse mês de Setembro que se inicia celebramos o Mês da Bíblia, a Igreja nos convida a conhecer mais a fundo a Palavra de Deus, a amá-la cada vez mais e a fazer dela, a cada dia, uma leitura meditada e rezada. É essencial ao discípulo missionário o contato com a Palavra de Deus para ficar solidamente firmado em Cristo e poder testemunhá-Lo no mundo presente, tão necessitado de Sua presença.
Desconhecer a Escritura é desconhecer Jesus Cristo e renunciar a anunciá-lo. Se queremos ser discípulos e missionários de Jesus Cristo é indispensável o conhecimento profundo e vivencial da Palavra de Deus. É preciso fundamentar nosso compromisso missionário e toda a nossa vida cristã na rocha da Palavra de Deus.
“A Bíblia contém tudo aquilo que Deus quis nos comunicar em relação à nossa salvação. Jesus é o centro e o coração da Sagrada Escritura. Em Jesus se cumprem todas as promessas feitas no Antigo Testamento para o povo de Deus.
Ao lê-la, não devemos nos esquecer de que Cristo é o ápice da revelação de Deus. Ele é a Palavra viva de Deus.
Todas as palavras da Sagrada Escritura têm seu sentido definitivo n’Ele, porque é no mistério de Sua Morte e Ressurreição que o plano de Deus Pai para a nossa salvação se cumpre plenamente”.

Pérola do dia:

AMAR COMO A SI MESMOS

Para quem ama nada é difícil, nada está fora do seu alcance. 
O milagre do amor constrói o mundo, destruindo os obstáculos do ódio e do rancor. 
Subjuga a inveja, a impaciência, a violência e todos os vícios. 
O poder de gerar e regenerar está no amor.
 Ele dá valor a todas as coisas e eleva o gesto mais simples ao patamar do heroísmo. 
Quem ama, conquista amigos que se tornam irmãos. 
Quem ama, fala a língua dos anjos e faz o amor de Deus transbordar à humanidade. 
Quem ama o próximo como a si mesmo, cumpre todas as leis, preceitos e regras, e celebra o mais sublime culto.