Ani Ledodi Vedodi Li


Mais do que qualquer outro motivo, esta é a razão pela qual quero fazer deste blog um caminho para amarmos mais a Deus, por isso seu nome: “Ani Ledodi Vedodi Li”

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Deus o Abençõe !

E que possas crescer com nossas postagens.

É algo louvável esconder o segredo dos Reis; mas há glória em publicar as obras de Deus!

A Igreja não tem pressa, porque ela possui a Eternidade. E se todas as outras instituições morrem nesta Terra, a Santa Igreja continua no Céu.

Não existem nem tempos nem lugares sem escolhas.

E eu sei quanto resisto a escolher-te.

"Quando sacralizamos alguém essa pessoa permanece viva para sempre!"

Sacralize cada instante de tua vida amando o Amado e no Amado os amados de Deus !


Pe.Emílio Carlos

quarta-feira, 29 de outubro de 2014



  Pérola do dia:


DEUS É DESCONCERTANTE.

Eu acredito que a vida pode ser sempre maravilhosa e surpreendente. 
Basta apenas termos ousadia para vencermos nossos limites e irmos além do que possamos imaginar. Calçar os pés com coragem e fazer valer a pena cada manhã com um novo recomeço." Precisamos é Por amor em nossas mãos, e leva-o em cada ação... Aproveite cada minuto, porque o tempo não volta. O que volta é a vontade de voltar no tempo. "Que a vida nos envolva com sua ternura, e que possamos ter um coração puro para reconhecermos os milagres diários que ela nos oferece."   

Preciso é Deixar-se surpreender por Deus. Quem é homem e mulher de esperança - a grande esperança que a fé nos dá - sabe que, mesmo em meio às dificuldades, Deus atua e nos surpreende. Deus sempre nos reserva o melhor. Mas pede que nos deixemos surpreender pelo seu amor, que acolhamos as suas surpresas. 

DEUS É DESCONCERTANTE.   

Deus sempre nos reserva o melhor. Mas pede que nos deixemos surpreender pelo seu amor, que acolhamos as suas surpresas.  DEUS É DESCONCERTANTE.


Estejam vigilantes, mantenham-se firmes na fé, sejam homens de coragem, sejam fortes  (1Co 16.13).
 
Se você é uma pessoa cristã, e hoje se sente desanimada, sem coragem e abatida, preste atenção no que a Bíblia lhe diz: “Pois Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio” (2Tm 1.7). 

Os dias não são iguais, porém, se o seu desânimo está sendo constante, ele é resultado da falta de exercício no poder e nos recursos de Deus, resumindo: você não tem exercitado a pratica da ousadia através da fé, que é manter-se corajosamente firme diante das responsabilidades, pressões e desafios da vida cristã.
Desde o princípio, Deus sempre anima seus filhos dizendo: “Sê forte e corajoso”, quer dizer: seja ousado. O próprio Senhor Jesus animou um paralítico, uma mulher com hemorragia, um cego e aos seus discípulos com a seguinte palavra: “Coragem”. 

Antes de ir embora Jesus fortaleceu o ânimo dos discípulos dizendo: “Neste mundo vocês terão aflições; mas tenham bom animo, eu venci o mundo” (Jo 16.33). É preciso ter ousadia para ser cristão, porque o verdadeiro cristão vive no sentido contrário ao mundo. Além do mais, a vida eterna não é dada aos covardes e aos medrosos.
Se você tem a vida comprometida com Jesus, a esperança de Deus habita em você e Deus ouve as suas orações. 

Portanto seja ousado! E a Bíblia nos encoraja ainda mais dizendo: “apeguemo-nos com toda firmeza à fé que professamos, pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas” (Hb 4.14-15). Deus lhe deu poder, equilíbrio e amor; essas três qualidades fazem parte da seguinte promessa bíblica: “Deus ergue do pó o desvalido e do monturo, o necessitado” (Sl 113.7). 
Portanto tenha bom ânimo e humildemente seja um cristão ousado.



"O amor consiste em despojar-se e desapegar-se, por Deus, de tudo o que não é Ele."
(São João da Cruz)

Podemos unir a este pensamento de São João ás Palavras de Jesus : “Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” (Mt 22,21)
 À provocação dos fariseus, que queriam, por assim dizer, fazer-Lhe o exame de religião e induzi-Lo em erro, Jesus responde com esta frase irónica e genial. É uma resposta útil que o Senhor dá a todos aqueles que sentem problemas de consciência, sobretudo quando estão em jogo as suas conveniências, as suas riquezas, o seu prestígio, o seu poder e a sua fama. E isto acontece em todos os tempos e desde sempre. A acentuação de Jesus recai certamente sobre a segunda parte da frase: “E [dai] a Deus o que é de Deus”. Isto significa reconhecer e professar – diante de qualquer tipo de poder – que só Deus é o Senhor do homem, e não há outro. Esta é a novidade perene que é preciso redescobrir cada dia, vencendo o temor que muitas vezes sentimos perante as surpresas de Deus.
Isto nos diz São João da Cruz: "O amor consiste em despojar-se e desapegar-se, por Deus, de tudo o que não é Ele."

Ele não tem medo das novidades! Por isso nos surpreende continuamente, abrindo-nos e levando-nos para caminhos inesperados. Ele renova-nos, isto é, faz-nos “novos” continuamente.
Um cristão que vive o Evangelho  é “a novidade de Deus” na Igreja e no mundo. E Deus ama tanto esta “novidade”! “Dar a Deus o que é de Deus” significa abrir-se à sua vontade e dedicar-Lhe a nossa vida, cooperando para o seu Reino de misericórdia, amor e paz. Aqui está a nossa verdadeira força, o fermento que faz levedar e o sal que dá sabor a todo o esforço humano contra o pessimismo predominante que o mundo nos propõe. 

E saber escolher Deus e nem mesmo as Obras de Deus , pois o que nos salva e Deus por Deus , por isso temos que despojar-se e desapegar-se  por  amor a Deus de tudo que não é de Deus .
Aqui está a nossa esperança, porque a esperança em Deus não é uma fuga da realidade, não é um álibi: é restituir diligentemente a Deus aquilo que Lhe pertence. É por isso que o cristão fixa o olhar na realidade futura, a realidade de Deus, para viver plenamente a existência – com os pés bem fincados na terra – e responder, com coragem, aos inúmeros desafios novos.  Verdadeiramente São João da Cruz soube “dar a Deus o que é de Deus”, dedicando toda a sua vida a este “dever sacro, solene e gravíssimo: continuar no tempo e dilatar sobre a terra a missão de Cristo amando a Igreja e guiando-a para ser “ao mesmo tempo mãe amorosa de todos os homens e medianeira de salvação.”  São João da Cruz foi um dos santos mais desconcertantes e ao mesmo tempo mais transparentes da mística moderna. Grande mestre da vida espiritual, transformou todas as cruzes em meios de santificação para si e para os irmãos. E despojou-se de tudo e de todos desapegou-se das coisas terrenas e viveu somente para Deus : Deus em tudo e sempre  ele é chamado doutor do tudo e nada. 

Porque soube amar a Deus em tudo e a viver inteiramente no nada nada nada. Dizia ele: É mais fácil para Deus criar do nada que converter uma alma , pois o nada não tem vontades quanto a alma precisa se submeter a vontade de Deus.  Assim sabendo ele dar a Deus o que pertencia a Deus e ao mundo o que é do mundo chaga a dizer:  “Meus são os Céus e minha é a Terra, meus são os homens, e os justos são meus; e meus os pecadores. Os Anjos são meus, e a Mãe de Deus, todas as coisas são minhas. O próprio Deus é meu e para mim, pois Cristo é meu e tudo para mim.” A pessoa que está presa por algum afeto a alguma coisa, mesmo pequena, não alcançará a união com Deus, mesmo que tenha muitas virtudes. Pouco importa se o passarinho esta com um fio grosso ou fino… ficará sempre preso e não poderá voar.” “Para possuir Deus plenamente é preciso nada ter; porque se o coração pertence a Ele, não pode voltar-se para outro.” Deus é a nossa prioridade e é a Ele que devemos subordinar toda a nossa existência; e Deus nos convoca a um compromisso efetivo com a construção do mundo. O que é mais importante é que o homem reconheça a Deus como o seu único senhor. 

O homem pertence somente a Deus, deve entregar-se a Deus e reconhecê-l’O. Em muitos casos, Deus foi apenas substituído por outros “deuses”: o dinheiro, o poder, o êxito, a realização profissional, a ascensão social, o clube de futebol… tomaram o lugar de Deus e passaram a dirigir e a condicionar a vida de tantos dos nossos contemporâneos. Quase sempre, no entanto, essa troca trouxe, apenas, escravidão, alienação, frustração e sentimentos de solidão e de orfandade… O homem e a mulher foram criados à imagem de Deus. Eles não são, portanto, objetos que podem ser usados, explorados e alienados, mas seres revestidos de uma suprema dignidade, de uma dignidade divina. Para o cristão, Deus é a referência fundamental e está sempre em primeiro lugar; mas isso não significa que o cristão viva à margem do mundo e se demita das suas responsabilidades na construção do mundo. O cristão deve ser um cidadão exemplar, que cumpre as suas responsabilidades e que colabora ativamente na construção da sociedade humana. Ele respeita as leis e cumpre pontualmente as suas obrigações tributárias, com coerência e lealdade. Não foge aos impostos, não aceita esquemas de corrupção, não infringe as regras legalmente definidas. Vive de olhos postos em Deus; mas não se escusa a lutar por um mundo melhor e por uma sociedade mais justa e mais fraterna.



Estado laico ou laicista?

Cristo ensinou “dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”, isto é, o Estado e a Igreja têm atividades diferentes e devem atuar conjuntamente para o bem do povo. O Estado é laico, quer dizer, não professa uma religião específica, mas deve incentivar o valor religioso, que faz parte da grandeza e da dignidade do homem.
Laicidade, corretamente entendida, significa que o Estado deve proteger amplamente a liberdade religiosa tanto em sua dimensão pessoal como social, e não impor, por meio de leis e decretos, nenhuma verdade especificamente religiosa ou filosófica, mas elaborar as leis com base nas verdades morais naturais. O fundamento do direito à liberdade religiosa se encontra na própria dignidade da pessoa humana.

Infelizmente, mesmo em países de profundas raízes cristãs, como a Espanha, este laicismo radical e anticristão é notado com clareza. Um Estado que tenta impedir a vivência religiosa do povo, especialmente o Cristianismo, com uma ação hostil ao fenômeno religioso e a tentativa de encerrá-lo unicamente na esfera privada.
Tenta-se, assim, eliminar os símbolos religiosos mais tradicionais do povo, como que lhe arrancando as raízes. Ora, retirar, por exemplo, o crucifixo de nossos locais públicos, equivale a eliminar a nossa tradição cristã ocidental. Esse sinal sagrado é para nós o que há de mais importante, significa o respeito ao ser humano, a defesa da justiça, da honra, da caridade, da bondade, da pureza, da verdade, do amor.
Quem pode ser contra isso? Que filosofia pode ir contra isso?

O duro que infelizmente como nós Igreja cristã católica vamos protestar contra isso se em muitas de nossas igrejas já foram arrancados os crucifixos e colocados somente o Jesus Ressuscitado!

Como disse um dos personagens de Dostoiévski, em “Irmãos Karamazóvi”: “Se Deus não existe, tudo é permitido”. Se Deus não existe, então, eu sou deus; essa é a mentalidade laicista que se pretende impor mesmo aos cristãos, baseados numa falsa concepção de que Deus não existe e de que não se pode provar a existência d’Ele.
O Vaticano já chamou de “cristianofobia” a aversão ao Cristianismo, tanto no Ocidente quanto no Oriente. Esta expressão foi introduzida pela primeira vez no ano 2003 em uma resolução do Terceiro Comitê da 58ª Assembleia Geral da ONU, e que compreende os atos de violência e perseguição, intolerância e discriminação contra os cristãos, ou uma educação errônea ou a desinformação sobre essa religião [Cristianismo]. Por isso, hoje, em muitos países, os cristãos são vítimas de preconceitos, estereótipos e intolerâncias. É uma ideologia racionalista e estimulada por poderosas instituições internacionais, como se pode constatar em uma breve consulta na internet. Algumas “fundações” no exterior destinam muitos recursos para esse fim. Enfim, o laicismo que hoje vemos é o do Estado que caminha para se tornar um Estado com religião oficial e não um Estado laico: um Estado totalitário ateu, que quer eliminar Deus e a religião e que investe fortemente contra a liberdade religiosa. Um Estado cujo deus é o individualismo, o hedonismo, o prazer material e a “liberdade” para aprovar tudo que desejar, sem restrições morais.

No bojo do laicismo encontramos o que o nosso Papa emérito Bento XVI chamou de “ditadura do relativismo”, que surge como uma consequência da “ditadura do racionalismo” ateu e materialista, e que elimina a verdade. Ora, a eliminação da verdade coloca o homem nas mãos do mais forte, do útil, da imoralidade.
Fala-se hoje falsamente em nome da laicidade, mas se pratica o laicismo para bloquear a vida e a atividade, especialmente da Igreja Católica, em sua realidade profunda e positiva.
Termino este artigo lhes dizendo que um dos argumentos utilizado pelos defensores do aborto e de outras aberrações morais é a de que o Estado é laico e, por isso, os cristãos não deveriam opinar sobre as decisões que os governantes tomam (ou deixam de tomar) na área ética.

Tal pensamento, contudo, é errôneo, se bem entendermos o que é realmente um Estado laico, de acordo com o Compêndio da Doutrina Social da Igreja, em seu n. 572: “O princípio da laicidade comporta o respeito de toda confissão religiosa por parte do Estado, ‘que assegura o livre exercício das atividades cultuais, espirituais, culturais e caritativas das comunidades dos crentes. Numa sociedade pluralista, a laicidade é um lugar de comunicação entre as diferentes tradições espirituais e a nação’ (João Paulo II, Discurso ao Corpo Diplomático (12 de Janeiro de 2004), 3: L’Osservatore Romano, ed. em Português, 17 de Janeiro de 2004, p. 7)”.
Infelizmente permanecem ainda, inclusive nas sociedades democráticas, expressões de laicismo intolerante, que hostilizam qualquer forma de relevância política e cultural da fé, procurando desqualificar o empenho social e político dos cristãos, porque se reconhecem nas verdades ensinadas pela Igreja e obedecem ao dever moral de ser coerentes com a própria consciência; chega-se também e mais radicalmente a negar a própria ética natural.

“O Estado Laico é aquele que, sem assumir como própria nenhuma posição confessional, respeita e valoriza a presença da dimensão religiosa na sociedade, favorecendo suas expressões mais concretas”.(Papa Francisco- Teatro Municipal do Rio de Janeiro, em 27 de julho de 2013)

Pe.Emílio Carlos Mancini-

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Só a atitude interior dá sentido às práticas exteriores.

EVANGELHO Lc 11, 37-41
 
Naquele tempo, depois de Jesus ter falado, um fariseu convidou-O para comer em sua casa. Jesus entrou e tomou lugar à mesa. O fariseu admirou-se, ao ver que Ele não tinha feito as abluções antes de comer. Disse-lhe o Senhor: «Vós, os fariseus, limpais o exterior do copo e do prato, mas o vosso interior está cheio de rapina e perversidade. Insensatos! Quem fez o interior não fez também o exterior? Dai antes de esmola o que está dentro e tudo para vós ficará limpo».


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Terça-feira da Semana XXVIII do Tempo Comum
EVANGELHO Lc 11, 37-41
Naquele tempo, depois de Jesus ter falado, um fariseu convidou-O para comer em sua casa. Jesus entrou e tomou lugar à mesa. O fariseu admirou-se, ao ver que Ele não tinha feito as abluções antes de comer. Disse-lhe o Senhor: «Vós, os fariseus, limpais o exterior do copo e do prato, mas o vosso interior está cheio de rapina e perversidade. Insensatos! Quem fez o interior não fez também o exterior? Dai antes de esmola o que está dentro e tudo para vós ficará limpo».
 
Compreender a Palavra
Terminou uma secção do evangelho de Lucas e começa uma outra com um convite para comer em casa de um fariseu. Esta introdução vai dar origem a diversas advertências de Jesus aos fariseus. A atitude de Jesus que se senta à mesa sem realizar os ritos de purificação das mãos usados pelos fariseus, coloca-o numa situação semelhante à das pessoas simples que desconheciam a lei e não realizavam estas práticas. Os fariseus escandalizavam-se com estas atitudes dos homens simples do povo e Jesus é agora visto também como escândalo. Perante esta situação, Jesus, a quem Lucas chama de “Senhor”, para dizer que ele tem autoridade, toma a palavra e desmascara as atitudes insensatas e hipócritas. Jesus esclarece que não são estas práticas exteriores que estabelecem uma relação com Deus, mas as atitudes interiores que levam à compaixão para com os pobres. Só a atitude interior dá sentido às práticas exteriores.
 
Meditar a Palavra
As advertências de Jesus aos fariseus são hoje para mim. De facto, sem querer, mas pela rotina com que procuro cumprir as minhas obrigações, caio muitas vezes no erro de ficar no legalismo dos gestos exteriores e esqueço as pessoas que são mais importantes do que a lei. Jesus pede-me um olhar novo para com os outros em especial para com os pobres. Serei eu capaz de renovar o meu olhar a partir de dentro, do coração?
 
Rezar a Palavra
Senhor, perante as atitudes dos outros, vejo-me muitas vezes incomodado, escandalizado ou porque não entendo ou porque me parece que deviam agir de outra maneira. Nem sempre tenho a capacidade de escutar o que acontece no coração daqueles que julgo e avalio segundo os meus critérios. Ensina-me a limpar o interior, o coração, para vencer a lei com o amor.
 
Compromisso
Preciso rever os meus critérios de avaliação para estar com os outros.
Compreender a Palavra
 
Terminou uma seção do evangelho de Lucas e começa uma outra com um convite para comer em casa de um fariseu. Esta introdução vai dar origem a diversas advertências de Jesus aos fariseus. A atitude de Jesus que se senta à mesa sem realizar os ritos de purificação das mãos usados pelos fariseus, coloca-o numa situação semelhante à das pessoas simples que desconheciam a lei e não realizavam estas práticas. Os fariseus escandalizavam-se com estas atitudes dos homens simples do povo e Jesus é agora visto também como escândalo. Perante esta situação, Jesus, a quem Lucas chama de “Senhor”, para dizer que ele tem autoridade, toma a palavra e desmascara as atitudes insensatas e hipócritas. Jesus esclarece que não são estas práticas exteriores que estabelecem uma relação com Deus, mas as atitudes interiores que levam à compaixão para com os pobres. Só a atitude interior dá sentido às práticas exteriores.

Meditar a Palavra
 
As advertências de Jesus aos fariseus são hoje para mim. De fato, sem querer, mas pela rotina com que procuro cumprir as minhas obrigações, caio muitas vezes no erro de ficar no legalismo dos gestos exteriores e esqueço as pessoas que são mais importantes do que a lei. Jesus pede-me um olhar novo para com os outros em especial para com os pobres. Serei eu capaz de renovar o meu olhar a partir de dentro, do coração?

Rezar a Palavra
 
Senhor, perante as atitudes dos outros, vejo-me muitas vezes incomodado, escandalizado ou porque não entendo ou porque me parece que deviam agir de outra maneira. Nem sempre tenho a capacidade de escutar o que acontece no coração daqueles que julgo e avalio segundo os meus critérios. Ensina-me a limpar o interior, o coração, para vencer a lei com o amor.