Como seus amores são belos,minha irmã, noiva minha. Seus amores são melhores do que o vinho, e mais fino que os outros aromas é o odor dos teus perfumes. Por isso Eu quero consumir meus dias, no seu amor! ══════ ღೋ♡✿♡ღೋ═══════

Ani Ledodi Vedodi Li


Mais do que qualquer outro motivo, esta é a razão pela qual quero fazer deste blog um caminho para amarmos mais a Deus, por isso seu nome: “Ani Ledodi Vedodi Li”

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Deus o Abençõe !

E que possas crescer com nossas postagens.

É algo louvável esconder o segredo dos Reis; mas há glória em publicar as obras de Deus!

A Igreja não tem pressa, porque ela possui a Eternidade. E se todas as outras instituições morrem nesta Terra, a Santa Igreja continua no Céu.

Não existem nem tempos nem lugares sem escolhas.

E eu sei quanto resisto a escolher-te.

"Quando sacralizamos alguém essa pessoa permanece viva para sempre!"

Sacralize cada instante de tua vida amando o Amado e no Amado os amados de Deus !


Pe.Emílio Carlos

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Pérola do dia: 

 
Deus de paz, Tu não queres que vivamos numa inquietação obstinada, mas num humilde arrependimento de coração.
 

Ele é como um ímpeto de confiança que nos leva a depositar em ti os nossos fardos.
 

E, na luz do perdão, descobrimos uma paz do coração.


5º DOMINGO DO TEMPO COMUM
07 de fevereiro de 2016






Eis-me aqui, Senhor!

Leituras: 
Isaías 6, 1-2a.3-8; 
Salmo 137 (138); 
Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios 15, 1-11; 
Lucas 5, 1-11.

COR LITÚRGICA: VERDE

 Hoje somos convocados a estar às margens do lago de Genesaré e a ouvirmos a revelação de Deus, realizada em Jesus de Nazaré, através da palavra anunciada e da pesca milagrosa. A partir desta experiência, a exemplo de Pedro, somos convidados a ter uma consciência mais profunda dos nossos limites e a um ato de fé na Palavra de Jesus que nos convida a superarmos nossos medos e a segui-lo sem reservas.

1. Situando-nos

Neste quinto domingo do Tempo Comum, recordando o acontecimento da pesca milagrosa e a vocação dos primeiros discípulos, celebramos nossa vocação ao discipulado.

É o Senhor quem nos chama. E o chamado é sempre ligado à realidade e dentro da contingência humana, como aconteceu com Isaías e os apóstolos. Mas, de todos, o Senhor pede adesão incondicional e totalidade na entrega. “Eis-me aqui, Senhor. Envia-me!”.

Que nesta celebração o Senhor renove em nós a alegria da nossa vocação, nos anime sempre a “lançar nossas redes” em seu Nome e nos encoraje a buscar um jeito novo de “pescar”. Que a sua graça em nós não fique estéril, mas, seja fecunda e produza muitos frutos de vida.

Neste Ano Jubilar da Misericórdia, “Sintamo-nos chamados a viver de misericórdia, porque, primeiro, foi usada misericórdia para conosco”.

2. Recordando a Palavra

O Evangelho e a primeira leitura falam da vocação. No Evangelho de Lucas, até agora, Jesus age sozinho, no território da Galileia. Daqui em diante, vai alargar seu campo de ação e rodear-se de colaboradores. Em uma ação simbólica, Jesus explica qual será a missão, a pesca generosa do futuro.

O primeiro chamado tem como cenário as multidões: Jesus está à margem do lago de Genesaré, lugar em que ele realiza sua atividade libertadora. Ele vê duas barcas paradas, pescadores lavando as redes e sobe em uma barca que era de Simão; pede que eles se afastem da margem e manda: “Lancem suas redes para a pesca”, Simão explica que trabalharam a noite toda e não pescaram nada. Mas, porque ele estava mandando, jogaria as redes.

Assim o fizeram apanharam tamanha quantidade de peixes que as redes quase se resgavam. Fizeram sinais para os companheiros da outra barca para virem em auxílio. Encheram as duas barcas. Simão Pedro lança-se aos pés de Jesus e confessa que era pecador. Todos ficaram espantados por causa da quantidade de peixes. O mesmo aconteceu com os companheiros João e Tiago. Jesus disse a Simão: “não temas, daqui para frente pescará pessoas. Então, atracando as barcas à terra, deixaram tudo e o seguiram”.

A enorme quantidade de peixes, a ponto de as redes quase se romperem, sublinha que o êxito missionário é obra do Senhor que atua, através dos discípulos. Tal resultado positivo da pesca leva ao reconhecimento de Jesus como Senhor, título atribuído ao Ressuscitado.

A profissão de fé é fundamental para reconhecer os sinais da salvação, os milagres de Deus. O discípulo reconhece sua fragilidade diante de Jesus e abre-se à revelação da graça divina: “Não tenhas medo! De hoje em diante tu serás pescador de homens” (5,10).

Os pescadores são chamados por Jesus para seguir seu estilo de vida. A resposta é radical: “Deixaram tudo e seguiam a Jesus” (5,11). Abandonaram tudo por causa de Jesus e do seu Reino. Tornam-se companheiros de caminhada com Jesus, compartilhando sua Boa-Nova e seu destino.

A primeira leitura narra a vocação do profeta Isaías que surge no século VIII a.C., num contexto litúrgico, no Templo de Jerusalém. Enfatiza que o chamado é iniciativa do Senhor, aclamado Santo de forma tríplice, cuja glória resplandece em toda a terra. “A purificação dos lábios”, simboliza a preparação para acolher o plano do Pai e tornar-se apto a assumir a missão profética.

A experiência do encontro com Deus e sua Palavra converte a pessoa e suscita o apelo para o serviço ao Reino. Com o toque de Deus, o profeta sente-se confirmado na vocação: “Ouvi a voz do Senhor que dizia: Quem enviarei? Quem irá por nós? Eu respondi: Aqui estou! Envia-me” (6,8). Isaías responde confiante e torna-se porta-voz da mensagem de salvação.

O Salmo 137 (138) é uma ação de graças individual a Deus pela manifestação de sua ação salvadora. A pessoa, em meio às aflições, clama a Deus e é atendida. Por isso, seu canto de louvor e agradecimento é acompanhado de gestos, em sinal de reconhecimento pelo amor e fidelidade de Deus.

A segunda leitura da primeira carta aos Coríntios, apresenta um resumo da profissão de fé das comunidades cristãs primitivas: “Cristo morreu por nossos pecados, foi sepultado e ao terceiro dia ressuscitou” (15,3-4). O Ressuscitado apareceu a Tiago, depois a todos os apóstolos e por fim apareceu a Paulo que viu o Senhor gloriosos no caminho de Damasco.

Pela ação da graça de Deus, as testemunhas do Ressuscitado proclamam a mesma mensagem e os fiéis professam a mesma fé. A ressurreição, a vida nova em Cristo, torna-se objeto fundamental da pregação e da fé cristã. A graça do Ressuscitado fortalece Paulo levando-o a dedicar a vida por causa do Evangelho, a trabalhar mais do que os outros apóstolos.

3. Atualizando a Palavra

Jesus convida os primeiros discípulos ao seguimento e os transforma em pescadores de gente. Ele convida no contexto da realidade em que as pessoas estão inseridas, acompanha com a sua graça e pede adesão plena e generosidade na entrega. A missão dos discípulos prolonga as ações do Mestre. Para isso, eles devem dar atenção à palavra de quem os chama. A iniciativa de “Convidar” é dele. “Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi” (Jo 15,16).

Cada um de nós tem a sua história de vocação: de muitas formas Deus entra em nossa vida, desafia-nos para a missão, pede uma resposta positiva à sua proposta. A missão que Deus propõe, por vezes, está associada às dificuldades, aos sofrimentos, aos conflitos, aos confrontos. É um caminho de cruz que procuramos nos esquivar. As limitações humanas não podem servir de desculpa para a recusa da missão que Deus quer confiar a alguém. Pois, se Ele me pede um serviço, concederá. Isaías é o exemplo de pessoa que confia e arrisca tudo e se dispõe, de forma absoluta, para o serviço de Deus.

A pesca milagrosa, do insucesso à abundância, revela que o êxito da missão não depende tanto das qualidades ou limites do discípulo, quanto da atenção à palavra do Mestre. “O resultado da confiança na palavra do Mestre reverte a situação negativa e superar as expectativas. A palavra do Mestre gera abundância para todos. A pesca é pois, um sinal precursor da grande vitória do Cristo sobre a morte. É dela que surge a abundância de vida para todos” (BORTOLINI. Op.cit., p.595).

O convite ou a escolha é da livre iniciativa do Mestre, mas implica seguimento pronto e generoso. Seguimento que resulta da acolhida da palavra libertadora. “E deixando tudo, o seguiram”.

Hoje, o Senhor entra na barca de nossa vida e de nossas comunidades para fortalecer a fé posta em prova diante de tantas situações que tornam nossa missão ineficaz. O apelo de lançar as redes em águas mais profundas e pescar para alimentar as multidões e libertá-las das realidades de escravidão, é dirigido a todos nós. Como Pedro, somos convidados a confiar em Jesus e a aderir a sua Palavra. Pois recebemos o chamado à fé, ao seguimento e à missão de anunciar o Evangelho com ardor apostólico, como o apóstolo Paulo.

A misericórdia é, em síntese, a Boa-Nova primordial revelada em palavras e ações por Jesus. Com a sua palavra, os seus gestos e toda a sua pessoa, Jesus de Nazaré revela a misericórdia de Deus. Todos precisamos da misericórdia do Senhor, e, por outro lado, também necessitamos ser misericordiosos para com nossos semelhantes, em especial para com os mais sofridos e marginalizados. É sendo misericordioso que alcançaremos a misericórdia (cf. Mt 5,7).

“O Senhor nunca se cansa de ter misericórdia de nós, e quer nos oferecer uma vez mais o seu perdão, todos precisamos disso, convidando-nos a voltar a Ele com um coração novo, purificado do mal, purificado pelas lágrimas, para tomar parte da sua alegria” (Papa Francisco, Homilia da Quarta-feira de Cinzas, 19 de fevereiro de 2015). Que o tempo da Quaresma nos proporcione a paz e a alegria que brota do abraço misericordioso do Pai.

4. Ligando a Palavra com a ação Eucarística

Somos um povo de profetas e missionários que se reúne para celebrar a fé, para fazer a experiência da ação misericordiosa do Deus que anda com seu povo. Um povo de fé que celebra a vitória de Cristo, morto e ressuscitado, que apareceu aos apóstolos e hoje se manifesta a nós na sua palavra e no pão partilhado.

Ouvindo e acolhendo amorosamente sua Palavra, somos tocados e purificados com a brasa do Espírito de Deus que faz brotar de nossos lábios e nossa boca o louvor dos anjos: “Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; toda a terra está repleta de sua glória”. Experimentando a santidade de Deus, somos também renovados no ardor da vocação profética e missionária e na mística do serviço.

Pela partilha do pão e do vinho, Ele nos faz participantes da sua entrega total e nos leva a viver no cotidiano a caridade fraterna e universal, própria do Reino.

Modelados por esta experiência pascal somos animados a lançar incansavelmente nossas redes em seu Nome, certos de que nosso trabalho não será estéril, mas terá um resultado garantido com abundantes frutos.

Assim rezamos na oração depois da comunhão: “Ó Deus, vós quisestes que participássemos do mesmo pão e do mesmo cálice; fazei-nos viver de tal modo unidos em Cristo, que tenhamos a alegria de produzir frutos para a salvação do mundo.



QUANTO CUSTA O CARNAVAL

“COMO OCORREU NOS DIAS DE NOÉ, ACONTECERÁ DO MESMO MODO NOS DIAS DO FILHO DO HOMEM. COMIAM E BEBIAM, CASAVAM- SE E DAVAM–SE EM CASAMENTO, ATÉ O DIA EM QUE A VEIO O DILÚVIO E MATOU  A TODOS”

Quero deixar claro que não coloco na pergunta que me faço, nenhuma referência ao custo monetário do carnaval. Esta é, sem dúvida, uma consideração bastante relevante e seria justo fazê-la ao menos para indagar: é justo e sensato o desperdício de dinheiro num país assolado pelo desemprego, o salário mínimo dos mínimos, miséria, favelas, pobres, mendigos, assolados do Nordeste, violência, fome endêmica e extrema pobreza de milhões de cidadãos?

Ao perguntar, porém, quanto custa o carnaval, penso também em outra modalidade de custo: no custo social e humano, moral e espiritual. Questiono se não estamos vivendo pior que uma Sodoma e Gomorra, e aí vêm à mente, ao meu coração estas palavras da Escritura que me levam até a ficar estarrecido e gélido pelas durezas das palavras e da sua veracidade: “Por isso vos digo: no dia do juízo, haverá menor rigor para Tiro e Sidônia, que para vós! E tu, Cafarnaum, serás elevada até o céu? Não! Serás atirada até o inferno! Porque, se Sodoma tivesse visto os milagres que foram feitos dentro dos teus muros, subsistiria até este dia. Por isso te digo: no dia do juízo haverá menor rigor para Sodoma do que para ti!” (Mt 11,22-24).
E, neste sentido, a minha interrogação sobre o elevadíssimo custo do carnaval.
Onde a própria etimologia da palavra é hoje real: “CARNE-VALE”.
Não é nenhuma comemoração cristã, ao contrário, é paganismo. Comiam, festejavam com muita carne o período que antecedia à Quaresma.

Nós temos clara lembrança dos carnavais passados e é impossível não reconhecer sem dificuldade que o carnaval é um acontecimento lúdico, resposta à necessidade que o homem tem de festa. Pode ser espaço de descontração e catarse. Pode ser um “momento de sonho e fantasia” e até de evasão, antídoto, às frustrações de um cotidiano cruel demais. Pode ser até idealmente, um modo de encontrar-se, divertir-se. E quem condenaria ou invocaria o fogo do céu ou do inferno sobre esses possíveis aspectos do carnaval?

Vemos também que muitas vezes são nestes momentos críticos e de tensões sociais que: carnaval, copas, campeonatos são incentivados e soltado as verbas governamentais para alienar o povo e não perceber o arroxo ou os “pacotes”.
Não me julgaria digno da missão de pastor, profeta, se não pronunciasse, com pena e vergonha, esta verdade: nos lugares onde é mais famoso no Brasil, o carnaval se reduz a duas coisas que sempre andam juntas: pornografia e violência.

O que é triste e incompreensível é que após cada carnaval, pais e mães de família, como os próprios jovens cristãos relatam, constrangidos e revoltados, as cenas de depravações em que desceram a pretexto de divertimento. Após cada carnaval, o resultado de gravidez indesejável e inoportuna, abortos, etc.

E, depois de cada carnaval a melancólica constatação e depressão de que os poderes públicos muitas vezes também  são culpados, pois é mais fácil e custa menos soltar “camisinhas” do que uma verdadeira campanha de conscientização.
Vemos juntos, a violência, a imoralidade. Já o “grito de carnaval”  se torna, desgraçadamente, um grito de guerra. E a violência explode, com maior ou menor ímpeto, alimentada pelo excesso de bebida ou pelo uso de alucinógenos e drogas, deixando numerosos feridos e ceifando vidas.
E como não ver sem culposa hipocrisia, que no clima do carnaval, se propagará um POUCO mais a AIDS, não obstante a custosa propaganda e distribuição de preservativos, designados, com involuntária e atroz ironia, um novo elemento da fantasia?
Podemos falar, por que não, dos aspectos lúdicos e culturais do carnaval, ao longo da história. Mas queremos deveras saber quanto custo o carnaval, o carnaval concreto que toma conta das ruas e praças, dos clubes e, infelizmente, hoje até os salões ou casas de cursos e retiros que não vão para refletir sobre a vida, mas com desculpas de necessidade de descontração fazem até de casas de retiro onde o Santíssimo permaneceu exposto durante o ano, um lugar de descontração fantasiada. Cinco dias que paralisa todo o país e as consciências!
Tenhamos a coragem de responder que custa a inocência de milhares de crianças, adolescentes e jovens.
Custa a sobriedade e o equilíbrio de inúmeros adultos. Custa a dignidade inerente à sexualidade humana na sua visão cristã.

Custa a degradação dos drogados e dos bêbados.
 Custa a saúde, a integridade e a vida de muitos.
Custa o rebaixamento de toda uma sociedade, profundamente golpeada nestes dias.
O rebaixamento de toda uma nação.
Talvez você, leitor(a), deste blog esteja me achando “quadrado” ou “alienado”, “conservador” e com palavras severas demais!
Mas quero deixar esta advertência como um pastor, que quer também ser profeta, no desejo de diminuir, pouco que seja, o preço, o alto custo deste tipo de carnaval.
Que o bom Deus nos ajude a dar um sentido melhor para nossa vida.

A  palavra carnaval é de origem latina (carne-­levare) e significa, ao pé da letra, adeus (vale) à carne (car­ne). É uma festa profana em que o povo antes de pensar na morte (Quaresma) quer desfrutar a vida em abundância e a sensualidade, procurando se esconder da reali­dade (cheia de desafios e dificul­dades) atrás de uma máscara ou fantasia.
 Os meios de comunicação apresentam maneiras distorcidas de envolver os jovens na folia. Mostram que devem manter-se alheios ao resto do mundo, be­bendo, consumindo drogas, ten­do relações sexuais com várias pes­soas, sendo violentos consigo e com os outros.
O consumismo é o principal objetivo. As pessoas se iludem com tantos programas em luga­res exóticos, festas maravilhosas e cruzeiros que acontecem nessa época do ano. Em geral, acabam criando problemas financeiros que demorarão para resolver.
A juventude precisa mudar a sua maneira de festejar o carnaval buscando alternativas saudáveis e cristâs, preparando-se para a quaresma, tempo de penitência e jejum, e esperando a ressurreição de nosso salvador.

O nome de Deus é Misericórdia


Estamos no Ano Jubilar da Misericórdia e somos convidados a fazer uma experiência pessoal e profunda do Amor de Deus que se manifesta em um encontro com Jesus, o rosto da Misericórdia do Pai.
O que se deve saber sobre as Obras de Misericórdia
 
* O que se deve saber sobre as Obras de Misericórdia
 
Com o Ano Santo da Misericórdia, que se iniciou no dia 08 de dezembro na solenidade da Imaculada Conceição, o Santo Padre Francisco fez um especial convite para que se reflita e se ponha em prática as Obras de Misericórdia.

Assim está escrito na Bula 'Misericordiae Vultus' com a qual o Santo Padre convocou o Jubileu Extraordinário: "É meu vivo desejo que o povo cristão reflita durante o Jubileu sobre as obras de misericórdia corporais e espirituais. Será um modo para despertar nossa consciência, muitas vezes apática diante do drama da pobreza, e para entrar ainda mais no coração do Evangelho, onde os pobres são os privilegiados da misericórdia divina. A pregação de Jesus nos apresenta estas obras de misericórdia para que possamos dar-nos conta se vivemos ou não como discípulos seus".
E... Que são as Obras de Misericórdia?
O que se deve saber sobre as Obras de Misericórdia 1.jpgDe acordo com o Catecismo da Igreja Católica, as Obras de Misericórdia "são ações caritativas mediante as quais ajudamos ao nosso próximo em suas necessidades corporais e espirituais. Instruir, aconselhar, consolar, confortar, são obras espirituais de misericórdia, como também o são perdoar e sofrer com paciência. As obras de misericórdia corporais consistem especialmente em dar de comer ao faminto, dar teto a quem não tem, vestir ao nu, visitar aos enfermos e aos presos, enterrar os mortos".
"Entre estas obras -segue o Catecismo-, a esmola feita aos pobres é um dos principais testemunhos da caridade fraterna; é também uma prática de justiça que agrada a Deus".

As 14 Obras de Misericórdia

Sendo assim, existem 14 Obras de Misericórdia: sete corporais e sete espirituais. As obras de misericórdia corporais são: visitar aos enfermos, dar de comer ao faminto, dar de beber ao sedento, dar pousada ao peregrino, vestir ao nu, visitar aos presos e enterrar aos defuntos.
Enquanto que as obras de misericórdia espirituais são: ensinar ao que não sabe, dar bom conselho ao que necessita, corrigir ao que se equivoca, perdoar ao que nos ofende, consolar ao triste, sofrer com paciência os defeitos do próximo e rezar a Deus pelos vivos e os defuntos.
O que se deve saber sobre as Obras de Misericórdia 2.jpg
 
                               "No ocaso de nossas vidas seremos julgados no amor"

O Papa Francisco na Bula de convocação do Jubileu extraordinário fala também do efeito das obras de misericórdia em quem as pratica, recordando que não se pode escapar às Palavras de Jesus, já que com base nelas seremos julgados: "se dermos de comer ao faminto e de beber ao sedento. Se acolhermos ao estrangeiro e vestirmos ao nu. Se dedicarmos tempo para acompanhar ao que estava enfermo ou prisioneiro. Igualmente nos perguntará se ajudamos a superar a dúvida, que faz cair no medo e em ocasiões é fonte de solidão; se fomos capazes de vencer a ignorância na qual vivem milhões de pessoas, sobretudo as crianças privadas da ajuda necessária para ser resgatados da pobreza; se fomos capazes de nos aproximarmos de quem estava sozinho e afligido; se perdoamos a quem nos ofendeu e rejeitamos qualquer forma de rancor ou de ódio que conduz à violência; se tivemos paciência seguindo o exemplo de Deus que é tão paciente conosco; finalmente, se encomendamos ao Senhor na oração nossos irmãos e irmãs".
O Papa conclui: "Em cada um destes 'menores' está presente Cristo mesmo. Sua carne se faz novamente visível como corpo martirizado, chagado, flagelado, desnutrido, em fuga (...) para que nós os reconheçamos, o toquemos e o assistamos com cuidado. Não esqueçamos as palavras de São João da Cruz: 'No ocaso de nossas vidas, seremos julgados no amor'". (GPE/EPC)


* Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/75284-Ano-Santo--O-que-se-deve-saber-sobre-as-Obras-de-Misericordia#ixzz3zOO2XQWJ
Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte.
 

Terço das Santas Chagas de Jesus

Sinal da Cruz seguido da oração do Creio.
Jaculatória:
Deus, vinde em nosso auxílio.
Senhor, socorrei-nos e salvai-nos!
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, amém! 

Oração:
o   Ó Jesus, Divino Redentor, sede misericordioso para conosco e para com o mundo inteiro. Amém.
o   Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro. Amém.
o   Pai Eterno, misericórdia, pelo Sangue de Jesus Cristo, Vosso Único Filho: Tende misericórdia de nós, nós Vo-lo suplicamos. Amém, Amém, Amém.
Contas Grandes:
Pai Eterno, eu Vos ofereço as santas Chagas de Nosso Senhor Jesus Cristo para curar as de nossas almas.
Contas Pequenas:
Meu Jesus, perdão e misericórdia, pelos méritos de Vossas Santas Chagas.
Final recitar três vezes:
Pai Eterno, eu Vos ofereço as Chagas de Nosso Senhor Jesus Cristo para curar as de nossas almas. Amém.

Espírito Santo, promessa do Pai

Quando o Senhor prometeu-nos a salvação (Gn 3,15), isto é, de nos enviar da mulher, um Salvador, com certeza, estava afirmando também que, uma vez resgatados ao seio do seu amor, devolveria aos nossos corações o seu Espírito que outrora, nos fora suprimido por causa do pecado (Gn 6,3). Por isso, no tempo da plenitude, no qual ainda estamos Zaqueu exultou de alegria ao ouvir do Senhor Jesus estas palavras: “Hoje entrou a salvação nesta casa, porquanto também este é filho de Abraão”. Pois o Filho do homem veio procurar e salvar o que estava perdido (Lc 19,9-10). 

1. Quais foram às promessas que o Senhor nos fez sobre o envio do Espírito Santo aos nossos corações?
Com certeza são muitas; mas vejamos algumas que se encaixem melhor em nossa compreensão.
Falando da libertação de Israel, o Senhor nos diz: “Sobre os planaltos desnudados, farei correr água, e brotar fontes no fundo dos vales. Transformarei o deserto em lagos e a terra árida em fontes”. (Is 41,18).
Na verdade ele nos prometeu começar derramando seu Espírito sobre o Salvador prometido.
“Eis que o meu servo, eu o ampararei; o meu escolhido, no qual a minha alma pôs a sua complacência. Sobre ele derramarei o meu espírito, ele espalhará a justiça entre as nações”. (Is 42,1).
Através do profeta Ezequiel e Joel, falando sobre a renovação do seu povo, o Senhor fez, também para nós, granes promessas:
“Derramarei sobre vós uma água pura, sereis purificados de todas as vossas imundícies, purificar-vos-ei de todos os vossos ídolos”. Dar-vos-ei um coração novo e porei um novo espírito no meio de vós; tirarei da vossa carne o coração de pedra e dar-vos-ei um coração de carne. Porei o meu espírito no meio de vós, farei que andeis nos meus preceitos, que guardei as minhas leis e que as pratiqueis. Habitareis a terra de que fiz presente a vossos pais; sereis meu povo, e eu serei vosso Deus. (Ez 36,25-28).
“Acontecerá que derramarei o meu espírito sobre toda carne, e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos anciãos serão instruídos por sonhos e os vossos jovens terão visões”. (Jl 3,1).
Ora, no tempo da plenitude, o Filho de Deus, Jesus Cristo, nasceu da Virgem Santíssima, pelo poder do Espírito Santo (Gl 4,4; Mt 1,20) e, quando, com trinta anos de idade, foi batizado por João Batista, no Jordão, o Espírito de Deus desceu sobre Ele em forma corpórea de pomba, e o Pai falou do alto, dizendo: “Este é o meu Filho  amado, no qual pus todas as minhas complacências”. (Mt 3,17b). Então a promessa de derramar o Espírito Santo sobre o Filho de Deus, acabara de se cumprir, ali, às margens do rio Jordão.
2. Quanto a nós, que disse o Senhor Jesus acerca do Espírito Santo?
“Quem crê em mim, como diz a Escritura; do seu interior manarão rios de água viva”. (Jo 7,38).
O Senhor Jesus instrui seus discípulos sobre a missão apostólica e os advertiu sobre muitas coisas. Entre elas, que seriam entregues às autoridades, mas que não se preocupassem sobre o que haviam de dizer; “porque o Espírito do vosso Pai é o que falará em vós”. (Mt 10,19-20; Lc 12,12).
Ora, o Espírito Santo é o comunicador da sabedoria divina, do amor de caridade do Pai e do Filho, e da santificação de que necessitamos para ver a Deus. (Hb 12,14).
Assim, a missão específica do Espírito de Deus em nós é ensinar, repreender, corrigir, recordar e formar na justiça, para que sejamos perfeitos e aptos para toda obra que nos seja confiada por Deus. (II Tm 3,16-17).
Dessa forma, pelo batismo de regeneração e renovação do Espírito Santo (Tt 3,5) seremos. se quisermos ser santificados no amor curador e misericordioso do Pai e do Filho.
Não é verdade que aqueles que experimentam a redenção liberativa do sangue de Cristo são santificados pelo Espírito Santo, para o Senhor?
“Pedro disse-lhes: Fazei penitência e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para a remissão de vossos pecados; recebereis o dom do Espírito Santo. Porque a promessa é para vós, para os vossos filhos, para todos os que estão longe e para quantos nosso Deus chamar”. (At 2,38-39).
3. Que disse o Senhor aos seus apóstolos antes de sua ascensão aos céus?
“Eu vou mandar sobre vós o (Espírito Santo) prometido por meu Pai; entretanto permanecei na cidade, até que sejais revestidos da virtude do alto” (Lc 24,49).
Ora, para isto, o Senhor Jesus havia dito que rogaria ao Pai em favor dos que guardassem os seus mandamentos, e lhes seria dado outro Paráclito para ficar com eles para sempre. (Jo 14,15-16).
Nesse sentido, Jesus Cristo, conforme narrou S. Lucas nos atos dos apóstolos, acrescentou: “João, na verdade, batizou em água, mas vós sereis batizados no Espírito Santo, daqui há poucos dias”, (At 1,5).
O Senhor Jesus disse isto porque todas as suas testemunhas terão que ser revestidas da graça que salva (Ef 2,8), da verdade que liberta (Jo 8,32 e do amor de caridade que cura, purifica e santifica os quantos creem nele de todo o coração). (Jo 6,47; Jr 29,13).
“Recebereis a virtude do Espírito Santo, que descerá sobre vós e me sereis testemunhas em Jerusalém, em toda a Judeia, na Samaria e até às extremidades da terra”. (At 1,8).
4. Por que temos que ser santificados pelo Espírito Santo?
Porque a grande vocação do cristão é, sem dúvida, retornar ao estado de graça e santidade que, no princípio, desfrutaram os nossos primeiros pais, Adão e Eva, no paraíso de delícias; pois é certo que, sem um coração puro (Mt 5,8)  e uma alma santa (Hb 12,14) jamais veremos o Senhor da vida.
5. Que nos diz o Antigo Testamento sobre a vocação dos santos?
Que devemos ser santos, como o Senhor nosso Deus é Santo. Como se pode observar, não há alternativa: “Santos ou santos!”.
“Sereis para mim um reino sacerdotal e uma nação santa. Estas são as palavras que dirás aos filhos de Israel”. (Ex 19,6).
Alias, São Pedro, em sua carta, exorta-nos a que sejamos santos!
“A exemplo da santidade daquele que vos chamou sede também vós santos em todas as vossas ações, pois está escrito: “Sede santos, porque eu, o Senhor vosso Deus, sou santo (Lv 11,44)”“.
6. Que pede o Senhor Jesus Cristo aos seus escolhidos?
A perfeição que só existe num coração puro e na alma santa! Foi um coração e uma alma santa que, no princípio, recebemos através de nossos primeiros pais, das mãos do Senhor de toda graça e de toda a glória.
“Sede, pois, perfeitos, como também vosso Pai celestial é perfeito”, (Mt 5,48).
Concluímos, finalmente, que o Pentecostes da Igreja e o Pentecostes pessoal, de cada um de seus filhos e filhas correspondem ao cumprimento da promessa do Pai; porque tudo quanto o Senhor Jesus Cristo resgatou do seio das trevas será ofertado por Ele ao Pai das luzes, e toda oferenda resgatada, perfeita, santa e acabada, conceda-nos a alegria de ouvir dos lábios do Senhor de toda glória as mesmas palavras do princípio da criação: “Deus contemplou toda a sua obra, e viu que tudo era muito bom”. (Gn 1,31).
 
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