Ani Ledodi Vedodi Li


Mais do que qualquer outro motivo, esta é a razão pela qual quero fazer deste blog um caminho para amarmos mais a Deus, por isso seu nome: “Ani Ledodi Vedodi Li”

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Deus o Abençõe !

E que possas crescer com nossas postagens.

É algo louvável esconder o segredo dos Reis; mas há glória em publicar as obras de Deus!

A Igreja não tem pressa, porque ela possui a Eternidade. E se todas as outras instituições morrem nesta Terra, a Santa Igreja continua no Céu.

Não existem nem tempos nem lugares sem escolhas.

E eu sei quanto resisto a escolher-te.

"Quando sacralizamos alguém essa pessoa permanece viva para sempre!"

Sacralize cada instante de tua vida amando o Amado e no Amado os amados de Deus !


Pe.Emílio Carlos

segunda-feira, 14 de abril de 2014

O que é ser SANTO?

O que é ser santo? 
No mundo de hoje podemos buscar a santidade nos ausentando dos demais? 
Será que ser SANTO significa entrar para uma congregação, ordem religiosa ou comunidade de vida e se esconder dos irmãos pecadores? 
Será que a aproximação sua com as outras pessoas lhe contamina, impede de você viver sua santidade? Estou refletindo neste começo de noite sobre muita gente que tem se afastado das outras pessoas porque pertencem a algumas comunidades de vida, e se acham no direito de excluir do seu caminho aqueles que eles os julgam como pecadores, que não servem para se viver uma amizade. Já vi muito isto nas redes sociais... muitas pessoas procuram adicionar alguns missionários destas comunidade e eles os ignoram.Isso é um mal sinal.Na realidade estão sendo anti-evangélicos.
Enquanto eles se afastam das pessoas JESUS foi jantar com Zaqueu em sua casa.Enquanto existem pessoas que não te aceitam nas suas páginas de relacionamentos, JESUS aceitou conversar com Maria Madalena, a pecadora.E foi além, a perdoou...Enquanto eles não aceitam os "pecadores" JESUS expulsou demônios. Quer ser santo? Seja "sal da terra" no meio dos que estão perdidos, aprendam AMAR.
Sabe por que São Francisco de Assis é santo porque não teve nojo de beijar um leproso e de cuidar de muitos leprosos do seu tempo.Enquanto muitas vezes você tem nojo do pobre, do indigente, morador de rua, favelado e do menor abandonado, e sempre está entrando numa igreja de Terço e Bíblia na mão, para mim isso não é santidade.
Aliás, quando alguém reza demais, e a caridade ele pratica de menos esta santidade deve-se desconfiar . Quando o homem pratica o oração sem a caridade ele está engando a si mesmo e a sua oração não chega ao coração de Deus, pois Deus é todo MISERICÓRDIA.

Oração a Jesus Crucificado


Eis-me aqui, ó bom e dulcíssimo Jesus;
prostrado de joelhos diante da vossa Divina Presença,
Vos peço e suplico com o mais ardente fervor,
que imprimais no meu coração vivos sentimentos de fé,
esperança e caridade,
e um verdadeiro arrependimento dos meus pecados,
com vontade firmíssima de os emendar;
enquanto eu, com grande afecto e dor de alma,
considero e medito nas vossas Cinco Chagas,
tendo diante dos olhos
o que já o Santo Profeta David dizia por Vós,
ó bom Jesus: "Trespassaram as minhas mãos
e os meus pés, e contaram todos os meus ossos".
(Santa Gertrudes)

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Maria Mãe de Deus

Maria Mãe de Deus
"Maria! 
Não me abandoneis um só instante, permanecei sempre ao meu lado!".
(S.João M. Vianney)

quarta-feira, 9 de abril de 2014



Pérola do dia: 
 
Nem sempre devemos confiar inteiramente

Nem sempre devemos confiar inteiramente nas pessoas logo de primeira mão como amor a primeira vista, não gostaríamos de compartilhar o que sentimos, ou o que estamos vivendo com um desconhecido não é verdade.

Porém, não é muito difícil encontrar pessoas  que agem de forma ingênua e imatura que terminam desabafando com o primeiro que encontram no caminho.
Eu já tive a oportunidade de escutar as lamúrias, os reclames de algumas pessoas que eu não as conheciam muito bem. E é claro, escutei, dei algumas dicas de acordo com o que elas me falaram e ficou nisso, sem mais delongas.

Entretanto, chamo a sua atenção sobre isso.
Não devemos sair por aí falando dos nossos sentimentos, frustrações, dos desalentos, dos nossos problemas, carências e decepções, para qualquer pessoa.
Nem sempre se encontra alguém que queira lhe ajudar, o que seria uma ajuda, termina muitas vezes num pesadelo....

As pessoas agem assim, ou pelo o menos algumas dessa pessoas agem dessa forma porque não são pessoas que vivem uma intimidade profunda e amigável com Deus.
Quanto mais nos afastamos, resistimos a Deus, mais se torna difícil enfrentarmos as nossas carências e o nosso vazio.

Como filhos de Deus devemos confiar somente Nele, e é ele o único que pode nos acolher, nos abraçar e nos escutar quando estamos em apuros.
Em suas tristezas, nas suas desolações entregue-se a Deus sempre como um filho(a)que necessita de sua presença amorosa e misericordiosa. Pois Ele, Deus é quem conhece as suas fraquezas, as suas limitações. E 

Ele é quem conhece as profundezas de todo o nosso SER.
Confirmamos tudo isso numa passagem do II livro de Crônicas: "Só tu conheces os pensamentos secretos do coração humano".(IICr 6,30)

Fiquem com Deus!



“Para ser verdadeiramente livre”
  João 8, 31-42

Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, disse Jesus! Todos nós buscamos a verdade e ansiamos também por liberdade. Jesus Cristo é a verdade do Pai para nós. 
Ele veio ao mundo para nos revelar a face de Deus e nos comunicar o jeito de ser do Pai, e, assim, nos fazer desejosos de imitá-Lo já que fomos feito à Sua imagem e semelhança. 
O próprio Jesus é quem nos afirma: quem conhece a verdade é livre. Para conhecer a verdade que nos liberta precisamos ter experiência com o amor de Deus e conhecimento profundo dos Seus mistérios para a nossa vida. Podemos fazer esta experiência quando temos um encontro pessoal com a Sua Palavra que nos comunica o amor e a misericórdia do Pai. 
Há muitas coisas que esperamos e aspiramos alcançar, das quais não temos consciência de que é isto mesmo que o Pai almeja para nós. Somente Jesus, que conhece o Pai, pelo poder do Espírito Santo, pode nos ensinar as verdades que O Pai nos deseja transmitir. Vivenciando o Seu Evangelho nós poderemos ser livres de nós mesmos (as), das nossas tendências pecaminosas e da nossa humanidade decaída pelo pecado.   
Em Jesus, fomos libertos do pecado que antes nos escravizava. Deus tem um plano de amor para cada um de nós, pessoalmente, e quando começamos a perceber esse plano nós vamos nos tornando mais livres de nós mesmos (as), dos nossos   projetos pessoais e nunca mais seremos os mesmos de antes.
Então poderemos afirmar com convicção: “somos filhos (as) de Abraão”, “somos filhos (as) da promessa de Deus!” Deus é o nosso Pai e, somos filhos livres, quando nos emancipamos de nós mesmos  para confiar somente em Jesus Cristo, que é CAMINHO, VERDADE E VIDA!   

 – Qual é a imagem que você tem de Deus, Pai? 
– O que Jesus veio ensiná-lo (a) em relação ao Pai? 
– Você conhece a verdade sobre você mesmo (a)? 
– Você se considera uma pessoa livre?  
– Você já começa a ter entendimento da verdade de Deus para você? 
– Você sente-se livre de você mesmo (a)  ou ainda é muito preso (a) aos seus planos e projetos pessoais?
Quarta-feira da Semana V do Tempo da Quaresma
 
 
 "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará!"

Jo 8, 31-42
 
Naquele tempo, dizia Jesus aos judeus que tinham acreditado n’Ele: «Se permanecerdes na minha palavra, sereis verdadeiramente meus discípulos, conhecereis a verdade e a verdade vos libertará». Eles responderam-Lhe: «Nós somos descendentes de Abraão e nunca fomos escravos de ninguém. Como é que Tu dizes: ‘Ficareis livres’?» Respondeu Jesus: «Em verdade, em verdade vos digo: Todo aquele que comete o pecado é escravo. Ora o escravo não fica para sempre em casa; o filho é que fica para sempre. Mas se o Filho vos libertar, sereis realmente homens livres. Bem sei que sois descendentes de Abraão; mas procurais matar-Me, porque a minha palavra não entra em vós. Eu digo o que vi junto de meu Pai e vós fazeis o que ouvistes ao vosso pai». Eles disseram: «O nosso pai é Abraão». Respondeu-lhes Jesus: «Se fôsseis filhos de Abraão, faríeis as obras de Abraão. Mas procurais matar-Me, a Mim que vos disse a verdade que ouvi de Deus. Abraão não procedeu assim. Vós fazeis as obras do vosso pai». Disseram-Lhe eles: «Nós não somos filhos ilegítimos; só temos um pai, que é Deus». Respondeu-lhes Jesus: «Se Deus fosse o vosso Pai, amar-Me-íeis, porque saí de Deus e d’Ele venho. Eu não vim de Mim próprio; foi Ele que Me enviou».
 
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Quarta-feira da Semana V do Tempo da Quaresma
EVANGELHO Jo 8, 31-42
Naquele tempo, dizia Jesus aos judeus que tinham acreditado n’Ele: «Se permanecerdes na minha palavra, sereis verdadeiramente meus discípulos, conhecereis a verdade e a verdade vos libertará». Eles responderam-Lhe: «Nós somos descendentes de Abraão e nunca fomos escravos de ninguém. Como é que Tu dizes: ‘Ficareis livres’?» Respondeu Jesus: «Em verdade, em verdade vos digo: Todo aquele que comete o pecado é escravo. Ora o escravo não fica para sempre em casa; o filho é que fica para sempre. Mas se o Filho vos libertar, sereis realmente homens livres. Bem sei que sois descendentes de Abraão; mas procurais matar-Me, porque a minha palavra não entra em vós. Eu digo o que vi junto de meu Pai e vós fazeis o que ouvistes ao vosso pai». Eles disseram: «O nosso pai é Abraão». Respondeu-lhes Jesus: «Se fôsseis filhos de Abraão, faríeis as obras de Abraão. Mas procurais matar-Me, a Mim que vos disse a verdade que ouvi de Deus. Abraão não procedeu assim. Vós fazeis as obras do vosso pai». Disseram-Lhe eles: «Nós não somos filhos ilegítimos; só temos um pai, que é Deus». Respondeu-lhes Jesus: «Se Deus fosse o vosso Pai, amar-Me-íeis, porque saí de Deus e d’Ele venho. Eu não vim de Mim próprio; foi Ele que Me enviou».
 
Compreender a Palavra
É interessante esta parte do evangelho de João. Começa por dizer que Jesus fala com os que tinham acreditado nele e depois apresenta um diálogo difícil que vai acabar mal, como veremos. O grupo dos que acreditam transforma-se em grupo opositor. Tinham acreditado mas já não acreditam. Desiludiram-se com alguma coisa que Jesus fez ou talvez porque não fez, com algo que ele disse ou não disse. No diálogo Jesus fala-lhes da liberdade e da escravatura. O pecado escraviza e a verdade liberta. Liberta-se aquele que acolhe a sua palavra, conhece a verdade e torna-se seu discípulo. Conhecer a verdade é pertencer a Deus, experimentar a obediência e a fidelidade. Os que não pertencem a Deus querem matar Jesus. 
 
Meditar a Palavra
Convencido da minha verdade, tomo a atitude radical de matar aquele que é a verdade e termino na escravatura de mim mesmo, do meu pecado. A proposta de libertação, feita por Jesus, choca com a minha visão, com os meus princípios, as minhas ideias e as minhas tradições. A sua palavra é importante tanto quanto não altere estes meus princípios e as minhas ideias em que mergulhei por tradição ou por teimosia. Deixar-me libertar implica abrir o coração à palavra para que, permanecendo em mim, me transforme pouco a pouco em discípulo de Cristo.
 
Rezar a Palavra
“Só tenho um Pai que é Deus”. Esta verdade universal é tão perigosa, Senhor. Sinto tantas vezes em mim a confusão destas palavras. Afinal o Deus que é meu Pai pode não ser o teu Pai, pode não ser o teu Deus. Quem é Deus? Se não fores tu, Jesus, a mostrar-me Deus, se não fores tu a mostrar-me o Pai, como poderei eu conhecê-lo? Como saberei que não estou enganado? Mostra-me o Pai, Senhor, e isso me basta.
 
Compromisso
Quero conhecer os contornos de Deus que é Pai de Jesus para me tornar verdadeiro filho.
Compreender a Palavra

É interessante esta parte do evangelho de João. Começa por dizer que Jesus fala com os que tinham acreditado nele e depois apresenta um diálogo difícil que vai acabar mal, como veremos. O grupo dos que acreditam transforma-se em grupo opositor. Tinham acreditado mas já não acreditam. Desiludiram-se com alguma coisa que Jesus fez ou talvez porque não fez, com algo que ele disse ou não disse. No diálogo Jesus fala-lhes da liberdade e da escravatura. O pecado escraviza e a verdade liberta. Liberta-se aquele que acolhe a sua palavra, conhece a verdade e torna-se seu discípulo. Conhecer a verdade é pertencer a Deus, experimentar a obediência e a fidelidade. Os que não pertencem a Deus querem matar Jesus.

Meditar a Palavra

Convencido da minha verdade, tomo a atitude radical de matar aquele que é a verdade e termino na escravatura de mim mesmo, do meu pecado. A proposta de libertação, feita por Jesus, choca com a minha visão, com os meus princípios, as minhas ideias e as minhas tradições. A sua palavra é importante tanto quanto não altere estes meus princípios e as minhas ideias em que mergulhei por tradição ou por teimosia. Deixar-me libertar implica abrir o coração à palavra para que, permanecendo em mim, me transforme pouco a pouco em discípulo de Cristo.

Rezar a Palavra

“Só tenho um Pai que é Deus”. Esta verdade universal é tão perigosa, Senhor. Sinto tantas vezes em mim a confusão destas palavras. Afinal o Deus que é meu Pai pode não ser o teu Pai, pode não ser o teu Deus. Quem é Deus? Se não fores tu, Jesus, a mostrar-me Deus, se não fores tu a mostrar-me o Pai, como poderei eu conhecê-lo? Como saberei que não estou enganado? Mostra-me o Pai, Senhor, e isso me basta.

Compromisso

Quero conhecer os contornos de Deus que é Pai de Jesus para me tornar verdadeiro filho.

Oração do Coração


Em suas falas, os monges do deserto nos indicam uma visão bastante holística de oração. Eles nos afastam de nossas práticas intelectuais, nas quais Deus se transforma em um dos muitos problemas com os quais temos de lidar. Mostram-nos que a verdadeira oração penetra no âmago de nossa alma e não deixa nada sem tocar. 
 
A oração do coração não nos permite limitar nosso relacionamento com Deus a palavras interessantes ou emoções piedosas. Por sua própria natureza, essa oração transforma todo o nosso ser em Cristo, precisamente porque abre os olhos de nossa alma à verdade de nós mesmos e também à verdade de Deus. Em nosso coração passamos a nos ver como pecadores abraçados pela misericórdia de Deus. É essa visão que nos faz clamar: “Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, tem misericórdia de mim, pecador”. A oração do coração nos exorta a não esconder absolutamente nada de Deus e a nos entregar incondicionalmente a sua misericórdia.

Assim, a oração do coração é a oração da verdade. Desmascara as muitas ilusões sobre nós mesmos e sobre Deus e nos conduz ao verdadeiro relacionamento do pecador com o Deus misericordioso. Essa verdade é o que nos dá o “descanso” do hesicasta. Quando ela se abriga em nosso coração, somos menos distraídos por pensamentos mundanos e nos voltamos mais sinceramente para o Senhor de nossos corações e do universo. Assim, as palavras de Jesus: “Felizes os corações puros: eles verão a Deus” (Mt 5,8) tornam-se reais em nossa oração. As tentações e as lutas continuam até o fim de nossas vidas, mas com um coração puro ficamos tranquilos, mesmo em meio a uma existência agitada.

Isso levanta o problema de como praticar a oração do coração em um ministério bastante agitado. É a essa questão de disciplina para a qual precisamos agora voltar a atenção.

Oração e Ministério

Como nós, que não somos monges nem vivemos no deserto, praticamos a oração do coração? Como ela influencia nosso ministério cotidiano?

A resposta a essa pergunta está na formulação de uma disciplina definitiva, uma regra de oração. Há três características da oração do coração que nos ajudam a formular essa disciplina:

A oração do coração alimenta-se de orações breves e simples.
A oração do coração é incessante.
A oração do coração inclui tudo.
Alimenta-se de Orações Breves

No contexto de nossa cultura verbosa, é significativo ouvir os monges do deserto nos aconselhando a não usar palavras em excesso:

“Perguntaram ao aba Macário: ‘Como se deve rezar?’ O ancião respondeu: ‘Não há, em absoluto, necessidade de fazer longos discursos; basta estender a mão e dizer: Senhor, como queres e como sabes, tem misericórdia. E se o conflito ficar mais ameaçador, dizer: Senhor, ajuda. Ele sabe muito bem do que precisamos e nos mostra sua misericórdia’”.

João Clímaco é ainda mais explícito:

“Quando rezar, não procure se expressar em palavras extravagantes pois, quase sempre, são as frases simples e repetitivas de uma criancinha que nosso Pai do céu acha mais irresistíveis. Não se esforce em muito falar, para que a busca de palavras não lhe distraia a mente da oração. Uma única frase nos lábios do coletor de impostos foi suficiente para lhe alcançar a misericórdia divina; um pedido humilde feito com fé foi suficiente para salvar o bom ladrão. A tagarelice na oração sujeita a mente à fantasia e à dissipação; por sua natureza, as palavras simples tendem a concentrar a atenção. Quando encontrar satisfação ou contrição em determinada palavra de sua oração, pare nesse ponto”.

Essa é uma sugestão muito útil para nós que tanto dependemos da capacidade verbal. A tranquila repetição de uma única palavra ajuda-nos a descer com a mente ao coração. 
Essa repetição nada tem a ver com mágica. 
Não tem o propósito de enfeitiçar Deus, nem de forçá-lo a nos ouvir. Pelo contrário, uma palavra ou sentença repetida com frequência ajuda-nos a nos concentrar, a nos mover para o centro, a criar uma tranquilidade interior e, assim, a ouvir a voz de Deus. 
 
Quando simplesmente tentamos ficar sentados em silêncio e esperar que Deus nos fale, nos vemos bombardeados por intermináveis pensamentos e idéias conflitantes. Mas quando usamos uma sentença bastante simples como: “Ó Deus, vem em meus auxílio”, ou “Jesus, mestre, tem piedade de mim”, ou uma palavra como “Senhor” ou “Jesus”, é mais fácil deixar as muitas distrações passarem sem nos deixarmos iludir por elas. Essa oração simples, repetida com facilidade, esvazia aos poucos nossa vida interior apinhada e cria o espaço sossegado onde habitamos com Deus. É como uma escada pela qual descemos ao coração e subimos a Deus. Nossa escolha de palavras depende de nossas necessidades e das circunstâncias do momento, mas é melhor usar palavras da Escritura.