Ani Ledodi Vedodi Li


Mais do que qualquer outro motivo, esta é a razão pela qual quero fazer deste blog um caminho para amarmos mais a Deus, por isso seu nome: “Ani Ledodi Vedodi Li”

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Deus o Abençõe !

E que possas crescer com nossas postagens.

É algo louvável esconder o segredo dos Reis; mas há glória em publicar as obras de Deus!

A Igreja não tem pressa, porque ela possui a Eternidade. E se todas as outras instituições morrem nesta Terra, a Santa Igreja continua no Céu.

Não existem nem tempos nem lugares sem escolhas.

E eu sei quanto resisto a escolher-te.

"Quando sacralizamos alguém essa pessoa permanece viva para sempre!"

Sacralize cada instante de tua vida amando o Amado e no Amado os amados de Deus !


Pe.Emílio Carlos

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Ação do Espírito Santo - 

Quanto aos homens

O que faz, na terra, o Espírito Santo? (Parte II)
Quanto aos homens, o Espírito Santo veio para ensinar toda a verdade, para consolar e para fortalecer. Toda a verdade foi revelada pelo Espírito Santo aos Apóstolos. A Revelação termina com o último apóstolo, que foi São João Evangelista.
A Igreja Católica Apostólica Romana foi instituída para defender, guardar, explicitar e propagar as verdades Reveladas por Nosso Senhor Jesus Cristo e pelo Espírito Santo aos apóstolos. O Espírito Santo, com sua assistência, assegura a fidelidade da Igreja à verdade revelada, na Sagrada Escritura bem como na Tradição, garantindo assim que o ensinamento de Cristo chegue até o final dos tempos.

Foi o Espírito Santo que deu a coragem e o zelo missionário aos apóstolos, para que eles propagassem a boa-nova do Evangelho até os confins da terra.
O Espírito Santo nos ensina a verdade iluminando as nossas inteligências, para que possamos conhecer e aderir às verdades reveladas por Cristo e por Ele, através do Magistério da Santa Igreja.
Também quanto aos homens, o Espírito Santo veio para consolá-los. Ele veio sustentar os justos nas provações da vida cristã, para ajudá-los nas desgraças.
Veio para nos encorajar no bom caminho, neste vale de lágrimas em que vivemos. O Espírito Santo veio para nos unir em tudo a Nosso Senhor Jesus Cristo.
E Ele veio consolar não só os pecadores, mas também os justos, ferindo-os com o remorso, estimulando-os ao arrependimento, fazendo-os ver que o perdão dos pecados e a mudança de vida é perfeitamente possível.
Ainda quanto aos homens, o Espírito Santo veio fortalecê-los, para que possam resistir a todas as adversidades desse mundo e aos ataques do demônio e dos outros espíritos malignos que vagueiam pelo mundo para perder as almas.
Nesse combate, contra esse ambiente anticatólico em que as pessoas vivem totalmente esquecidas de Deus e entregues por completo à vida mundana, é necessária essa fortaleza dada pelo Espírito Santo.
Precisamos dessa fortaleza para resistir às falsas máximas do mundo, tal como esta: “Deus é bom e compreensivo, não vai nos condenar por nos divertirmos um pouco; vestir-se segundo a moda, divertir-se muito, é isso que se deve procurar; o principal é a saúde e uma vida longa”…
Precisamos da assistência do Espírito Santo para resistir às zombarias e perseguições do mundo contra a autêntica vida de piedade, contra as pessoas que se vestem de modo honesto e decente, contra a delicadeza de consciência na profissão e em todas as ações.
Precisamos dessa fortaleza dada pelo Espírito Santo para resistir às zombarias contra as leis santas do matrimônio, leis que o mundo julga antiquadas ou impossíveis de serem praticadas, leis que o mundo subverte completamente.
É preciso dessa fortaleza para resistir aos escândalos e maus exemplos praticamente onipresentes, bastando sair às ruas para vê-los, ou abrir um jornal…
Precisamos dessa fortaleza para resistir às diversões cada vez mais abundantes e refinadas e imorais: teatros, músicas, filmes, danças, praias, piscinas, jornais, revistas, modas indecentes, conversas torpes, piadas provocadoras, frases de duplo sentido. O mundo parece nos indicar que para se divertir é preciso pecar.
Finalmente, com relação a Nosso Senhor Jesus Cristo, o Espírito Santo veio para glorificá-lo. Jesus, com sua vinda à terra, glorificou Deus Pai, com sua obediência, com sua doutrina e com seus milagres.
Deus Filho glorificou o Pai, dando testemunho do Pai. Deus Espírito Santo veio para que Deus Filho seja glorificado, isto é, para que Nosso Senhor seja conhecido, amado e servido. O Espírito Santo, assistindo a Igreja, propagou por toda a terra a verdade sobre Deus e sobre seu amor por nós.
Que grande graça é para nós a vinda do Espírito Santo, afastando-nos do pecado de injustiça contra as pessoas virtuosas, e levando-nos a Nosso Senhor Jesus Cristo ao nos ensinar a verdade, ao nos consolar e nos fortalecer.
Fonte: aascj.org.br

"Um profeta só não é estimado em sua própria pátria e em sua família!"

17ª Semana do Tempo Comum - 1ª Semana do Saltério

  São Mateus 13,54-58
 
Naquele tempo, dirigindo-se para a sua terra, Jesus ensinava na sinagoga, de modo que ficavam admirados. E diziam: "De onde lhe vem essa sabedoria e esses milagres? Não é ele o filho do carpinteiro? Sua mãe não se chama Maria, e seus irmãos não são Tiago, José, Simão e Judas? E suas irmãs não moram conosco? Então de onde lhe vem tudo isso?" E ficaram escandalizados por causa dele. Jesus, porém, disse: "Um profeta só não é estimado em sua própria pátria e em sua família!" E Jesus não fez ali muitos milagres, porque eles não tinham fé. - Palavra da Salvação.
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Nosso olhar está sempre voltado para as realidades aparentes e, normalmente, estas realidades se sobrepõem diante do que é invisível aos nossos olhos. È o caso do Evangelho de hoje, que nos mostra que as pessoas estavam com os olhos fixos nas aparências de Jesus, na sua origem, na sua família e na sua profissão, não sendo capazes de enxergar além e ver nele aquilo que as suas obras tornavam manifesto que é a sua divindade. O resultado disso tudo é que as pessoas do tempo de Jesus não foram capazes de reconhece-lo na sua totalidade, como verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Tudo isso aconteceu por causa da dureza de seus corações.
A sabedoria de Jesus deixou intrigada a população de Nazaré, onde ele vivera desde a infância: De onde lhe vinham tanta sabedoria e o poder de fazer milagres? Não era possível que o filho de um carpinteiro, bem conhecido no povoado, manifestasse uma sabedoria maior que a dos grandes mestres. Era inexplicável como alguém, cujos parentes nada tinham de especial, falasse com tamanha autoridade. Os concidadãos de Jesus suspeitavam dele, e não acreditavam de que estivesse falando e agindo por inspiração divina. Por este motivo, o Mestre tornou-se para eles motivo de escândalo. A experiência de rejeição não chegou a desanimar Jesus. Ele se deu conta de estar vivendo uma situação semelhante à dos antigos profetas de Israel. Nenhum deles foi aceito e reconhecido pelo povo ao qual tinham sido enviados. Antes, todos foram desprezados e humilhados, quando não, assassinados de maneira perversa e desumana. Jesus não perdeu tempo com quem se obstinava em não aceitá-lo. Por isso, não realizou em Nazaré muitos milagres. Seria perda de tempo, acarretaria ainda mais maledicência, acirraria os ânimos do povo. Por isso, seguiu em frente, buscando quem estivesse aberto para deixar-se tocar por sua mensagem. O fracasso não o abateu nem atenuou o ardor com que realizava a missão que o Pai lhe tinha confiado. 
 
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Intercessores

I Timóteo 2, 1. Antes de tudo, recomendo que façam pedidos, orações, súplicas e ações de graças em favor de todos os homens, 2. pelos reis e por todos os que têm autoridade, a fim de que levemos uma vida calma e serena, com toda a piedade e dignidade. 3. Isso é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador. 4. Ele quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade. 8. Quero, portanto, que os homens orem em todo lugar, erguendo mãos limpas, sem ira e sem discussões.
Já percebemos logo de inicio que é nossa missão - designada por Deus - interceder uns pelos outros.  São Paulo esclarece que a nossa oração deverá ser suplicante, mas também corajosa afim de que a nossa intercessão seja dirigida a Deus com a certeza de que Ele nos ouve e usará de Sua misericórdia para aquilo que nos for favorável. O Apóstolo também deixa claro que intercedemos por todos, independente de o julgarmos merecedor ou não. O que deve prevalecer sempre é a vontade de Deus, só a Ele cabe decidir quem é justo ou injusto, é um risco muito grande o intercessor que se acha no direito de decidir quem é merecedor da graça. 

Deus infinitamente misericordioso quer a salvação de todos, por isso, nos dá a graça e confia a nós através da intercessão a participação na obra divina da salvação humana. Que o nosso gesto de interceder seja sempre guiado pelo Espírito Santo.
Jesus se rebaixou a condição humana e através de sua Morte e Ressurreição, nos resgatou da condição de escravos e nos elevou ao patamar de filhos. Sabemos que só o amor em plenitude faz com que um Deus se submeta a uma condição mortal, e é este mesmo sentimento que deve mover o intercessor, uma afeição que nos permita se colocar na presença de Deus como advogado do irmão, mas para conseguirmos alcançar esse estágio é primordial seguirmos os passos do nosso Salvador.
Observando a Sagrada Escritura percebemos que frequentemente Jesus se coloca em oração, e sempre de maneira radical, ou seja, prostrando-se, mesmo sendo Deus se coloca com humildade, reconhecendo que o intercessor, - pelo simples fato de interceder - não é maior nem melhor que a pessoa pela qual intercede. Aquele que se coloca como canal da graça deve sempre lembrar que a sua vocação é um dom de Deus, e como tal deverá ser zelada e alimentada através da oração e penitencia.
Algumas vezes na luta do dia a dia somos atingidos pelo cansaço, forte é a vontade de jogar tudo para o alto, e é logico, institivamente nos sentimos no direito de decidir que ninguém mais do que nós, merece consolo e carinho.  Mais uma vez os santos nos ensinam o quanto estamos errados; Madre Teresa em sua oração “Alguém para amar”, dizia: “Senhor, quando tiver um aborrecimento, dai-me alguém que necessite de consolo, quando minha cruz parecer pesada, deixe-me compartilhar a cruz do outro, quando sofrer humilhação, dai-me ocasião para elogiar alguém e quando sentir necessidade de que cuidem de mim, dai-me alguém que eu tenha de atender”.
Demoramos a entender que quando nos dispomos a ajudar o irmão, somos nós os primeiros a ser ajudados, nada fica escondido aos olhos de Deus. Crescemos e nos fortalecemos a medida que buscamos formas de consolar o nosso semelhante. A nossa salvação passa pela salvação do irmão, e tudo que fazemos ao outro é a Deus que estamos fazendo. Lembra o que disse Jesus: “’Eu estava sem roupa, e me vestiram; eu estava doente, e cuidaram de mim; eu estava na prisão, e vocês foram me visitar'... 'Senhor, quando foi que te vimos doente ou preso, e fomos te visitar?' ...’todas as vezes que vocês fizeram isso a um dos menores de meus irmãos, foi a mim que o fizeram.'” (Mt 25)
Em toda a história do povo de Deus sempre ouve a figura do intercessor, desde Abraão, passando pelos Apóstolos até chegar a nós. A humanidade sempre precisou de pessoas que silenciosamente, quase que de maneira anônima, se colocam na presença de Deus em favor do irmão. Devemos ter consciência de que a graça será alcançada não por nossos méritos, mas sim pelos méritos Daquele que deu a vida por nós.
“Se o homem soubesse as vantagens de ser bom, seria homem de bem por egoísmo”, diz Santo Agostinho. Fazer o bem sem olhar a quem, fazer sem esperar receber; quando gastamos o nosso tempo e as nossas forças pelo irmão anônimo, - apesar do anônimo ter nome, chama-se Jesus – estamos juntando tesouros incontáveis.
Quanto ao desejo primeiro de Deus nos sabemos muito bem qual é, e Paulo enfatiza quando diz que “todos devem chegar ao conhecimento da verdade”. Verdade que vai muito além de termos a certeza de que há um só Deus; a verdade que devemos descobrir é que enquanto não enxergarmos Deus na pessoa do irmão, e principalmente, de olharmos no espelho e ver Deus em nos, não seremos capazes de pensar, amar, perdoar, sentir e desejar como Deus.
Interceder é deixar fluir o sentimento de plenitude, de sentir o gozo no bem estar do próximo, de permitir desabrochar o nosso melhor em favor do irmão desconhecido que jamais poderá nos dar nem o seu “muito obrigado”. Como diz São Paulo: “Isso é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador”. Contudo a uma observância que não podemos permitir que passasse a brancas nuvens: “que os homens orem em todo lugar, erguendo mãos limpas, sem ira e sem discussões”.
Mesmo sendo necessária e acima de tudo agradável aos olhos de Deus a intercessão, é da mesma forma imprescindível lembrar-se da música que diz: “Senhor, quem entrará no santuário pra te louvar? Quem tem as mãos limpas e o coração puro, quem não é vaidoso e sabe amar”. Não tem como um coração escravo do pecado, coberto pela ira, entorpecido pela soberba, se deixar conduzir pelo Espírito Santo.
Estando na presença de Deus devemos em primeiro lugar fazer um “Ato de Contrição” nos reconhecendo pecador; sabia foi a atitude do publicano: “O cobrador de impostos ficou à distância, e nem se atrevia a levantar os olhos para o céu, mas batia no peito, dizendo: 'Meu Deus, tem piedade de mim, que sou pecador!” (Lc 18,13). Só podemos pedir misericórdia para os irmãos, quando sentirmos essa misericórdia fluindo em nossas veias. Como intercessores, só podemos pedir que Deus seja “um com o irmão”, quando tivermos primeiro a certeza de que “somos um com Deus”. Isso não significa que o Pai condicione as bênçãos, mas que Ele nos quer livres para sabermos aproveitá-las.
Diz Tertuliano em seu tratado sobre a oração: “Devemos estar livres não somente da cólera, mas de toda perturbação da alma, quando nos entregamos à oração, que há de ser feita com um espírito semelhante ao Espírito ao qual se dirige. Um espírito não purificado não pode ser reconhecido pelo Espírito Santo. Nem um espírito triste pelo alegre Espírito de Deus. Nem um espírito perturbado, pelo Espírito da liberdade (2Cor 5,17). Ninguém acolhe um adversário; hospeda-se apenas um amigo. Consideremos, pois, irmãos abençoados, a celeste sabedoria de Cristo, que se manifesta, em primeiro lugar, pelo preceito de orar em segredo (Mt 6,6). Por aí Cristo induzia o homem a acreditar que o Deus Onipotente nos vê e nos escuta em toda parte, mesmo em casa e nos lugares mais escondidos. Ao mesmo tempo, ele queria que a nossa fé fosse discreta, de modo que, confiante na presença e no olhar de Deus em toda parte, reservasse o homem só a Deus a sua veneração.
O grande Tertuliano de Cartago nos direciona a vivenciamos momentos constantes de oração e escuta, ações que nos conduzem a um enfrentamento interior com nossos medos, permitindo assim um reconhecimento verdadeiro de todas as nossas falhas e fraquezas que nos permitirá uma real reconciliação com o Senhor. Esse processo de purificação nos conduz a uma intimidade com Deus. O elemento necessário para que o Espírito Santo se manifeste e através de nós chegue aos outros, é aceitar que não somos a verdade, mas sim, portadores Dela.
“Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor; Onde houver ofensa, que eu leve o perdão; Onde houver discórdia, que eu leve a união; Onde houver dúvida, que eu leve a fé;”
Pergunto: como adquirir esse sentimento que movia São Francisco, Madre Teresa e tantos outros? Como deixar a minha dor para viver a dor do outro? São Francisco dizia que “fomos enviados para curar os feridos, unir os que estão separados, mostrar a verdade aos que estão perdidos no erro”. Volto a perguntar: Como posso interceder se sou o primeiro necessitado?
Começamos a vislumbrar a resposta a partir do momento em que nos tornarmos “um com a Trindade”. Jesus já ensinou o caminho quando disse: “Eu não vim para ser servido”, ou quando falou: “Renuncia a ti mesmo...” e “Ame o próximo como a ti mesmo”. No livro do Eclesiástico encontramos o texto que diz: Se não usa de misericórdia para com o seu semelhante, como se atreve a pedir perdão de seus próprios pecados?”
É fácil perdoar quando nos sentimos perdoados, é fácil amar quando nos sentimos amados. Se eu identifico no irmão o pecado, o medo, a insegurança e a culpa, é porque eu as vivo e as tenho. Julgar, condenar e afastar o irmão por isso é assumir o meu receio de que ele venha a descobrir o quanto eu sou fraco e incapaz. Acontece que é urgente descobrirmos o quanto somos limitados e imperfeitos para que Deus possa começar a agir em nós e para que possamos mais rapidamente acolher o irmão.
Ser um intercessor e construir ponte que proporcione os outros chegarem ao Céu, é missão de todos nós, mas como dizia Teresa de Calcutá: “Palavras que não trazem a luz do Cristo aumentam as trevas”. Para nos colocar a serviço de Deus e sermos fieis ao seu projeto é necessário conhecimento, temos que nos preparar da mesma forma que um soldado se prepara para guerra. Só nos doamos por inteiro quando temos a convicção de que aquele pelo qual nos entregamos, é quem verdadeiramente nos completa.
Interessante notar como aqueles que estão intimamente ligados a Deus pensam como Ele. São Josemaría Escrivá argumentava que “a nossa vida de apóstolo vale o que vale a nossa oração”, já Santo Agostinho ia mais além dizendo: “ser orante, antes de ser orador. Falar com Deus, mais do que falar de Deus. Teu desejo é a tua oração; se o desejo é contínuo, também a oração é contínua”. E para não deixar de fora outro grande doutor da Igreja, dizia Santo Antônio: “A oração é uma demonstração de afeto para com Deus, uma conversa afetuosa e familiar com Ele, um descanso da mente esclarecida, que procura aproveitá-lo o máximo possível”. – E aqui podemos citar a oração em línguas.
Devemos amar o nosso próximo, ou porque ele é bom, ou para que ele se torne bom. (Sto. Agostinho) Não cabe ao intercessor diagnosticar quem está mais ou menos necessitado, quem merece ou não a nossa oração, nossa missão é orar por todos, pois só a Deus cabe o julgamento.
Madre Teresa de Calcutá dizia que “nesta vida, não podemos realizar grandes coisas. Podemos apenas fazer pequenas coisas com um grande amor”. A participação do intercessor orando em favor do próximo, pode muitas vezes aparentar uma pequena coisa para nós, tão insignificante que não faria falta a nossa presença no grupo, mas fique certo que uma torre só se eleva quando tijolos, um a um, são acrescentados à parede. Sua oração sempre será o tijolo que Deus precisa para a construção do Reino.
NECESSIDADES PRIMÁRIAS DO INTERCESSOR
1.    Vida de Oração: São diversas as tentações que esse mundo oferece, não precisa relacionar pois todos nós conhecemos. Não foi atoa que Jesus disse: “Orai e Vigiai”, como também não foi coincidência o fato de Paulo em todas as suas cartas enfatizar o “Orar sem cessar”. A grande arma que o intercessor tem para lutar contra o pecado é a oração, “perseverante e corajosa”. Orar com palavras, mas principalmente com a vida. Devemos lembrar que oração também é “escuta”, não devemos transformar nossos momentos de intimidade com Deus em um monologo onde só nós falamos.
2.    Sacramento da Reconciliação: “Deixai-vos reconciliar com Deus” (2Cor 5,20). “Aquele que vive do amor misericordioso de Deus está pronto para responder ao apelo do Senhor”. (CIC 1424) Somente um coração puro, livre de ódio, rancor e contenda, estará apto a receber a graça de Deus. “O coração deste povo se endureceu: taparam os seus ouvidos e fecharam os seus olhos, para que seus olhos não vejam e seus ouvidos não ouçam, nem seu coração compreenda; para que não se convertam e eu os sare.” (Mt 13,15)
3.    Intimidade com a Palavra: “Sou eu que estou mandando que você seja firme e corajoso. Portanto, não tenha medo e não se acovarde, porque Javé seu Deus está com você aonde quer que você vá". (Js 1,9) É necessário que o intercessor seja intimo de Deus através dos ensinamentos contidos na Sagrada Escritura, não apenas de forma superficial, mas uma relação de amizade para que aja uma paridade entre o que professamos e o que vivenciamos. Para caminharmos a passos firmes, confiantes na promessa é necessária uma profunda meditação da Palavra.
4.    Ter confiança na Fé que professa: Uma frase de Bento XVI: “O maior problema que a Igreja enfrenta é a ignorância religiosa dos fieis”. Consta no Catecismo da Igreja Católica: “É claro, portanto, que a sagrada Tradição, a Sagrada Escritura e o Magistério da Igreja, segundo um sapientíssimo desígnio de Deus, estão de tal maneira ligados e conjuntos, que nenhum pode subsistir sem os outros e, todos juntos, cada um a seu modo, sob a ação do mesmo Espírito Santo, contribuem eficazmente para a salvação das almas”. (CIC n.95) É dever não só do intercessor, mas de todos os católicos, ter conhecimento o mais aprofundado possível da doutrina da igreja, já que as investidas do mundo são capciosas e um soldado despreparado corre um serio risco de perecer.
5.    Humildade e Confiança: “Que o amor e a fidelidade não abandonem você. Amarre-os ao redor do seu pescoço e escreva-os na tábua do seu coração. Assim você alcançará favor e aceitação diante de Deus e diante dos homens. Confie em Javé com todo o seu coração, e não se fie em sua própria inteligência. Pense nele em todos os seus caminhos, e ele aplainará as suas trilhas”. (Pr 3,3-6) É necessário ter consciência que tudo acontece pela ação do “Espírito Santo”, portanto a há mérito algum por parte do intercessor. Não operamos a graça, somos apenas o canal. Não devemos buscar reconhecimento, nem tampouco nos sentirmos superiores, já que o que fazemos, e se o fazemos, é porque assim Deus permitiu.
6.    Fidelidade: “Rogo-vos, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo e em nome da caridade que é dada pelo Espírito, combatei comigo, dirigindo vossas orações a Deus por mim”. (Rm 15,30) O intercessor normalmente é abordado por pessoas que confiantes pedem oração, é bom não esquecer que intercessão é ministério, e aquele que se dispõe a exercê-lo deve fazê-lo com todo o zelo que ele merece. O irmão ao nos confiar sua intimidade, entrega como um segredo de confissão, portanto não compete ao intercessor criticar, julgar e condenar; como também não é função do intercessor o aconselhamento, exceto no caso de uma solicitação explicita. Lembramos que o aconselhamento não deve ser ministrado no mesmo horário destinado à intercessão.
7.    Caridade:Em Deus se encontram a sabedoria, o conhecimento e a ciência da lei; nele residem a caridade e as boas obras”. (Eclo 11,15) “A caridade não pratica o mal contra o próximo. Portanto, a caridade é o pleno cumprimento da lei”. (Rm 13,10) Para ser intercessor não basta ter vontade é preciso ter vocação. O Intercessor tem que priorizar o ministério, está sempre disponível ao irmão necessitado, nunca desdenhar, ser solícito, estar irmanado. Como falou Clarice Lispector: “Um amigo me chamou pra cuidar da dor dele, guardei a minha no bolso e fui”.
8.    Missa e Adoração: “Se você quer poucas graças, visite poucas vezes Jesus no Santíssimo Sacramento. Se você quer muitas graças, visite muitas vezes o Senhor no Santíssimo Sacramento”. (D. Bosco) Diante desta frase seria desnecessário escrever mais alguma coisa, mas como é grande a dureza dos nossos corações fica o alerta: “como seria bom se o intercessor participasse da Santa Missa mais vezes na semana”. 
REUNIÕES DO GRUPO DE INTERCESSÃO
1.    A intercessão pode ser efetuada na paróquia ou em outro local, contanto que aja privacidade para a oração.
2.    Como forma de preparação espiritual, antes do inicio da intercessão pode-se rezar o terço.
3.    Após o louvor e a oração inicial é necessário um Ato de Contrição, para que nos coloquemos na presença do Senhor de coração puro e alma limpa.
4.    Antes das intenções do dia deve-se reservar um breve momento para interceder pelos participantes. Devemos lembrar que a intercessão é um serviço que prestamos ao próximo, sendo assim, o foco não está em nossos interesses, mas sim da coletividade.
5.    Pedir que o Espírito Santo nos dê o “Dom do Discernimento”, “Sabedoria”, “Ciência” e “Profecia”. Que cada momento seja inspirado pelo Espírito Santo.
6.    Nosso norte é a vontade de Deus, que Palavra nos guie e ilumine.
7.    Os pedidos enviados por escrito deverão ser colocados em um recipiente, aspergidos com água benta, seguido de uma oração. Se a intercessão for na igreja depositá-los na urna das intenções, se for em outro local deverão ser queimados.
8.    Sempre encerrar o momento com louvor e oração de agradecimento.
AÇÕES DO GRUPO DE INTERCESSÃO
1.    Em todas as atividades do “Grupo de Oração”, há a necessidade do apoio dos intercessores.
2.    É necessário que haja um revezamento para que todos participem do evento.
3.    Em se tratando de retiros ou formações, a intercessão é feita nos intervalos.
4.    Lembre-se, intercessão é serviço, por isso a equipe não deve interceder ao mesmo tempo em que participa do grupo.
5.    O intercessor deve ser um participante ativo tanto no “Grupo de Oração” quanto no “Grupo de Intercessão”.
A ORAÇÃO DE INTERCESSÃO (CIC 2634-2636)
A intercessão é uma oração de petição que nos conforma de perto com a oração de Jesus. É Ele o único intercessor junto do Pai em favor de todos os homens, em particular dos pecadores. Ele “pode salvar de maneira definitiva aqueles que, por seu intermédio, se aproximam de Deus, uma vez que está sempre vivo, para interceder por eles”. (Heb 7,25) O próprio Espírito Santo “intercede por nós [...] intercede pelos santos, em conformidade com Deus”. (Rm 8,26-27)
Interceder, pedir a favor de outrem, é próprio, desde Abraão, dum coração conforme com a misericórdia de Deus. No tempo da Igreja, a intercessão cristã participa na de Cristo: é a expressão da comunhão dos santos. Na intercessão, aquele que ora não “olha aos seus próprios interesses, mas aos interesses dos outros” (Fl 2,4), e chega até a rezar pelos que lhe fazem mal.
As primeiras comunidades cristãs viveram intensamente esta forma de partilha. O apóstolo Paulo fá-las participar deste modo no seu ministério do Evangelho, mas ele próprio também intercede por elas. A intercessão dos cristãos não conhece fronteiras: “[...] por todos os homens, [...] por todos os que exercem a autoridade” (1Tm 2,1), pelos perseguidores, pela salvação dos que rejeitam o Evangelho.

Oração da Esperança e da fé

Senhor, 
tenho ânsia de conversar contigo, te encontrar;
de dizer o que penso e o que sofro;
por isso, ensina-me a te ver,
em todos os instantes do meu dia.
Na primeira face que eu encontrar no caminho;
no primeiro olhar que me for dirigido;
na primeira voz que eu escutar;
no primeiro aperto de mão. 

No vento que me toca leve;
na água pura e cristalina que me serve;
no sol que beija o meu rosto;
na beleza da noite, silenciosa e amiga.
Pois só Tu, és a Paz.
Senhor tende misericórdia.
Amém.


18º DOMINGO DO TEMPO COMUM - B
02 de agosto de 2015



“Quem vem a mim não terá mais fome, e quem crê em mim nunca mais terá sede”

Leituras: 
Êxodo 16, 2-4.12-15; 
Salmo 77 (78), 3.4bc.23-24.25.54; 
Carta de São Paulo aos Efésios 4, 17.20-24; e 
João 6, 24-35.

COR LITÚRGICA: VERDE

Nesta Eucaristia, somos convidados a dar um salto qualitativo na nossa fé. Ao invés de esperarmos o pão caído do céu, precisamos nos abrir para receber o verdadeiro Pão, que é Jesus. Neste dia em que lembramos do ministério ordenado: diáconos, padres e bispos, rezemos para que possam sempre trazer o pão do céu, que é Jesus ressuscitado para todos nós.

1. Situando-nos brevemente:
No domingo passado, acompanhamos o sinal de Jesus na multiplicação dos pães. A multidão não havia compreendido o sentido verdadeiro da ação de Jesus, por isso Ele explica o sentido deste sinal. Jesus, o Filho de Deus, se manifesta como o pão que oferece vida nova, plena. Ele convida a trabalhar pelo alimento e pela vida que permanecem para sempre.

A melhor obra que podemos realizar é crer em Jesus, o Filho de Deus enviado para dar vida ao mundo. A fé nos faz reconhecer os sinais de salvação realizados por Jesus e perceber que temos necessidades d’Ele como do alimento material. Jesus é o dom de amor gratuito oferecido pelo Pai à humanidade. Por meio de sua vida, morte e ressurreição, Ele se entregou como pão que alimenta e conduz os que continuam sua missão.

Em Jesus, o pão da vida, nos tornamos pessoa novas, criadas à imagem de Deus, em verdadeira justiça e santidade. Neste primeiro domingo do mês vocacional, rezamos por nossos presbíteros, bispos e diáconos.

2. Recordando a Palavra

O Evangelho de João é o início do discurso sobre o pão da vida, pronunciado por Jesus na sinagoga de Cafarnaum (cf. 6,22-59). O ensinamento de Jesus faz a alusão ao relato do maná, o alimento dos israelitas no deserto (cf. Ex 16,1s). Jesus é o verdadeiro Mestre que conduz o diálogo, assim como fez com a mulher samaritana (cf. Jo 4,7s). Sua Palavra oferece o alimento, que sacia plenamente a fome e a sede da humanidade.

A multidão, que procura Jesus e o encontra em Cafarnaum, ainda não havia compreendido o sentido do sinal do pão. Jesus desperta a esperança e convida a trabalhar “não pelo alimento que perece, mas pelo alimento que permanece até à vida eterna” (6,27). Ele oferece o alimento para a vida plena, pois foi marcado com o selo do Espírito do Pai, de modo especial no Batismo (cf. 1,32-34).

Jesus é aquele que “ o Pai consagrou e enviou ao mundo” (10,36). Quem acolhe Jesus participa da fonte da vida e da comunhão com o Pai, uma vez que eles formam uma perfeita unidade (cf. 10,30).

As pessoas desejam trabalhar nas obras de Deus, colaborar para que o reino messiânico se estabeleça. Jesus afirma que a obra essencial de Deus é “acreditar naquele que ele enviou” (6,29). Acreditar em Jesus, é configurar a vida a partir d’Ele, de suas palavras e ações misericordiosas. O povo, que não havia reconhecido a manifestação da vida plena de Deus em Jesus, espera a realização de prodígios como os de Moisés no deserto. Mas Jesus explica que Moisés foi apenas instrumento, pois é o pão que dá o verdadeiro pão, “aquele que desce do céu e dá a vida ao mundo” (6,32).

O encontro com Jesus e a adesão a seus ensinamentos leva à súplica cheia de confiança: “Senhor, dá-nos sempre desse pão! ” (6,34). Esse pedido remete à mulher samaritana que reconhece Jesus como a água viva: “Senhor, dá-me dessa água, para que eu não tenha mais sede” (4,15). Agora, Jesus manifesta-se como “o pão da vida”, o alimento que sacia a fome e a sede de vida para sempre: “Quem vem a mim não terá mais fome, e quem crê em mim nunca mais terá sede” (6,35).

A Palavra de Deus, revelada em Jesus, o Cristo, alimenta aqueles que acreditam. Jesus plenifica as esperanças antigas referentes ao mané, o pão dos anjos: “Não são as diversas espécies de frutos que alimentam o ser humano, mas a tua palavra que sustenta aqueles que acreditam em ti” (cf. Sb 16,20-28).

A leitura do livro do Êxodo está situada na seção de 15,22-18,27, que narra o caminho do povo pelo deserto, depois da passagem pelo mar até o Sinai. O relato completo “o maná e as codornizes” (16,1-36) aparece entre o episódio das águas amargas (15,22-27) e a água do rochedo (17,1-7).

O povo “pôs-se a murmurar contra Moisés e Aarão” (16,2), os líderes do povo. As dificuldades da travessia do deserto, em busca da terra prometida, levam a retroceder no caminho, a preferir a escravidão à liberdade, o sustento do faraó no Egito ao do Senhor Deus do deserto.

O povo é impelido a trilhar o caminho novo na confiança em Deus, que manifesta a salvação através do sinal do “maná” (16,4) e das “codornizes” (16,12). O maná era uma secreção da tamargueira, produzida por pequenos insetos (cf. Nm 11,4-9). AS codornizes eram pequenas aves migratórias que, às vezes, conduzidas pelo vento ao deserto, exaustas, deixavam-se apanhar com facilidade pelos beduínos. O texto enfatiza o dom milagroso do maná, que se torna sinal da presença de Deus que alimenta o povo, sobretudo, por meio da palavra (cf. Dt 8,2).

O Salmo 77 (78) é uma oração de espiritualidade sapiencial que sublinha os maravilhosos prodígios realizados em favor do povo, ao longo da história da salvação. O senhor “fez chover sobre eles o maná para nutri-los e deu-lhes o trigo do céu”.

A leitura da Carta aos Efésios convida a trilhar o caminho da vida nova, inaugurado com a morte e a ressurreição de Jesus. A experiência da fé em Cristo transforma a antiga criatura em pessoas renovadas. A instrução sobre a “verdade de Jesus”, seu exemplo de fidelidade ao projeto do Pai, conduz a uma maneira de pensar e agir, condizente com a nova humanidade.

Unidos a Jesus, pelo Batismo, os cristãos são chamados a “vestir-se do homem novo, criado à imagem de Deus” (4,24a). Essa nova existência impele a viver em contínua renovação espiritual, deixando-se conduzir pela graça do Senhor. A identificação com Cristo compromete a seguir o caminho da “verdadeira justiça e santidade” (4,24b), testemunhada pela “caridade, o vínculo da perfeição” (cf. 3,14).

3. Atualizando a Palavra

Somos, chamados a ir ao encontro de Jesus, deixando-nos instruir por seus ensinamentos, que conduzem ao caminho da vida em abundância. A indiferença ao sofrimento e às necessidades das pessoas indica uma fé sem compromisso com a mensagem de Jesus.

Acreditar em Jesus e seguir seu projeto salvífico é o trabalho a que se deve empenhar a vida de seus seguidores e seguidoras. A identificação com Jesus impulsiona a colaborar na construção de um mundo mais humano e justo.

O ser humano necessita alimentar sua caminhada de fé e esperança em algo mais profundo, que os valores oferecidos pela sociedade vigente. Jesus ensina “a trabalhar não pelo alimento que perece, mas pelo alimento que permanece até a vida eterna”.

Ele é o verdadeiro caminho que conduz ao Pai. Quem o segue com autenticidade escuta suas palavras e compartilha seus gestos misericordioso, dedicando a vida ao serviço de seu Reino. Como Jesus, a comunhão com o Pai que vive para sempre é testemunhada no amor solidário, que é “mais forte do que a morte”.

O povo no deserto, em busca da terra prometida, faz a experiência do Deus da aliança, que acompanha a caminhada com amor e solicitude. O episódio do maná ensina a não confiar nas seguranças humanas, mas na misericórdia do Senhor e a seguir com fidelidade seu projeto de partilha e solidariedade. O maná devia ser recolhido todo dia sem acumular para o dia seguinte, pois se alguém tentasse guardar apodrecia (cf. Ex 16, 19-20).

Nesse início do mês vocacional, somos impelidos a renovar o compromisso com o Deus de Jesus Cristo que diferente do faraó do Egito, liberta da escravidão e cuida dos seres humanos com gratuidade.

Quem escuta a Palavra do Senhor descobre a sabedoria da vida, o alimento que sacia a fome e a sede de justiça, a aliança definitiva (cf. Is 55,1-3). Os que se alimentam com a Palavra de Jesus, “o pão de vida”, e se dirigem a Ele com fé e confiança encontram o verdadeiro sentido da vida, que vai além das necessidades vitais.

4. Ligando a Palavra com ação litúrgica

A multidão faminta, no deserto, procura Jesus porque comeram do pão e ficaram satisfeitos. Jesus chama para verem além do alimento que se perde e procurem o alimento que permanece até a vida eterna. É este alimento que Ele oferece.

Reunidos para celebrar, participaremos do sinal maior que nos será dado, o pão do céu, verdadeiro pão que desceu do céu e dá vida ao mundo.

Alimentados com este pão, seremos transformados em pessoas novas, poderemos enxergar além das aparências, do passageiro, do banal. Nossa vida e ações todas serão concentradas no essencial, ou seja, teremos os mesmos sentimentos que havia em Jesus Cristo, seremos cristãos de verdade. Que Ele nos renove e nos consagre totalmente na escola do seu serviço.

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