Como seus amores são belos,minha irmã, noiva minha. Seus amores são melhores do que o vinho, e mais fino que os outros aromas é o odor dos teus perfumes. Por isso Eu quero consumir meus dias, no seu amor! ══════ ღೋ♡✿♡ღೋ═══════

Ani Ledodi Vedodi Li


Mais do que qualquer outro motivo, esta é a razão pela qual quero fazer deste blog um caminho para amarmos mais a Deus, por isso seu nome: “Ani Ledodi Vedodi Li”

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Deus o Abençõe !

E que possas crescer com nossas postagens.

É algo louvável esconder o segredo dos Reis; mas há glória em publicar as obras de Deus!

A Igreja não tem pressa, porque ela possui a Eternidade. E se todas as outras instituições morrem nesta Terra, a Santa Igreja continua no Céu.

Não existem nem tempos nem lugares sem escolhas.

E eu sei quanto resisto a escolher-te.

"Quando sacralizamos alguém essa pessoa permanece viva para sempre!"

Sacralize cada instante de tua vida amando o Amado e no Amado os amados de Deus !


Pe.Emílio Carlos

terça-feira, 24 de maio de 2016

O VALOR DAS PROVAÇÕES

 
“Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações” (Tiago 1,2).
Meus amados como nos é difícil compreender que as provações fazem parte do plano de Deus para promover a nossa maturidade cristã.

As fontes que promovem as provações são muitas e variadas. As provações podem vir diretamente de Deus, a exemplo do que ocorreu com Abraão em Gênesis 22; de Satanás, no caso de Jó (Jó 1,6-12); do nosso semelhante, como no episódio em que os irmãos de José lhe intentaram o mal (Gn 37,14-28; 50.20); e das mais diversas circunstâncias desencadeadas nos planos religiosos, políticos, sociais e econômicos, dentre tantos outros. Não obstante, uma coisa é absolutamente certa, Deus está monitorando cada uma delas visando nossa edificação.

Até o presente momento, ainda não me chegou nenhum irmão pulando de contentamento e em brados de alegria, confessando: “Padre, estou muito feliz porque a minha vida está cheia de provações!” Imagine alguém chegando a você e dizendo: “À medida que os meus problemas aumentam, a minha alegria transborda.” Talvez ficássemos assustados; acharíamos estranho, por uma razão muito simples: não estamos observando nem obedecendo o imperativo do “tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações” (Tg 1,2). Pulamos, sim, de contentamento quando recebemos as “bênçãos”. Entenda-se por “bênçãos” tudo aquilo que sacia o nosso desejo de ter e possuir, além do que proporciona bem-estar. As bênçãos de Deus na nossa vida incluem tanto aquelas que produzem prazer, como aquelas que causam dor. 

Quando Paulo recebeu o “espinho na carne”, este causava-lhe dor e sofrimento, mas era bênção de Deus na vida do apóstolo. Sem a bênção do espinho ele poderia se ensoberbecer e, consequentemente, envergonhar o evangelho. Quando a fonte da nossa alegria consiste nas bênçãos que Deus oferece e não no Deus que oferece as bênçãos, a nossa alegria está fadada à instabilidade; a nossa fé, à fraqueza; e o nosso relacionamento com Deus à confusão. Infelizmente, em nossos dias, muitas pessoas vão aos templos com um único objetivo: receber bênçãos de Deus.

Desejam a cura de uma enfermidade, um emprego, a restauração da empresa que está às portas da falência, um livramento, enfim, a solução de problemas que atingem a todos os mortais. Não constitui pecado buscar as bênçãos de Deus. Jesus mesmo nos incitou a pedir. Porém erramos o alvo quando fazemos da dádiva divina o nosso deus. Erramos, também, quando a busca da bênção é o fator que motiva nossa ida aos cultos , as missas. Deus deve ser a razão do nosso culto, da nossa vida, a finalidade exclusiva do nosso serviço, o motivo supremo da nossa alegria.
“Homem de dores e que sabe o que é padecer”, assim era Jesus de Nazaré. Sofreu rejeição. Padeceu por fazer a vontade de Deus. Foi perseguido e desprezado. Mas não perdeu a doçura em meio às lutas. As provações não deixaram Jesus amargurado. Continuava sereno. Mesmo tendo uma “agenda apertada”, atraía as crianças e lhes dispensava atenção. Apesar das dificuldades, contemplava e ensinou os Seus discípulos a contemplar os lírios do campo e as aves do céu. Instruiu-os a cultivar a arte da contemplação. 

Ensinou-lhes a vencer as inquietações do
cotidiano tirando lições da natureza. Jesus tinha motivos para a amargura, para o ódio. Foi traído pelo preço de um escravo, trocado por um homicida e crucificado como um malfeitor. Senhor das Suas emoções e fiel guerreiro contra o ódio e a amargura, Jesus optou pelo amor. Mesmo crucificado, sofrendo as mais terríveis dores, não Lhe faltou ternura para transmitir graça e perdão àqueles que só lhe causaram males. Seguimos os passos do nosso Mestre quando temos alegria, serenidade e ternura nas provações.

Fé aprovada é aquela que produz perseverança. A fé genuína, resultado direto dos testes de que Deus faz uso para promovê-la, induz o fiel a continuar caminhando mesmo quando as circunstâncias não lhe são favoráveis. Ela induz o fiel a continuar crendo em Deus e em Sua Palavra mesmo quando a dor não passa, quando a doença prevalece sobre a saúde, quando o emprego não vem; embora haja perdas e danos, sua fé permanece inabalável.

Evidentemente o poder transformador não está na dureza das tribulações, mas no Espírito Santo que age. Este, sabiamente, faz uso das circunstâncias e dos acontecimentos para nos instruir e nos moldar.

Pe.Emílio Carlos+
  Desertos e Tempestades em nenhum destes períodos devemos entrar em desespero

Foto de Emilio Carlos Mancini.


Pérola do dia.
 
Quando Jesus pregava o reino de Deus, Ele utilizava exemplos do dia a dia das pessoas tornando assim de fácil compreensão.
Com toda certeza muitos são os momentos de tempestades e outros muitos de extremo deserto.
Mas em nenhum destes períodos devemos entrar em desespero ou mesmo desconfiar da bondade de Deus.
Nosso Deus nos aquece nas tempestades e nos sopra com brisa suave no color do deserto.
Busquemos no altar do sacrifício a fortaleza do Evangelho, que tudo suporta e tudo renova.
A felicidade da dependência

Anunciacão da Virgem Maria - Santuário da Basilica da Misericordia - Macerata - Italia..jpg

Maio é, de todos os meses consagrados pela piedade popular a alguma devoção específica, o mais antigo. Oficialmente reconhecido como o mês de Maria desde há trezentos anos, provém, contudo, de uma tradição que remonta à primeira Idade Média; nos tempos modernos, contou com inúmeros propagadores, entre os quais muitos jesuítas e o famoso São Filipe Néri.

Uma das primeiras palavras de Maria nos Evangelhos é sua resposta ao Anjo: "Eis aqui a escrava do Senhor; faça-se em Mim segundo a tua palavra" (Lc 1, 38). Desta forma - Mãe de Deus e Rainha do Céu -, submetia totalmente à vontade do Senhor os rumos mais centrais de sua vida, renunciando absolutamente a influir neles com seu próprio arbítrio.

Esta atitude de entrega se fundamenta na clarividência que Ela tinha a respeito da contingência decorrente de seu estado de mera criatura, e cuja compreensão era proporcional à sua sabedoria ímpar. Ora, longe de induzi-La à revolta, esta dependência era motivo de alegria, por discernir serem as vias de Deus perfeitíssimas, e "tão acima das dos homens quanto o céu sobre a terra" (Is 55, 9).

Ademais, de todos os seres criados, nenhum recebeu tanto quanto Ela. Esses dons gratuitos suscitavam em sua alma imensa gratidão motivando um extraordinário empenho de retribuição, o qual ainda se revestia de ardente e puríssimo amor. Este, quando é veemente, não descansa até formar um só com o objeto amado, ao qual se entrega irrestritamente. E era tal o desejo de Maria de pertencer a Deus, e de ter parte com Ele, que resultou numa união indissolúvel, tão bem descrita por São Paulo: "Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim" (Gal 2, 20). Ora, quem realmente ama, ao alcançar esta meta, se desfaz em alegria!...

Deste amor nasce, na Virgem, sua confiança em Deus, ancorada na certeza absoluta da bondade, retidão e perfeição de suas vias. Por isto, e de maneira sumamente sapiencial, Ela Se consagra como escrava da vontade divina; e Se entrega porque confia, confia porque ama, e ama porque crê. E porque não temeu entregar-Se nas mãos de Deus, este não temeu entregar-Se nas mãos d'Ela. É o prêmio dos escravos, e sua suprema felicidade: à maneira de cânticos responsoriais, ao "fiat mihi secundum verbum tuum" (Lc 1, 38) responde- -se "magnificat anima mea Dominum" (Lc 1, 46).

Ora, a via da imitação da Virgem Maria está aberta a quem desejar: por uma regra de três, entregar-se a Ela como Ela Se entregou a Deus. Assim, a escravidão de amor consiste num auge de confiança, de humildade, de submissão, de dependência... e resulta num auge de felicidade. Com efeito, nossa glória está em glorificar a Deus, mas lográ-lo redunda em maior alegria para nós mesmos. Por isto, já dizia Jesus que "quem quiser ser o maior, seja o último de todos" (Mt 20, 27), de forma que, no cume do Céu, encontraremos aqueles que amaram, viveram e agiram como escravos de Deus: outros Cristos, outras Marias. 

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Cristãos trabalhem pela unidade, fofocas dividem 

Jesus, antes da Paixão, reza pela “unidade dos fiéis, das comunidades cristãs” para que sejam uma só coisa como Ele e o Pai, a fim de que o mundo creia.
A unidade das comunidades cristãs, das famílias cristãs são testemunho: são o testemunho do fato de o Pai ter enviado Jesus. 
Talvez, chegar à unidade numa comunidade cristã, numa paróquia, numa diocese, numa instituição cristã e numa família cristã, seja uma das coisas mais difíceis. 
A nossa história, a história da Igreja, nos envergonha muitas vezes, pois provocamos guerra contra os nossos irmãos cristãos! Pensemos numa, na Guerra dos Trinta Anos. 

Onde “os cristãos incitam guerra entre eles”, ali “não há testemunho”.
PEDIR PERDÃO
Devemos pedir perdão ao Senhor por esta história! Uma história muitas vezes de divisões, não somente no passado, mas também hoje! O mundo vê que estamos divididos e diz: ‘Mas que entrem num acordo, depois vamos ver. Jesus ressuscitou e está vivo e estes seus discípulos não estão de acordo? Uma vez, um cristão católico disse a outro cristão do Oriente, também católico: ‘O meu Cristo ressuscita depois de amanhã. E o seu quando ressuscita?’ 
Não somos unidos nem mesmo na Páscoa! Isso no mundo inteiro, e o mundo não crê.
Foi a inveja do diabo, que fez entrar o pecado no mundo: assim, também nas comunidades cristãs “é quase habitual” que haja egoísmo, ciúmes, invejas e divisões. Isto leva a falar mal um do outro. 
Falamos muito mal dos outros! 
Estas pessoas são chamadas de fofoqueiras: semeiam discórdia, dividem. E ali as divisões começam com a língua, por causa da inveja, ciúmes e também fechamento!
MORDER A LÍNGUA
A língua é capaz de destruir uma família, uma comunidade, uma sociedade. É capaz de semear ódio e guerras. Ao invés de procurar esclarecer, “é mais cômodo falar mal” e destruir “a fama do outro”. 
 
Conhecida  é a historia (anedota) de São Filipe Neri que, a uma mulher que tinha falado mal, deu como penitência depenar uma galinha e espalhar suas penas pelo bairro para depois recolhê-las. “Mas não é possível!”, exclamou a mulher. Assim, é o falar mal:
“O falar mal é assim: suja o outro. Aquele que fala mal, suja! Destrói! Destrói a fama, destrói a vida e muitas vezes, várias vezes!, sem motivo contra a verdade. Jesus rezou por nós, por todos nós que estamos aqui e por nossas comunidades, por nossas paróquias, por nossas dioceses: ‘Que sejam um’.
Peçamos ao Senhor que nos dê a graça, pois a força do diabo, do pecado que nos impulsiona a criar desunião, é muito grande. Que Ele nos dê a graça, que nos dê o dom. Qual é o dom que faz a unidade? O Espírito Santo! Que Ele nos dê este dom que cria harmonia, porque Ele é a harmonia, a alegria em nossas comunidades. Que Ele nos dê a paz, porém com a unidade. Peçamos a graça da unidade para todos os cristãos, a grande graça e a pequena graça de todos os dias para as nossas comunidades, as nossas famílias, e a graça de morder a língua!” 

Amo porque amo -

O amor basta-se a si mesmo, em si e por sua causa encontra satisfação.
É seu mérito, seu próprio prêmio. Além de si mesmo, o amor não exige motivo nem fruto. Seu fruto é o próprio ato de amar. Amo porque amo, amo para amar! Grande coisa é o amor, contanto que vá a seu Princípio, volte à sua Origem, mergulhe em sua Fonte, sempre beba donde corre sem caçar.
De todos os movimentos da alma, sentidos e afeições, o amor é o único com que pode a criatura, embora não condignamente, responder ao Criador e, por sua vez, dar-lhe outro tanto. Pois quando Deus ama não quer outra coisa senão ser amado, já que ama para ser amado; porque sabe que serão felizes pelo amor aqueles que o amarem. 

O amor do Esposo, ou melhor, o Esposo-amor somente procura a resposta do amor e a fidelidade. Seja permitido à amada responder ao Amor! Por que a esposa - e esposa do Amor – não deveria amar? Por que não seria amado o Amor?
É justo que, renunciando a todos os outros sentimentos, única e totalmente se entregue ao amor, aquela que há de corresponder a ele, pagando amor com amor. Pois mesmo que se esgote toda no amor, que é isto diante da perene corrente do amor do outro?
Certamente não corre com igual abundância o caudal do amante e do Amor, da alma e do Verbo, da esposa e do Esposo, do Criador e da criatura; há entre eles mesma diferença que entre o sedento e a fonte.
E então? Desaparecerá por isto e se esvaziará de todo a promessa da desposada, o desejo que suspira, o ardor da que a ama, a confiança da que ousa, já que não pode de igual para igual correr com o gigante, rivalizar a doçura com o mel, a brandura com o cordeiro, a alvura com o lírio, a claridade com o sol, a caridade com aquele que é a caridade?
Não. Mesmo amando menos, por ser menor, se a criatura amar com tudo o que é, haverá de dar tudo. Por esta razão, amar assim é unir-se em matrimônio, porque não pode amar deste modo e ser menos amada, de sorte que no consenso dos dois haja íntegro e perfeito casamento. A não ser que alguém duvide ser amado primeiro e muito mais pelo Verbo.
Fonte: Dos Sermões sobre o Cântico dos Cânticos, de São Bernardo, abade
(Sermo 83,4-6: Opera omnia, Edit. Cisterc. 2[1958], 300-302) Séc. XII

terça-feira, 17 de maio de 2016

Realidade humana -

Todo ser humano, isto é, todas as pessoas deveriam conviver numa realidade de unidade, mesmo respeitando as reais diversidades presentes no meio da sociedade. Há pontos comuns importantes, como é o caso da fé em Deus, vivida em diversas dimensões, mas com objetivos claros; o dom da sabedoria e a confiança na proteção divina, que desperta esperança nas pessoas.
A confiança decidida por Deus, ou a relação íntima com Ele, proporciona paz verdadeira, perseverança real nas dificuldades e autenticidade na prática do amor. Na Festa da Santíssima Trindade, a fonte da unidade, o Brasil todo é convocado para expressar sua identidade como país cristão, superando os entraves políticos e econômicos que impedem seu desenvolvimento sustentável. 

Falando de realidade humana, tocamos no tema da inclusão social, fato que deve ser um dos compromissos efetivos e sagrados do Estado, defendendo o estado de direito, próprio de cada cidadão. As práticas hoje não são condizentes com as necessidades humanas, porque visualizamos atos desumanos e excludentes, deixando na marginalidade grande porção da população brasileira.
Os seres humanos necessitam de paz e harmonia entre si, com a natureza e com Deus. Aí está a fonte da dignidade, do bem-estar e das bênçãos fecundas do Senhor. Diz a Palavra bíblica que “a constância leva a uma virtude provada e a virtude provada desabrocha em esperança” (Rm 5,6). É a esperança que não engana e fortalece o empenho cotidiano na realização do bem para todos.
Para se ter compreensão verdadeira da realidade do ser humano, criado à imagem e semelhança do Criador, temos que nos libertar das amarras produzidas pela dinâmica da sociedade moderna. Estamos muito absorvidos pelo pensamento secularista e pelo laicismo, dificultando enxergar a dimensão espiritual, que faz parte essencial presente no coração das pessoas humanas.
Importa prestar atenção nos desafios da história e descobrir a fonte da dignidade, que está na filiação divina. “Sendo filhos, somos também herdeiros: herdeiros de Deus, herdeiros junto com Cristo” (Rm 8,16-17). Implica também responsabilidade na construção do bem da sociedade, fazendo com que ela seja humana e as pessoas se sintam felizes e corresponsáveis no contexto de sua vida social.
 

Dom Paulo Mendes

 

segunda-feira, 16 de maio de 2016

A missão do Espírito Santo na Igreja

Consumada a obra que o Pai confiou ao Filho para Ele a realizar na terra, no dia de Pentecostes foi enviado o Espírito Santo para santificar continuamente a Igreja e assim dar aos crentes acesso ao Pai, por Cristo, num só Espírito. Ele é o Espírito da vida, a fonte da água que jorra para a vida eterna; por Ele, o Pai dá vida aos homens mortos pelo pecado, até que um dia ressuscite em Cristo os seus corpos mortais.
O Espírito habita na Igreja e nos corações dos fiéis, como num templo; neles ora e dá testemunho da adoção filial. Com diversos dons hierárquicos e carismáticos dirige a Igreja e leva-a ao conhecimento da verdade total, unifica-a na comunhão e no ministério, e enriquece-a com os seus frutos. 

Com a força do Evangelho faz rejuvenescer a Igreja, renova-a constantemente e leva-a à união perfeita com o seu Esposo. Porque o Espírito e a Esposa dizem ao Senhor Jesus: «Vinde!».
Assim se manifesta a Igreja como um povo unido pela unidade do Pai e do Filho e do Espírito Santo. [...]
Além disso, o Espírito Santo não só santifica e dirige o povo de Deus por meio dos sacramentos e ministérios e o adorna com virtudes, mas distribuindo a cada um os seus dons como lhe apraz, concede também aos fiéis de todas as classes graças especiais, que os tornam aptos e disponíveis para assumir as diversas obras e missões úteis à renovação e maior incremento da Igreja, segundo aquelas palavras: A cada qual se concede a manifestação do Espírito em ordem ao bem comum.
Estes carismas devem ser recebidos com ação de graças e consolação, pois todos, desde os mais extraordinários aos mais simples e comuns, são perfeitamente acomodados e úteis às necessidades da Igreja.
Constituição dogmática Lumen gentium
Concílio Vaticano II, sobre a Igreja (Nn. 4. 12) (Sec. XX)