Como seus amores são belos,minha irmã, noiva minha. Seus amores são melhores do que o vinho, e mais fino que os outros aromas é o odor dos teus perfumes. Por isso Eu quero consumir meus dias, no seu amor! ══════ ღೋ♡✿♡ღೋ═══════

Ani Ledodi Vedodi Li

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Mais do que qualquer outro motivo, esta é a razão pela qual quero fazer deste blog um caminho para amarmos mais a Deus, por isso seu nome: “Ani Ledodi Vedodi Li”

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Deus o Abençõe !

E que possas crescer com nossas postagens.

É algo louvável esconder o segredo dos Reis; mas há glória em publicar as obras de Deus!

A Igreja não tem pressa, porque ela possui a Eternidade. E se todas as outras instituições morrem nesta Terra, a Santa Igreja continua no Céu.

Não existem nem tempos nem lugares sem escolhas.

E eu sei quanto resisto a escolher-te.

"Quando sacralizamos alguém essa pessoa permanece viva para sempre!"

Sacralize cada instante de tua vida amando o Amado e no Amado os amados de Deus !


Pe.Emílio Carlos†

terça-feira, 1 de agosto de 2017

O poder da Palavra





No entretecido das relações humanas há uma realidade provida de especial capacidade para influenciar a vida, própria e alheia: é a palavra. Ela está dotada de poder incalculável. Se para o ser humano viver é exprimir-se, a palavra é a máxima expressão do aprendiz que ele é: por ela, em conjunção com a imagem, consegue dar corpo às experiências que o humanizam. 

A Retórica clássica estuda as técnicas de persuasão escondidas na organização e nas relações das palavras dentro de um discurso, para perceber como influenciam o auditório e produzem o sentido global que querem comunicar. A palavra humana, enquanto entendida e aceite, goza de poder para persuadir, mais ou menos segundo a força das ideias comunicadas e a veemência da arte literária. É um ponto de encontro entre quem a profere e quem a recebe: o que ela produzirá depende das circunstâncias de quem a pronuncia/escreve e de quem a escuta/lê.
Se a palavra relata os fatos (exercendo função informativa ou descritiva) e interpreta os fatos (exercendo função expressiva), também devemos dizer que ela gera factos (exercendo função performativa) e inspira à ação exercendo função impressiva ou interpelante). 

Vai-nos a vida em redescobrir as funções performativa e provocante da palavra, tantas vezes esquecidas. Não é totalmente verdade que «palavras, leva-as o vento». Uma vez pronunciadas, não voltam atrás sem produzir algum efeito.
Verdade é que o seu poder depende muito de quem as usa. Mesmo assim, o discurso de um hábil político num comício consegue dirigir a opinião dos ouvintes a favor da sua causa. 

A voz tonitruante de um profeta verga um povo a arrepender--se do mau procedimento e a converter-se ao bem. A palavra convoca-nos, provoca-nos, isto é, chama-nos à ação, mesmo no silêncio que a evoca e invoca. Ela move-nos, para o bem e para o mal: a palavra de uma boa notícia deixa o receptor esfuziante de alegria, o jogo virtual que estimula adolescentes ao suicídio provoca-o efetivamente. 

Ela determina a vida das pessoas, seja de uma multidão, seja de indivíduos. A força de um dirige uma multidão no protesto pela paz, pela dignidade e liberdade da pessoa e contra toda a espécie de opressões. A palavra dos bons pais consegue que os filhos lhe obedeçam.

Há quem de palavras faça coisas. Mas mais corrente é a palavra gerar fatos históricos. Gera a reconciliação entre desavindos como causa a discórdia entre familiares. É mediadora do ódio e da amizade, do ressentimento e da compreensão mútua. 

Uma palavra de esperança traz o futuro risonho para o presente, dando-lhe o ânimo de que carecia. Por isso, é tão grave «faltar à palavra dada»: atraiçoa a esperança que orientava uma vida, quebra uma corrente de humanidade, corta sentimentos, rasga feridas, faz correr sangue. A palavra mata: uma horrenda notícia provocou um ataque de coração. Mas também faz recomeçar uma vida de novo.

Os que usaram a palavra com paixão e força de persuasão, como os profetas bíblicos, os poetas gregos e latinos e os escritores clássicos, têm grande poder sobre os leitores de todos os tempos, porque com palavras poderosas comovem, inquietam, atraem, inspiram.

Eles próprios foram agarrados pela palavra, antes de a proclamarem. Foi o que aconteceu ao profeta Jeremias: “Devoro as tuas palavras onde às encontro; a tua palavra é a minha alegria e as delícias do meu coração” (15,16).
Entre todos os humanos, um houve cuja palavra tinha um poder muito superior ao de qualquer outro. Foi a de Jesus. A sua era “a palavra com poder [exousía]”: “admiravam-se com o seu ensinamento, porque a sua era palavra com poder” (Lc 4,32). Nele a palavra transformava o luto em júbilo, a desgraça em alegria, a ansiedade em conforto: “Tende confiança! Eu sou! Não tenhais medo!” (Mt 14,27). A sua palavra era luz e vida nova: “Lázaro, sai para fora! E o morto saiu” (Jo 11,43). 

Além de devolver a saúde aos doentes, de consolar os atribulados, de acalmar as tempestades e de dar sentido à existência dos que eram considerados descartáveis, a palavra de Jesus dizia aos candidatos a discípulos: “segue-me”; e eles seguiam-no. “Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem, pois, fazendo assim, tornais-vos filhos do vosso Pai que está no céu” (Mt 5,44-45). Quem não se sente seduzido por esta palavra que gera a fraternidade universal? Os evangelistas dão testemunho desse apelo e dessa sedução: “Depois de Jesus ter acabado de proclamar estas palavras, as multidões ficavam vivamente impressionadas com os ensinamentos dele. De fato, ensinava-as como quem tem poder [exousía] e não como os seus escribas” (Mt 7,28-29). “Nunca ninguém falou assim, como este homem” (Jo 7,46).

Padre Emílio Carlos Mancini +

terça-feira, 11 de julho de 2017

Para o centro de nós mesmos.



Voltar-se para o centro de nós mesmos.

Amados em nosso artigo de hoje gostaria de tratar de um tema um tanto pertinente, os homens estão vivendo na superficialidade de si mesmos e a cada dia mais se perdem, são roubados de si mesmos pois estão vivendo no exterior e quanto mais exterior mais superficialidade e menos interioridade que nos leva para dentro de nós e nossas reais necessidades.

Certo é o que são Agostinho dizia: “Preocupa-te se a árvore de tua vida tem galhos apodrecidos? Não percas tempo; cuida bem da raiz e não terás de andar pelos galhos”
Por isso eu não busco a felicidade fora do meu interior, na qual Deus habita.

O conselho de santo Agostinho é atual para nossa sociedade e humanidade de hoje que corre atrás do supérfluo e do que não é essencial, cada dia mais fora de si mesmo quanto mais exterioridade mais nos perdemos de nós mesmos. Veja o que ele nos disse:- “Dentro de cada homem há uma guerra civil” “Não saias de ti. Volta-te para ti mesmo. A verdade reside no homem interior. O homem se torna pior e empobrece quando, lançando-se à conquista do externo, vive expulsando suas intimidades” “Na maioria das vezes o homem desconhece a si mesmo. Vítima do descuido ou da improvisação, ou presume de suas carências ou desespera de suas possibilidades. Só quando a tentação o prova com um questionamento de urgência, o homem consegue conhecer a verdade sobre si mesmo.”

"Conhece-te a ti mesmo" revela a importância do autoconhecimento, sendo uma frase bastante conhecida no ramo da Filosofia. Não há certeza absoluta em relação a quem foi autor desta máxima, mas há vários autores que atribuem a autoria da frase ao sábio grego Tales de Mileto. Apesar disso, existem teorias que afirmam que a frase foi dita por Sócrates, Heráclito ou Pitágoras.

"Conhece-te a ti mesmo" está inscrito na entrada do templo de Delfos, construído em honra a Apolo, o deus grego do sol, da beleza e da harmonia. Esta frase indica que o primeiro passo para o verdadeiro conhecimento é nos conhecermos a nós próprios. Se queremos conhecer o mundo à nossa volta, devemos em primeiro lugar conhecer quem nós somos. O conhecimento e conhecer a nós próprios é um processo, uma busca que não tem fim e a cada dia podemos aprender mais. O processo de autoconhecimento muda a forma como uma pessoa interage com o mundo e com as outras pessoas, abrindo a possibilidade para conhecer e aprender novas coisas. Outra explicação é que é mais importante nós nos conhecermos, termos noção de quem nós somos, e não dar importância ao que as outras pessoas pensam sobre nós.

Mas prefiro santa Teresa de Jesus doutora da Igreja para ela a pessoa é como um castelo habitado pela Trindade (IM,1-5) à espera do encontro com sua criatura: “A alma é como um castelo, todo de diamante ou de cristal com muitas moradas. E no centro, a principal, é onde passam as coisas mais secretas entre Deus e a alma”. Nele há muitas moradas, que expressam os distintos níveis da relação que a pessoa tem consigo, com os outros, com Deus e com o mundo. O conhecimento próprio é essencial para essa viagem interior. “A porta para entrar nesse castelo é a oração e reflexão” (IM).

"Para Teresa de Jesus, Deus é o que há de mais importante na sua vida, um Deus muito próximo e humano. Diz que podemos encontrá-Lo em toda a parte, especialmente dentro de nós mesmos (as)" Consideramos a nossa vida não tanto como um caminho rumo a Deus, mas experimentamos Deus vivendo em nós, como explica a frase de São Paulo: “Já não sou eu quem vive, é Cristo que vive em mim!” (Gálatas 2,20). Nesse processo, Teresa adverte para não ficar olhando para as misérias humanas, e sim para Jesus Cristo, o grande amigo. É um dinamismo onde a pessoa reconhece sua identidade e o mistério da sua liberdade. Teresa adverte que, quando a pessoa se nega ao Amor, está se fechando em si mesma (IM6-8). E, para fazer frente a uma antropologia egocêntrica, Teresa propõe um dinamismo de êxodo - a pessoa deve entrar dentro de si, autoconhecer-se, aceitando a própria realidade, como também a realidade alheia. 

A imagem do castelo interior expressa um dinamismo dialético de integração entre interioridade e exterioridade, levando a pessoa a sair de si mesma, vivendo numa relação progressiva de entrega, partilhando seus dons, criando novas relações. Enfim certo é que descendo para dentro de nós mesmos e na vivência do Amor que habita em nós que a pessoa integra todas as suas potencialidades. As crises e contradições podem converter-se em lugar de encontro. 

A pessoa, sabendo-se amada, responde amando. Sente-se convidada a “conhecê-Lo, amá-Lo, torná-Lo conhecido e amado.” Volte-se para o centro de ti mesmo! E terás a verdadeira felicidade!

Pe. Emílio Carlos Mancini-

Decisões e consequências.



Suas “decisões diárias” têm consequências eternas.


“Sei que nada há melhor para o homem do que regozijar-se e levar vida regalada; e também que é dom de Deus que possa o homem comer, beber e desfrutar o bem de todo o seu trabalho. Sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe pode acrescentar e nada lhe tirar; e isto faz Deus para que os homens temam diante dele”.
(Eclesiastes 3,12-14)

 Não importa quão difícil sejam as suas circunstâncias, a “sua vida” tem muito mais potencial do que jamais imaginou! Ela é sua para “investir ou desperdiçar”! Não importa qual seja a sua idade, nunca é tarde e nem cedo demais para começar a planejar e investir na Eternidade! Você foi criado para viver! Suas “decisões diárias” têm consequências eternas, e Deus não escolhe por você! Você é quem deve fazer as escolhas! E de preferência, sábias!

SUA VIDA APENAS COMEÇOU: Não importa quanto tempo ela dure, é somente uma “pequena fração” da sua existência, que nunca terminará! Para cada dia que você vive na terra, haverá “bilhões e bilhões” de anos futuros! Em todos eles, você estará “colhendo o que semeia, agora”! E você não pode deixar de semear, assim como não pode deixar de colher! Não importa quão maravilhosa ou difícil seja a sua vida hoje, você pode, se quiser, preparar-se para um futuro melhor! A sua vida, quer invista nela ou a desperdice, é direcionada para o futuro! E o futuro, você não pode nem adiá-lo, e nem fugir dele: (Mateus 25,46) “E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna”.

SUA VIDA FOI DESENVOLVIDA PARA ESCOLHER: Isso significa que a sua vida foi lhe dada para que você se prepare para a eternidade! A cada dia você faz escolhas que irão afetar a sua eternidade! A capacidade de escolher é um “dom de Deus”, que te faz se assemelhar ao próprio Deus! Cada escolha certa, tudo o que você faz para agradar e amar a Deus, para servir a Deus, ou para abençoar a outros, é um acréscimo à sua recompensa eterna! A eternidade, é o plano, é o lugar e é o tempo, para a sua recompensa final e infindável!

O CÉU MANTÉM O SEU REGISTRO: Nenhum registro mantido por quem quer que seja neste mundo é tão completo e minucioso quanto o de Deus! O cristão nunca está só! Os anjos do Senhor estão sempre por perto: (Salmos 34,7) “O anjo do SENHOR acampa-se ao redor dos que o temem e os livra”. Eles não só ficam à sua disposição para ajudá-lo, como também mantêm os registros de Deus atualizados! O céu contém o “Livro da Vida”, como também o nome de cada pessoa salva: (Salmos 87,6) “O SENHOR, ao registrar os povos, dirá: Este nasceu lá”. Quais são as coisas marcadas sobre a sua vida no seu registro do céu?

SUA VIDA AVALIADA POR DEUS: Deus não avalia a vida apenas pela cronologia, ou seja pelos anos vividos: (2ª Pedro 3,8) “Há, todavia, uma coisa, amados, que não deveis esquecer: que, para o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos, como um dia”. A sua vida é composta de mais do que dias, semanas e anos! A perspectiva de Deus sobre a vida é muito diferente da nossa perspectiva humana! A vida “mais notável” não é necessariamente a mais longa, ocupada ou famosa! A vida de alguns dos “heróis” deste mundo, é “podre e pobre” diante da medida de Deus e da eternidade! O “não deveis esquecer”, deve nos trazer um alerta! Não estamos nos dando conta do que acontece ao nosso redor, e começamos a avaliar as pessoas, as atividades, e a própria vida, pelos padrões desse mundo! Perdemos o sentido eterno das coisas!
Precisamos da perspectiva de Deus sobre a vida e do viver cristão! “Um dia vivido para Deus” pode ser comparado ao valor combinado de mil anos! O tempo tem importância para o Senhor quando investimos a favor de Dele e seu Reino! Como também “um dia perdido”, é igual a mil anos aos olhos de Deus, e o tempo perdido representa “perda eterna”!
Tome cuidado para não ser o herói de hoje, mas o tolo de amanhã! Tome cuidado para não ser grande aos olhos de sua família, de sua comunidade ou dos homens! É possível, mesmo sendo uma pessoa salva, ser um “tolo eterno” aos olhos de Deus! Entenda que, o que você vier a fazer com a sua vida depois de ter sido salvo tem consequências eternas: (1ª Coríntios 3,11-15) “Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo. Contudo, se o que alguém edifica sobre o fundamento é ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha, manifesta se tornará a obra de cada um; pois o Dia a demonstrará, porque está sendo revelada pelo fogo; e qual seja a obra de cada um o próprio fogo o provará. Se permanecer a obra de alguém que sobre o fundamento edificou, esse receberá galardão; se a obra de alguém se queimar, sofrerá ele dano; mas esse mesmo será salvo, todavia, como que através do fogo”.

Eu não sei o que você tem feito até aqui!

Só sei que a partir de agora, você não é mais ignorante a respeito da sua vida! Tudo o que você vier a fazer de agora em diante estará debaixo desta palavra: “Para o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos, como um dia”!
Deus te deu o “dom da vida”! O que você irá fazer com este dom? A escolha é sua! Se você entendeu esta Palavra e quer a partir de agora investir em sua eternidade aceite Jesus como Senhor e Salvador, este investimento é possível.

Pe.Emílio Carlos Mancini+

O Tempo a Eternidade.



“O valor do aproveitamento do tempo”.


Não há tempo a perder! O tempo vale ouro!
Quantas vezes já ouvimos frases como estas. E elas fazem todo o sentido, pois a vida é breve. Se já fazem sentido quando uma pessoa pensa em aproveitar esta vida, em ganhar dinheiro - daí o tempo valer ouro - muito mais quando, do ponto de vista de Deus, está em jogo o cumprimento da nossa missão aqui na terra.

Não importa quão difícil sejam as suas circunstâncias, a “sua vida” tem muito mais potencial do que jamais imaginou! Ela é sua para “investir ou desperdiçar”! Não importa qual seja a sua idade, nunca é tarde e nem cedo demais para começar a planejar e investir na eternidade!

De fato, um dos ensinamentos mais importantes de Jesus Cristo foi a parábola dos talentos e o comentário que fez diante de uma figueira estéril. Na parábola dos talentos nos diz que nos envia a este mundo com uns talentos concretos e no final da nossa vida nos pedirá contas do que fizemos com eles.

Se, com eles, soubemos rendê-los, cumprir uma missão. Quanto à figueira estéril, ao se aproximar dela e ver que só tinha folhas e não frutos, faz-lhe uma censura por sua esterilidade. A figueira é uma imagem clara da vida humana.

Todos somos conscientes de que temos uma missão a cumprir aqui na terra e de que temos que ir atrás deste objetivo com todas as forças. Temos uma missão a cumprir na nossa família, na empresa onde trabalhamos, com os nossos amigos, na sociedade e em todos os ambientes da nossa vida.
Para cumprir esta missão só há um meio: organizar-se, planejar-se, termos um horário por escrito.

Com tantos âmbitos na nossa vida, familiar, profissional, pessoal, amizades, social etc, se não nos organizamos:
- sempre haverá algum campo que não estaremos cuidando;
- a preguiça falará mais alto;
- faremos o que gostamos e deixaremos para depois ou para nunca o que não gostamos;
- perderemos o tempo.

É vital, portanto, o planejamento. É vital colocar por escrito o que temos que fazer cada dia.
Se não fizermos isto, experimentaremos o que diz um autor: “o vazio de uma vida desperdiçada”.
O valor que deve estar na frente de todos é o da caridade: o amor a Deus e ao próximo.
Assim, por exemplo, se chegar de viagem um tio que mora em outra cidade e no nosso horário está previsto fazer um esporte, logicamente vamos receber este tio e depois veremos se será possível fazer a nossa atividade física. Sem bitolações, portanto, mas sem cair no outro lado que é não planejar nada e deixar tudo ao sabor das emoções.

Como é gostoso ter uma ordem, um planejamento e ter a sensação de estar aproveitando imensamente o tempo da nossa vida.
Fomos feitos para isso, para deixar marca na terra, para cumprir uma missão bem grande.
E, por isso, sentimos falta de um planejamento melhor.
Precisamos caminhar.  O caminhante não pode fixar apenas o solo que pisa, mas deve estar aberto também ao horizonte que se descortina lá adiante. Nenhum vento ajuda o veleiro sem rumo certo, o barco sem porto, sem direção.  Onde você precisa chegar hoje? Valorize o seu tempo e não perca tempo.

Ocupemos-nos no tempo com a Eternidade.
A Eternidade está fora do tempo, por isto não pode ser medida em termos de tempo. Ela não demora mais nem menos, mas ela é tudo. Na Eternidade, não há antes e nem depois, por que todos os momentos são o mesmo e único momento, este momento é incomensurável.
E o que é Eterno, é como a Eternidade, não tem início nem fim, nascimento ou morte. Simplesmente É.
O valor do tempo esta em tudo na perspectiva do Eternizar nossa vida, por isso neste tempo sacralizemos o valor de cada minuto que aqui temos.

Pe.Emílio Carlos Mancini+