
Ani Ledodi Vedodi Li
Mais do que qualquer outro motivo, esta é a razão pela qual quero fazer deste blog um caminho para amarmos mais a Deus, por isso seu nome: “Ani Ledodi Vedodi Li”
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Deus o Abençõe !
E que possas crescer com nossas postagens.
É algo louvável esconder o segredo dos Reis; mas há glória em publicar as obras de Deus!
A Igreja não tem pressa, porque ela possui a Eternidade. E se todas as outras instituições morrem nesta Terra, a Santa Igreja continua no Céu.
Não existem nem tempos nem lugares sem escolhas.
E eu sei quanto resisto a escolher-te.
"Quando sacralizamos alguém essa pessoa permanece viva para sempre!"
Sacralize cada instante de tua vida amando o Amado e no Amado os amados de Deus !
Pe.Emílio Carlos†
Quem sou eu
quinta-feira, 24 de maio de 2018
O Dom de Contribuir

O Dom da Misericórdia
quarta-feira, 23 de maio de 2018
“Como robustecer a fé”.
A imitação de Cristo hoje
I. Maneiras erradas de imitar o Cristo
Este é o catolicismo de um Francisco de Assis, Inácio, Xavier, e de tantos jovens e não jovens que vivem a sua vida cotidiana de casados, de professores, de solteiros, de estudantes, de religiosos, que participam no esporte e na política como esse critério de ser Cristo. Estes são os faróis que convertem as almas, e que salvam as nações.
VAMOS REFLETIR!!!
E se Deus tirasse férias de nós?
E se Deus tirasse férias de nós?
COMUNHÃO DOS SANTOS?
O que significa a expressão
terça-feira, 22 de maio de 2018
“No Silêncio é Deus quem fala!”

Sublinhou a importância da “força do silêncio na liturgia” em um encontro com sacerdotes e fiéis, por ocasião da festa de São João D’Ávila.
Na conferência, o Cardeal africano ressaltou a importância que os cristãos entrem “no silêncio, porque sem o silêncio, permanecemos em uma ilusão mortal.
O silêncio é mais importante do que qualquer outra ação humana, porque Deus fala”.
Cardeal Sarah
“A primeira linguagem de Deus é o silêncio; devemos aprender a estar em silêncio e a descansar em Deus”, assegurou.
Por isso, destacou que através deste silêncio se pode encontrar uma verdadeira ordem das nossas prioridades.
“É o momento de colocar Deus no centro das nossas preocupações, dos nossos pensamentos, das nossas ações e da nossa vida.
Assim, a nossa vida cristã poderá ser fundamentada na luz da fé e alimentar-se na oração”;
Sublinhou, porque segundo afirmou:
“Não podemos encontrar Deus Nosso Pai se não for através do silêncio”.
Nesse sentido, também animou os sacerdotes a viver o Evangelho;
Porque “o que a Igreja mais necessita hoje não é uma reforma administrativa, nem uma mudança estrutural;
Nem uma logística ou estratégia de comunicação ou um programa complementar.
O programa existe e é o mesmo de sempre, o Evangelho e na Tradição Viva”.
Também insistiu que a sua “prioridade” é:
“Dizer que só Deus pode saciar o coração do homem”;
E alertou que podemos ser “vítimas da superficialidade, do egoísmo e do espírito mundano que sociedade midiática difunde”.
A respeito da importância do silêncio na liturgia;
O Cardeal Sarah assegurou que:
“Atualmente se trata de uma preocupação fundamental;
Pois o silêncio sagrado é o lugar onde podemos encontrar a Deus;
E é importante que os sacerdotes aprendam novamente o que significa o temor filial de Deus e o significado sagrado da sua relação com ele”.
Além disso, assegurou que “ante a Majestade de Deus, as nossas palavras se perdem”;
Por isso afirmou que “rechaçar este silêncio cheio de temerosa confiança e adoração;
Significa impedir a Deus de comunicar o Seu amor e nos manifestar a sua presença”;
E assinalou que se trata do lugar “onde podemos encontrar a Deus”.
Neste sentido, pediu aos sacerdotes:
“Aprender novamente a tremer com espanto ante a Santidade de Deus e a ser conscientes da graça extraordinária do seu sacerdócio”;
E destacou que, desde o Concílio Vaticano II se sublinhou que o silêncio é um meio privilegiado para favorecer a participação do povo de Deus na liturgia.
O purpurado advertiu ainda acerca do perigo que os cristãos caiam;
“Na idolatria, prisioneiros de numerosos discursos humanos, ruidosos, intermináveis”;
Nos quais “tendemos a preparar um culto de acordo com aquilo que nós gostamos, dirigido a um Deus feito à nossa imagem”.
Por isso, tomando umas palavras de São João D’Ávila, o Purpurado explicou que: “Quem reza deve estar recolhido, focado e em silêncio diante de Deus”.
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