Ani Ledodi Vedodi Li


Mais do que qualquer outro motivo, esta é a razão pela qual quero fazer deste blog um caminho para amarmos mais a Deus, por isso seu nome: “Ani Ledodi Vedodi Li”

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Deus o Abençõe !

E que possas crescer com nossas postagens.

É algo louvável esconder o segredo dos Reis; mas há glória em publicar as obras de Deus!

A Igreja não tem pressa, porque ela possui a Eternidade. E se todas as outras instituições morrem nesta Terra, a Santa Igreja continua no Céu.

Não existem nem tempos nem lugares sem escolhas.

E eu sei quanto resisto a escolher-te.

"Quando sacralizamos alguém essa pessoa permanece viva para sempre!"

Sacralize cada instante de tua vida amando o Amado e no Amado os amados de Deus !


Pe.Emílio Carlos

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

“Maria conservava todas estas coisas, meditando-as no seu coração”


Lc 1, 19

“A Virgem conservava estas coisas no seu coração.” Toda a história da sua vida pode ser resumida nestas palavras! Foi no seu coração que viveu, e numa profundidade tal, que o olhar humano não consegue segui-la.

Quando leio no Evangelho que “Maria pôs-se a caminho e dirigiu-se à pressa para a montanha, a uma cidade de Judá” (Lc 1, 39) para ir cumprir a sua obrigação de caridade com sua prima Isabel, vejo-a passar, tão bela, calma, majestosa e recolhida dentro de si com o Verbo de Deus.

Tal como a Dele, também a oração de Maria foi sempre: “Eis aqui.” Quem? “A escrava do Senhor” (Lc 1,38), a última das suas criaturas: Ela, sua Mãe!

Ela foi tão verdadeira na sua humildade porque sempre se esqueceu de si mesma, ignorando-se, liberta de si mesma. Foi por isso que pôde cantar: “Desde agora todas as gerações me hão-de chamar ditosa, porque me fez grandes coisas o Omnipotente” (Lc 1,48, 49).

Esta Rainha das Virgens é também Rainha dos Mártires. Mas foi o seu coração que foi trespassado por uma espada (Lc 1, 35), porque nela tudo se passa no coração. […] Oh, quão bela é de contemplar durante o seu longo martírio, quão serena, envolvida numa espécie de majestade que respira, ao mesmo tempo, força e doçura! É que tinha aprendido com o próprio Verbo quanto devem sofrer aqueles que o Pai escolhe como vítimas, aqueles que decidiu associar à grande obra da redenção, aqueles que “escolheu e predestinou para serem conformes ao seu Cristo”, crucificado por amor.

Ela está ali junto à cruz, de pé, cheia de força e de valentia.

Beata Elisabeht da Trindade (1880-1906)
carmelita
Último retiro, 15º dia

com minha benção.
Pe.Emílio Carlos+

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